@bfjjseven eu fui na liberdade a um ano atrás pra turistar e passei bem mal por conta do calor e tbm da quantidade de espera pra entrar em algum lugar pra comer, ent n vou dnv esse ano pq EU tive uma experiência ruim, mas sério é realmente chato ficarem falando pro pessoal n ir mds
🐯: Depois que eu pedi, através do Weverse, que não viessem até a frente dos hotéis, 90 de cada 100 ARMYs, mesmo que nos encontrem na rua, fingem que não nos conhecem. Mesmo quando nos veem, eles nos ignoram e passam por nós, para que possamos guardar boas lembranças, ainda que pequenas, nesses países. Às vezes, quando fazemos contato visual, eles até fecham os olhos com força para fingir que não nos viram. Esse comportamento deles nos deixa tão felizes que somos nós que damos o primeiro “oi”. Vamos até eles e dizemos: “Olá”, e eles, surpresos, respondem algo como: “Ah, olá, tenham um bom dia”. É assim que acontece. Às vezes, até apertamos as mãos. Vocês sabem, isso realmente aquece o coração. Por isso, nós também ficamos ainda mais gratos e agradecemos.
Estão vendo? É TÃO simples.
🚨 | ASSUNTO IMPORTANTÍSSIMO
📌 | LEIA TUDO, ATÉ O FINAL!
Desde o início, prezamos pela transparência com todos vocês. Por isso, queremos esclarecer alguns pontos importantes sobre os Hand Banners.
A Live Nation está ciente do projeto. Mantemos contato frequente, inclusive via WhatsApp, com o responsável pelas autorizações e projetos. Até o momento, porém, ainda não recebemos um retorno definitivo sobre a logística de distribuição dos banners nem sobre um possível custeio por parte da produtora. Ele alega que "não esquecemos de vocês, só pedimos um pouco mais de paciência, já vamos chegar lá".
Enquanto essa resposta não chega, existe uma única certeza: o projeto, hoje, depende exclusivamente das doações da B-ARMY.
Nós entendemos perfeitamente que cada pessoa tem sua própria realidade. Todos têm contas para pagar, prioridades, responsabilidades e gastos. Nunca vamos cobrar ou exigir que alguém doe. Mas precisamos ser sinceros sobre a situação em que estamos.
As doações estão praticamente paradas há um bom tempo. O apoio financeiro, que é a base deste projeto até o momento, deixou de acontecer no ritmo necessário. Isso significa que, sem uma mobilização da comunidade, não teremos recursos suficientes para produzir os hand banners conforme planejado. A realidade é essa: o projeto só avança se as doações voltarem a acontecer.
Hoje, temos R$ 7.529,08 em caixa, quando o custo estimado do projeto se aproxima de R$ 38.000,00. Isso significa que, neste momento, NÃO TEMOS RECURSOS SUFICIENTES PARA CUSTEAR NEM MESMO OS HAND BANNERS DE UM ÚNICO DIA COMPLETO DE SHOW (cerca de 85 mil).
Se não houver custeio por parte da Live Nation, a quantidade de banners produzidos será exatamente a quantidade que as doações permitirem. Não faremos promessas impossíveis de cumprir. Preferimos trabalhar com responsabilidade e entregar aquilo que realmente conseguirmos viabilizar.
Esse projeto nunca foi sobre números. Nunca foi sobre quem organiza. Sempre foi sobre os sete artistas, um grupo OT7, que mudou tantas vidas, inclusive as nossas. Durante anos, eles nos ofereceram conforto, força, esperança e amor através da música. O projeto dos Hand Banners é a nossa forma de retribuir uma pequena parte desse carinho e criar um momento inesquecível quando eles estiverem diante das ARMYS brasileiras.
Se esse projeto também toca o seu coração, se você sonha em ver um estádio inteiro levantando banners em homenagem aos sete membros, considere contribuir, dentro das suas possibilidades. Não importa o valor: cada doação nos aproxima desse objetivo.
🎟️ NOSSA RIFA: https://t.co/La0oURkg3w
💸 CHAVE PIX: [email protected]
Se não puder doar, tudo bem. Compartilhar a campanha, falar sobre o projeto e incentivar outras pessoas também faz uma enorme diferença.
Acreditamos que grandes projetos são construídos por muitas mãos. E esperamos, de coração, que a B-ARMY consiga transformar esse sonho em realidade junto conosco.
#BARMY360 #BARMY360HandBanners
@yooongizz Ômega. Pelos posts dá pra ver: carinho extremo pelo namorado, reações emocionais e fofas, interações mimando a galera e até a dinâmica de ele ser o provedor enquanto você dá caneca personalizada. Clássico ômega afetiva e delicada.
O renomado produtor Sleep Deez, vencedor do Grammy, contou que conversou com membros da Academia da premiação e que a ideia inicial era usar o grupo BTS como cobaia da categoria Asian Pop e futuramente criar uma série de categorias específicas para asiáticos:
"Eu conversei com alguém que trabalha na Academia e eles disseram que (o BTS vencer) seria uma situação ganha-ganha pra premiação. O BTS ainda estava no exército quando eles começaram a criar esse prêmio. E o raciocínio era que o BTS provavelmente seria cotado pras categorias maiores com o retorno deles (...). A pessoa me disse que o prêmio não foi criado pro BTS, mas que estaria mentindo se dissesse que eles serem os primeiros a ganhar não seria o sonho do Grammy. Porque o BTS vencer o primeiro significaria que outros artistas no futuro iriam querer seguir o mesmo caminho e ganhar esse prêmio porque o BTS ganhou. (...) E aí a intenção era, mais artistas querem esse prêmio, (...) e eventualmente a categoria iria se expandir em categorias mais focadas em gêneros musicais específicos (pra Ásia), talvez até por país. E a minha resposta foi, 'Então vocês queriam usar o BTS como ratos de laboratório'. A pessoa disse que não gostava desse termo (...)."