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Flamengo hj tá aquela pessoa que você ama mas tá falando merda pra caralho o dia inteiro e tu só quer distância e nem ouvir a voz pq tá com ranço até da respiração
🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo:
"O Clube de Regatas do Flamengo esclarece que requereu ao Supremo Tribunal Federal seu ingresso, na qualidade de amicus curiae, na ADI nº 8.027/DF, que discute a constitucionalidade da Medida Provisória nº 1.394/2026. O pedido foi formulado para que o Clube possa contribuir tecnicamente com o debate, a partir da perspectiva concreta de uma das instituições esportivas diretamente impactadas pela medida.
A manifestação do Flamengo busca levar ao STF elementos relacionados aos efeitos da Medida Provisória sobre o financiamento do esporte brasileiro, os contratos de patrocínio em vigor, a manutenção de modalidades olímpicas e de formação, bem como sobre a segurança jurídica das relações constituídas sob o regime legal até então vigente.
O Clube não pretende defender apenas um interesse contratual próprio. Sua participação tem por finalidade contribuir para que a Suprema Corte possa avaliar as consequências da alteração legislativa para todo o ecossistema esportivo, especialmente diante da dimensão e da rapidez dos efeitos previstos pela Medida Provisória.
O Flamengo reafirma que não se opõe à regulação do setor, inclusive ao seu aperfeiçoamento, mas entende que mudanças dessa magnitude devem observar os princípios constitucionais da segurança jurídica, da proteção da confiança e do fomento ao esporte, além de considerar os impactos sobre contratos e investimentos realizados sob as regras estabelecidas pelo próprio Estado."
Teve clube querendo jogar em meio à tragédia da Chape.
Teve clube forçando volta do futebol em meio à pandemia.
Teve clube forçando volta do futebol em meio ao desastre climático no RS.
Mas só foi tirar as bets que, agora sim, os clubes querem parar, né?
Canalhas.
A instabilidade afasta quem quer investir. Bap alerta que a decisão sobre as casas de apostas cria um cenário de incerteza que afugenta o investimento estrangeiro no Brasil. Mesmo que haja um recuo, as consequências para o mercado já serão ruins.
📲 Veja a entrevista completa na FlamengoTV no YouTube
sou flamengo e sou lula nessas eleições
antes das bets o flamengo já era gigante
na hora de cobrar 500 reais em camisa e afastar o povão do estádio o clube é um leão
que se virem pra arrumar patrocínio
Uma falsa solução que vai prejudicar o futebol nacional. No MengoCast, Bap alertou que proibir as apostas não resolve o endividamento das famílias brasileiras, mas ditará a queda drástica do nível dos plantéis e o afastamento dos grandes jogadores.
📲 Assista à entrevista completa na FlamengoTV no YouTube
The Patient Zero video is finally out in the world! Getting to work with Emmanuel Lubezki was something out of a dream sequence, and I learned so much from getting to watch his genius in action. I want to thank Dakota and Colin for trusting me with their time, taste, and talent (Giggling with your friend because you’re twinning for an entire shoot was a new and truly delightful experience). And Colin’s turn as a villain is even more impressive when you get to be around him. He’s an absolute light and as kind as they come. Cara, thank you for agreeing to play the lusty other woman. That’s what friends are for?
With the Patient Zero video, I got to explore the cinematic and literary genres I love so much. I wanted to incorporate elements of gothic ghost stories, true crime, psychological thrillers all in a setting I hadn’t really shot in much. The house was a metaphor for the coldness of a relationship that’s faded and atrophied. Thank you to Ethan Tobman for your insightful production design, and bringing that feeling to life. My editor Chancler Haynes has outdone himself. And lastly, thank you to the VMAs for giving us a World Premiere at the place where celebrating music videos became a thing. And so much love for you guys, always. Watch now on https://t.co/5gUyQ8yBJf
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.