Projeto Brasil: medida 12 - não implementação do split payment
O split payment reduz o capital de giro das empresas e afeta negativamente todo processo produtivo da economia
O split payment é uma das inovações previstas na reforma tributária. Seus defensores argumentam que o mecanismo fortalece o combate à sonegação, facilita a fiscalização pela Receita Federal e reduz as vantagens competitivas de quem deixa de recolher tributos em relação aos contribuintes que cumprem corretamente suas obrigações.
Apesar desses potenciais benefícios, o custo econômico da medida é elevado. Ao reter automaticamente os tributos no momento da transação, o split payment reduz o capital de giro das empresas e compromete seu fluxo de caixa. O impacto não recai apenas sobre maus pagadores: atinge indistintamente empresas que sempre estiveram em dia com suas obrigações tributárias.
A consequência é um aumento do custo de produção e da necessidade de financiamento. Empresas de todos os portes — grandes, médias, pequenas e microempresas — passam a depender mais de crédito bancário para financiar suas operações, muitas vezes pagando taxas de juros elevadas. Isso reduz investimentos, dificulta a expansão dos negócios, aumenta o risco de fechamento de empresas e prejudica a geração de empregos e renda.
Em vez de estimular a atividade produtiva, o split payment transfere liquidez do setor privado para o Estado, agravando um dos principais problemas enfrentados pelas empresas brasileiras: a escassez de capital de giro.
Por essas razões, propomos que o split payment não seja implementado. É possível combater a sonegação e aprimorar a arrecadação sem impor um ônus financeiro permanente às empresas que produzem, investem, geram empregos e cumprem a legislação.
COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Todos que delataram Lula e os valores envolvidos.
(A lista que a mídia quer que você esqueça)
🟥 Marcelo Odebrecht
— Criou conta “Amigo” com R$ 40 milhões exclusiva para Lula.
— Disse que Lula era “o chefe” da interlocução da Odebrecht com o governo.
🟥 Emílio Odebrecht
— Confessou que tratava diretamente com Lula doações, favores e demandas da empreiteira.
🟥 Antonio Palocci
— Detalhou pedido de Lula para estruturar propina de R$ 300 milhões da Odebrecht.
— Ligou Lula a empresas como JBS, Camargo Corrêa, OAS e outras.
🟥 Joesley Batista (JBS)
— Disse que Lula e Dilma receberam juntos cerca de US$ 150 milhões em propinas da empresa.
— Detalhou encontros diretos com Lula para tratar sobre valores ilícitos.
🟥 Delcídio do Amaral
— Revelou tentativa de obstrução da Lava Jato por parte de Lula.
— Disse que Lula mandou comprar o silêncio de Cerveró.
🟥 João Santana & Mônica Moura
— Marqueteiros do PT, relataram pagamentos milionários em caixa 2 nas campanhas de Lula.
— Receberam valores no exterior para mascarar a origem.
🟥 Paulo Roberto Costa (ex-diretor Petrobras)
— Apontou o PT como receptor de US$ 150 a 200 milhões em propinas da Petrobras.
— Disse que Lula sabia do esquema desde o início.
🟥 Alberto Youssef (doleiro)
— Ligou diretamente Lula aos operadores do esquema de lavagem e distribuição de propinas.
🟥 Fernando Baiano
— Relatou negociação de US$ 5 milhões envolvendo José Carlos Bumlai (amigo de Lula) e Cerveró.
— Disse que Bumlai agia a mando de Lula.
🟥 Alexandrino Alencar (Odebrecht)
— Disse que era claro para todos que o alvo principal da Lava Jato era Lula.
— Ligou Lula a viagens e presentes pagos pela empreiteira.
🟥 Nestor Cerveró
— Afirmou que empréstimo irregular de R$ 12 milhões do BNDES foi acertado para manter seu silêncio, com apoio de Lula.
🟥 Pedro Barusco
— Ex-gerente da Petrobras. Disse que propinas eram repassadas ao PT com ciência do “alto escalão”.
— Estimou que devolveu R$ 100 milhões desviados.
🟥 Gerson Almada (Engevix)
— Confessou pagamento de propinas ao PT.
— Disse que Lula tinha ciência e era beneficiado politicamente.
🟥 Sérgio Machado (Transpetro)
— Disse que Lula sabia e orientava a arrecadação de propinas via diretoria de estatais.
🟥 Alexandre Romano (“Chambinho”)
— Intermediou propinas e valores ilícitos que beneficiaram campanhas petistas.
— Ligou o núcleo da propina ao governo federal.
🟥 Eduardo Leite (Camargo Corrêa)
— Confessou que Lula era informado sobre os acordos ilícitos para repasses ao partido.
— Parte dos valores eram usados para compra de apoio político.
🟥 Dalton Avancini (Camargo Corrêa)
— Disse que Lula estava ciente dos esquemas de cartel e divisão de obras públicas.
🟥 Zwi Skornicki
— Representante de estaleiros estrangeiros, confessou ter feito pagamentos diretamente ligados ao PT, com ciência de Lula.
🟥 Andrade Gutierrez
— Laudo da PF apontou R$ 3,6 milhões repassados a Lula entre 2011 e 2014.
— Disse que Lula intermediava decisões do governo em troca de “contribuições”.
🟥 OAS
— Lula foi acusado de receber reformas no tríplex do Guarujá como forma de propina (R$ 1,1 milhão estimados).
— Também recebeu aluguéis pagos pela OAS de forma indireta.
Essa é a verdadeira história que querem apagar.
Mas os registros, delações e acordos continuam disponíveis
Lula criou a marca perfeita.
Depois de tantos anos, finalmente, luladasilva criou espontaneamente o símbolo que sintetiza de forma brilhante o que foi, o que tem sido e o que será sua presença -se permanecer no cenário político depois de 2026.
Nenhum marketeiro, por mais brilhante que fosse, poderia criar um logotipo mais verdadeiro, direto e certeiro do que é lula.
Fica para a história, de forma indelével.
Dos discursos virulentos em cima de caixote de maçã vendendo greve nos anos 1980 como sindicalista até o terceiro mandato como despresidente em 2026, este é luladasilva.
Vocês precisam entender que dar tiro de .50 em helicópteros do BOPE, jogar granadas explosivas nas ruas, incendiar veículos, fechar escolas etc… não é terrorismo. Não podemos chamar os traficantes assim pois é uma grave violação à soberania nacional.
Abaixo, comento a coluna “Designação traz riscos ao Brasil”, de Lourival Sant’Anna, publicada no jornal *O Estado de S. Paulo* em 31 de maio de 2026.
“A designação do PCC e do CV como grupos terroristas beneficia o crime organizado, Flávio Bolsonaro e Donald Trump, e cria riscos para os brasileiros, as Forças Armadas, a Polícia, o Ministério Público, a economia, a soberania e a democracia.”
Caberia ao autor explicar como a designação do PCC e do CV como grupos terroristas beneficia cada um daqueles citados por ele e prejudica os demais. Infelizmente, isso não fica claro no texto. Ficamos apenas com essa acusação vazia.
Como “o regime adotado pelos EUA no combate ao terrorismo aumenta o sigilo e diminui o compartilhamento das informações com as polícias e o MP estaduais e federais”?
Em sua tentativa de explicação, segundo Lourival, “depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, as ações antiterroristas passaram a tramitar em tribunais secretos, que suspendem os direitos dos cidadãos estrangeiros”.
Primeiro, o único tribunal com sessões fechadas nos EUA é o da FISA Court. Nesse caso, Lourival erra. Esse tribunal não foi criado pelo Patriot Act de 2001, mas em 1978 pela lei FISA (Foreign Intelligence Surveillance Act).
Depois, o FISAnão julga pessoas. Apenas aprova mandados de vigilância (escutas, coleta de dados etc.) no exterior.
As decisões da FISA são classificadas por questões de segurança nacional, mas são tomadas por 11 juízes distritais e supervisionadas pelos representantes do povo em comitês de inteligência do Congresso.
Há, sim, tribunais militares que julgam estrangeiros fora dos EUA, como os de Guantánamo. No entanto, não são totalmente secretos e suas decisões podem ser invalidadas pela Suprema Corte americana.
Lourival erra também ao falar em suspensão de “direitos dos cidadãos estrangeiros”. Ora, estrangeiros fora dos EUA não têm direitos protegidos pela Constituição americana. Eles não são considerados “persons” com direitos constitucionais contra ações do governo.
Lourival afirma que “o controle do tráfico de drogas, armas e pessoas pode ser — e tem sido — imposto no âmbito da cooperação entre EUA e Brasil. A caracterização do crime organizado como terrorismo não acrescenta eficácia a essas ações de inteligência”.
Primeiro, os americanos têm o direito soberano de designar esses grupos como terroristas. Por sua vez, Lourival, diferente da maior parte da população brasileira vítima do terrorismo do CV e do PCC, pode continuar julgando que esses grupos são apenas criminosos comuns.
Agora, antes de fazer essa designação, os americanos avaliaram que o combate histórico aos traficantes latinos como criminosos comuns não estava sendo suficiente para evitar, por exemplo, a morte de dezenas de milhares de cidadãos americanos todos os anos por overdose. Em 2022, foram cerca de 108 mil mortos. Entre 1968 e 2020, mais de 1,1 milhão de americanos morreram vítimas de drogas.
Com o crescimento do PCC e do CV no Brasil, os americanos podem avaliar que essa “cooperação entre EUA e Brasil” já não faz sentido. Afinal, como disse o próprio Lourival, “o crime organizado é uma atividade altamente lucrativa que corrompe policiais, juízes e políticos”. Os americanos sabem disso. Viram o exemplo da Venezuela, do México e da Colômbia. Agora voltaram-se ao Brasil.
Obviamente, nesse caso, faz sentido cortar “os vasos comunicantes entre os órgãos de investigação” corrompidos pelo narcotráfico e partir para ações unilaterais, seja de inteligência (com investigações da CIA), seja militares (ex.: destruição de barcos com drogas no Pacífico e no Caribe).
Lourival afirma que “a doutrina americana de combate ao terrorismo no exterior substitui policiais e promotores treinados para esse combate por militares que não têm essa expertise. Militares são treinados para matar o inimigo e destruir o alvo, não para investigar criminosos.”
Sim, Lourival, o objetivo americano é exatamente matar inimigos dos EUA e destruir alvos como depósitos de armas e drogas e veículos de transporte. O objetivo não é exatamente prender e julgar traficantes estrangeiros (apesar da captura de Maduro). Por isso, faz todo sentido designar esses grupos como terroristas e usar as Forças Armadas. Os resultados estão à vista.
Não sabemos do que Lourival fala ao dizer que “o contato com o crime organizado pode corromper toda uma corporação militar”. Os brasileiros não precisam usar suas Forças Armadas contra o CV e o PCC se não desejarem. Quem fará isso são os americanos. E não haverá qualquer contato, a não ser o contato entre o Hellfire e o speedboat.
Segundo Lourival, “com a designação, toda negociação entre os governos americano e brasileiro se dará sob a ameaça de sanções financeiras e ações militares a título de defesa da segurança nacional dos EUA.”
Sim, os americanos ganharam poder de barganha para pressionar o Brasil a impedir que criminosos brasileiros prejudiquem cidadãos americanos.
Lourival, entretanto, falha miseravelmente ao deixar de notar que esse poder não existiria se os nossos governantes tivessem feito o trabalho primordial de defender a soberania e o povo brasileiro contra grupos narcotraficantes que cresceram exponencialmente nas últimas décadas.
Sim, Lourival, os americanos podem usar essa designação para bloquear o “acesso dos bancos brasileiros ao dólar”. Como o governo brasileiro se recusa a agir contra criminosos que ameaçam seus cidadãos, resta aos EUA forçar entidades privadas a sufocar financeiramente essas organizações.
Isso, no entanto, não aumenta a “insegurança jurídica dos negócios no Brasil”, como diz Lourival. A menos, é claro, que esses negócios sejam escusos, não façam compliance correto e sirvam para lavar dinheiro oriundo do crime. Caso contrário, a única insegurança jurídica no Brasil continua sendo aquela advinda do STF.
Por fim, Lourival entra de cabeça na campanha pela reeleição do PT, o partido que assistiu de braços cruzados ao crescimento do PCC e do CV (dois grupos terroristas segundo a república constitucional mais longeva da história).
Faz isso com a velha tática do medo: se Flávio vencer, “militares… podem entrar pela porta da segurança pública para atropelar direitos civis e assumir poderes que só tiveram durante a ditadura”.
Pode ser que militares façam isso, mesmo sabendo que não o fizeram durante os quatro anos do governo Bolsonaro? Mesmo sabendo que a única ação contra direitos civis feita por militares ocorreu quando prenderam cerca de 1.500 cidadãos indefesos que exerciam seu direito legal de protestar às portas do Quartel-General do Exército no dia 9 de janeiro de 2023? Homens, mulheres, crianças e idosos foram enganados pelo Exército, colocados em cinquenta ônibus e levados para serem presos num ginásio da Academia Nacional da Polícia Federal. Todos foram presos juntos, em massa, sem individualização, em violação do princípio da presunção de inocência e do devido processo legal.
Nenhuma palavra, Lourival? O autor usa a tática do medo de um futuro hipotético quando, hoje mesmo, no presente, um em cada quatro brasileiros vive apavorado em áreas dominadas pelo CV e pelo PCC.
O autor usa a tática do medo de um futuro hipotético quando, hoje mesmo, o Brasil se encontra em estado de exceção desde 2019, decretado ilegalmente pelo STF, com violações de garantias constitucionais como o direito à livre expressão do pensamento e às manifestações públicas.
Texto vergonhoso.
https://t.co/Lrblmrx4Ro
"Se você não é super-rico, não se preocupe com a taxação dos super-ricos"
"Se você não é pedófilo, não se preocupe com a Lei Felca"
Pois bem, se você não é do PCC nem do CV...
Peraí...
Master faz repasse em 2024 a empresa ligada ao filme do Bozo e vira escândalo?🤔
Mas e o patrocínio do Gilmar Palooza em Portugal? E o Patrocínio dos eventos do LIDE? E o patrocínio aos blogueiros para atacar o Bacen, e o patrocínio ao frequentadores do clube do Whisk? E o patrocínio ao filme do Temer e do Lula? E o patrocínio da ida do chefe da PF ao evento de Londres? E o patrocínio dos 6 fóruns de Ministros do STF em NY, Roma e Paris? E o patrocínio do evento da Globo em NY? E o patrocínio do Caldeirão do Huck? E o patrocínio a Modelos de luxo para presentear políticos de Brasília? E o patrocínio ao grupo Metrópoles? E o patrocínio para compra de parte do Resort Tayayá? E o patrocínio disfarçado de contrato com a Barci de Moraes?
Poxa, senão falarmos sobre todos esses patrocínios do Master, pode parecer até fofoca com fins eleitoreiros né?😬
2025: "Se eu fosse presidente, teria salvo 80% das pessoas na pandemia da Covid", disse o Lula
- Mais de R$ 1,7 bilhão desperdiçado com vacinas vencidas, antes do final de 2023, perdendo apenas para o governo Lula 2, que foi de R$ 1,96 bilhão
- Foram 58,7 milhões de imunizantes perdidos, 22% a mais que na gestão Bolsonaro
- Descarte de R$ 108 milhões em vacinas e medicamentos apenas em 2025, valor mais de 3 vezes superior ao registrado durante toda a gestão Bolsonaro
- Bombas de infusão e kits de monitoramento de glicose, com validade até 2050 foram INCINERADOS prematuramente
- TCU identificou desperdício de R$ 260 milhões em Coronavac sob governo Lula, 7,9 milhões de doses vencidas
Isso tudo só no Lula 3
Vídeos do governo DEFENDENDO a taxa das blusinhas, que o PT vai dizer que é fake news e o STF provavelmente vai proibir na eleição
02 de abril de 2026: Geraldo Alckmin diz que o governo defendeu a taxa porque "era a defesa do emprego e da renda"
Senadora acusa deputado de estupro de vulnerável em rede nacional: "desculpa aí pelo transtorno"
Ministro do Supremo comete homofobia (crime imprescritível e inafiançável, de acordo com o próprio Supremo) em rede nacional: "desculpo-me pelo erro"
Humorista conta piada num palco de stand-up: 8 anos de prisão