A VERDADE QUE NINGUÉM CONTA: Obama e Biden Criaram o Caos… Trump Está Sufocando a China pelo Pescoço com o Irã (e o Mundo Nunca Mais Vai Ser o Mesmo)
Eu vivo repetindo: geopolítica não é sobre heróis ou vilões de novela. É sobre quem controla o interruptor da energia mundial. E em 2026 esse interruptor está sendo religado com força total pelos Estados Unidos. Mas para entender por que o Golfo Pérsico está pegando fogo hoje, a gente precisa voltar no tempo e ver exatamente como chegamos nesse ponto. Porque isso não caiu do céu. Foi construído, passo a passo, pelas administrações Obama e Biden.
Tudo começou com a famosa doutrina de “liderar por trás”. Obama vendia como estratégia inteligente: “Os EUA não precisam estar na frente de tudo”. Na prática, foi uma retirada em massa do cenário global. Retirada do Iraque sem deixar estrutura sólida. Acordo nuclear com o Irã em 2015 que injetou bilhões em Teerã e transformou o regime em valentão do bairro. E o golpe final: a retirada caótica do Afeganistão em 2021, transmitida ao vivo para o mundo inteiro. A mensagem foi clara para todos os adversários: “Os americanos estão fora. O palco é de vocês agora”.
E o palco foi ocupado rapidinho.
A Rússia olhou para o vácuo e invadiu a Ucrânia em 2022. Putin não é louco, ele calculou friamente que Washington não tinha mais estômago para projetar força na Europa Oriental. Sem presença americana forte na Otan, sem dissuasão real, ele achou que podia engolir o país em semanas. Trump já avisava em 2016: “Se eu estivesse lá, isso nunca teria acontecido”. Não era slogan de campanha. Era previsão pura. Ele entendia que fraqueza percebida é convite para agressão.
Enquanto isso, a China fez o que faz de melhor: avançou onde ninguém estava olhando. A Iniciativa Cinturão e Rota explodiu na América do Sul e na África exatamente porque os EUA tinham sumido. Portos, estradas, minas, dívida, tudo financiado por Pequim. Brasil, Venezuela, Argentina, vários países africanos viraram quintal chinês. A China comprou influência barata enquanto Washington estava ocupado com “liderar por trás”. Trump também avisava isso desde 2015: “Eles estão comendo nosso almoço na América Latina porque nós não estamos lá”. Realidade pura, não retórica.
E o Irã? O Irã simplesmente preencheu o vazio no Oriente Médio. Sem frota americana patrulhando o Golfo como antes, Teerã virou o chefão do pedaço. Atacou navios, financiou milícias, ameaçou o Estreito de Ormuz, expandiu influência no Iraque, Síria, Líbano e Iêmen. Os aiatolás sabiam: ninguém viria cobrar. Obama e Biden tinham aberto a porta e jogado a chave fora.
Resultado? O projeto BRICS ganhou força em 2009 exatamente nesse vácuo. Rússia, China e Irã viram uma oportunidade de criar uma alternativa ao dólar. Não deu certo como eles queriam (moedas fracas, falta de confiança), mas o estrago estava feito: um mundo multipolar de mentira que na verdade era só China e Rússia preenchendo o espaço que os EUA abandonaram.
Trump sempre disse: “Nada disso estaria acontecendo se eu fosse presidente”. E não era papo furado. Ele já tinha mostrado na prática: pressão máxima na Venezuela, pressão máxima no Irã, Abraham Accords no Oriente Médio, e a China sendo obrigada a sentar à mesa. Quando ele saiu, o vácuo voltou, e o caos voltou junto.
Agora, em 2026, Trump (e quem continua a estratégia) está fechando o ciclo. Mas atenção: isso NÃO é geopolítica de 1976. Não é mais sobre invadir um país para “tomar” o petróleo como no velho modelo colonial. Aquela era acabou. O Iraque provou: os EUA derrubaram Saddam e, no fim, quem ficou com o petróleo iraquiano foram os chineses. Os Estados Unidos já são o maior produtor de petróleo do planeta e, com a Venezuela praticamente controlada, não precisam de mais um poço. O jogo de 2026 é totalmente diferente.
É sobre controle de fluxo. Controle de interruptores. É a Doutrina Monroe atualizada para escala global.
@Cornetabfr1 Pior que é verdade. Fui de oeste agora contra o corinthians e o público é muito diferente mesmo. Não ficam em pé nem pra ver o time entrar.
Brazil – a pretty nasty revision of the government’s gross debt trajectory:
> not only the new peak is higher (84.3% GDP)
> but the subsequent decline is much slower compared to what Treasury was expecting in Dec -24
@Tiagogreis Impressionante mesmo.
O que acha dessa diferença, entre a avaliação das terras da empresa que a matéria cita de R$ 13,4 Bi; e o valor de mercado dela, aproximadamente R$ 8 Bi?