A imprensa brasileira ficou 1 ano tentando pintar a única candidatura séria desta eleição de “fascista” e “machista”.
Precisou a mídia estrangeira mostrar o oposto para que entendessem o que fizeram?
@g1 Correção: "Volkspartei" vai além da tradução literal de "partido do povo", pois designa um "partido abrangente" (catch-all party), que aglutina diferentes classes e interesses, como a CDU (de Merz) e o SPD (social-democracia). Com os resultados, a AfD chegou nesse patamar.
As matérias atuais sobre a política alemã escondem de você que:
• em 1990, só 7% da população era estrangeira. Em 2024, eram 15%. Hoje, mais de 1 em cada 4 habitantes é imigrante ou filho de imigrantes
• entre 25 e 34 anos, essa parcela chega a 36%
• em 2015, forma cerca de 890 mil importados, quase todos da Síria
• cidades passaram a enfrentar abrigos lotados, falta de moradia, escolas e creches sem vagas e bilhões em novos gastos
• em 2024, estrangeiros respondiam por 43,1% dos identificados pela polícia em crimes violentos; 39,2% em estupros e crimes sexuais graves; 44,6% em homicídios; e 48,7% em roubos
• o terrorismo islâmico também foi importado e matou 12 pessoas no mercado de Natal de Berlim em 2016. Em 2024, um policial foi morto em Mannheim e três pessoas foram assassinadas em Solingen
• depois de Fukushima, Merkel acelerou o fechamento das usinas nucleares em nome da agenda aquecimentista histérica, elitista, radical e indefensável. Em 2021, 55% do gás importado pela Alemanha vinha da Rússia. A maior potência industrial da Europa ficou totalmente dependente de um regime autoritário para manter fábricas e casas aquecidas
Em resumo, a Alemanha mudou radicalmente em pouco mais de uma geração.
Esse contexto quase sempre desaparece quando a imprensa fala da AfD.
O partido tem problemas, excessos e figuras radicais, óbvio. Isso não apaga as razões concretas de milhões de alemães cansados de uma elite que decidiu transformar o país sem sofrer as consequências das próprias escolhas.
Para parte dessa elite, imigração também significou mão de obra mais barata para suas corporações e mansões.
Para o alemão comum, significou mudanças profundas no bairro, na escola dos filhos, no custo da moradia, na segurança e na conta de energia.
É desonesto escolher a declaração mais grotesca de algum político obscuro de direita e usar isso para calar toda essa insatisfação legítima.
Antes de demonizar o povo alemão, convém perguntar por que tanta gente está revoltada.
Numa pancada só, o Jornal Nacional desmontou a farsa da filiação do Flávio Bolsonaro ao Missão, mostrou o partido desmentindo, Renan Santos dizendo que o senador já sabia de tudo e ainda lembrou que o PL já tinha feito a mesma palhaçada com Lula.
"A Odisseia", o novo filme de Christopher Nolan baseado no poema de Homero, estreou nos cinemas com a maior bilheteria de abertura da carreira do diretor.
Mas, para o professor Cláudio Moreno, do podcast "Noites Gregas", a adaptação apagou as mulheres poderosas da obra original.
Brasil virou o Vasco e Argentina virou o Flamengo.
a felicidade do brasileiro agora é comemorar derrota dos argentinos e torcer/se juntar com os adversários dos hermanos.
„Ein stolzes Schiff“
Mitte des 19. Jahrhunderts verließen viele Deutsche ihre Heimat. Nach Mißernten, Hungerjahren und der gescheiterten Revolution von 1848 herrschten vielerorts Armut, politische Enge und fehlende Perspektiven. Für viele wurde Amerika zum letzten Hoffnungsschimmer.
In dieser Zeit schrieb Heinrich Schacht 1855 den Text „Die deutschen Auswanderer“, der später als Lied „Ein stolzes Schiff“ bekannt wurde.
Dass Die Fiedel solche alten Lieder in moderne Fassungen bringt, ist eine schöne und bittere Idee zugleich.
Schön, weil alte deutsche Kultur dadurch wieder hörbar wird. Bitter, weil das Thema des Liedes geblieben ist: Deutsche verlassen ihre Heimat, weil sie keine Zukunft mehr sehen.
Aus alten Sorgen wurden neue Belastungen: Steuern, Energiepreise, Bürokratie, fehlende Perspektive und das Gefühl, fremd im eigenen Land zu sein.
Die stolzen Schiffe von damals sind fort, aber die Frage des Liedes steht wieder im Raum:
„O Deutschland, Deutschland, kannst du ohne Grauen
Die Flucht der armen Landeskinder schauen?“
Ab dem 8. Mai 1945 war der Krieg offiziell zu Ende, gegen 12 bis 14 Millionen Deutsche lief gleichzeitig die größte ethnische Säuberung, die es jemals in Europa gegeben hat. Um sich die Vertreibung heute besser vorstellen zu können, muss man sie vielleicht auf seinen eigenen aktuellen Wohnort übertragen: Wie wäre es, wenn alle Deutschen in Nordrhein-Westfalen oder Baden-Württemberg sofort alles stehen und liegen lassen müssen, ihre Bundesländer für immer verlassen und alles zurücklassen müssen?
Genau dies ist den Deutschen in Ostpreußen, Schlesien, Pommern und dem östlichen Brandenburg geschehen. Sie sind nicht aus Polen geflohen, sondern aus Deutschland nach Deutschland. Es wurde jedoch nicht "nur" vertrieben, diese ethnische Säuberung ging außerdem mit einer unbekannten Zahl von Toten einher - manche durch Entkräftung und Hunger, andere durch vorsätzliche Tötungen. Gleichzeitig passierte die vermutlich größte Massenvergewaltigung aller Zeiten, unter den Opfern auch die damals 12-jährige spätere Kanzlergattin Hannelore Kohl.
Briefmarken der Deutschen Post zum Thema Vertreibung gibt es seit einigen Jahrzehnten nicht mehr. Daher erinnern wir von der "Preußischen Allgemeinen Zeitung" umso mehr an dieses Thema.
https://t.co/nHTyghvKke
Why I'm leaving Berlin after 8 years
-Girlfriend gets regularly sexually harassed in public
-Massive amounts of drug addicts all over the city
-People are highly political but uninformed
-Clan crime is tolerated, not combatted
-Half of the city smells like urine
-Endless construction sites
-Crime is increasing a lot
-Winter too long and cold
-Nobody wants to work
-Dog poo everywhere
-Not cheap anymore
-Streets are dirty
-Grumpy people
All these things are "tolerable" as a single, but once you have children everything changes. I want my children to be able to grow up in a clean and safe environment, have walkable areas, a vibrant food scene, affordable housing, strong public transport and respectful public behavior.
Unfortunately something like this doesn't exist in Germany.
It's not a Utopia, it exists, and I'm going there.
Germany switching off its perfectly fine nuclear power plants, but keeping coal power plants instead to fight climate change in one picture.
Enjoy your air quality.
Funniest part of it that this was mostly Brazilians with Italian heritage getting passports
A demographic that's high educated and high income and culturally aligned with Italy and Europe, I mean they're genetically Italian!
Instead they'll now give away passports to low educated welfare seekers without income from cultures that hate them
It seems European governments enemy is immigrants that are a net positive addition to their culture while wanting to bring in more people that want to destroy their societies
The expulsion of Germans after World War II affected around 14 million people and was the largest ethnic cleansing ever to take place in Europe. Surprisingly, many people in Western Europe have never heard that it even happened.