"[...] parece bom superar a dependência se nos tornamos dependentes de uma estrutura colonial, de um Estado injusto ou de um casamento abusivo. Romper com essas formas de sujeição faz parte do processo de emancipação [...]" (Butler, 2021, p. 51).
E eu que fui malhar com enxaqueca e tinha uma moça fazendo fotos pra loja fitness dela e eu comprei 3 peças...
Final do mês.
Sem grana. Trouxe as peças que ela tava usando.
Nunca malhem com enxaqueca.
2) As cicatrizes que a pós-graduação tem me deixado, servem para minha construção como orientadora e com os vindouros espaços seguros para minhas orientadas e para mim.
Minha psi me disse duas coisas muito profundas hoje:
1) Nessa academia, construída sobre elitismos e violência, o sofrimento não importa (inclusive, é romantizado). Então, ninguém liga para o sofrimento que passei na pós-graduação.
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Imagina você esperar dois meses para o feedback dela dos últimos capítulos, faltando semanas para a defesa e, na última orientação, ela tem a petulância de falar: "agora é minha vez de sumir"...
Enlouquecedor, não?
existe um limbo entre o momento em que você manda o capítulo da tese para sua orientadora e o momento do retorno com os comentários da peça. e esse limbo é composto por, de duas em duas horas, estar pensando: "MEU DEUS DO CÉU, o que será que ela vai achar?"
Aconteceu: levei meu miniprojetor pra dar aula, porque não confio mais na disponibilidade dos 2 únicos projetores do curso onde trabalho (já fui deixada na mão vááaáárias vezes).
Eu NUNCA deixei de cumprir um prazo que ela estabeleceu. Eu NUNCA deixei de enviar alguma atividade (nem que fosse atividade de grupo).
E o tratamento que eu recebo sempre foi meio merda.
Olha, pra mim, já deu.
Ela me cobra urgência nas demandas que ela mesmo acumula pra depois falar "essa semana não vou te ler".
Ela explode o prazo que ela mesma estabeleceu pra depois colocar a culpa em mim... E ainda termina a orientação dizendo: "agora é minha vez de demorar".
Mona?
Que tristemente bonito isso...
Acho que estou fazendo exatamente isso na docência e nos projetos que estou encabeçando.
Sendo a professora que eu queria ter tido.
Não adianta ter inteligência e não ter sensibilidade. Percebo que os melhores professores são aqueles que geram emoções. Esses você nunca esquece, esses que te inspiram
Pensando aqui sobre o APAGAMENTO ou a AUSÊNCIA das ações de cultura dos campi do interior na matéria que saiu.
O que podemos, como interior, esperar do Festival de Cultura da instituiçã?