Os eleitores da Bahia adotaram uma nova forma de desmentir o candidato a reeleição ao governo do PT.
A cada debate, a população irá filmar e colocar nas redes sociais todas as mentiras ditas pelo governador.
Se essa prática pegar nos outros estados, o povo saberá o quanto são mentirosos.
Mentiu no debate, no dia seguinte todos terão as provas de que mentiu descaradamente. 😂😂😂
Se a própria esposa do ministro Alexandre de Moraes figura entre as vítimas dos fatos investigados, sua atuação como relator não é apenas questionável pela aparência de imparcialidade, mas é necessariamente insustentável .
Há uma situação objetiva de impedimento. O juiz não pode julgar causa que envolve diretamente seu cônjuge. Sua permanência na relatoria afronta a imparcialidade judicial e, portanto, fere os princípios do devido processo legal e do Estado Democrático de Direito.
Esse é meu pensamento de simples bacharel e de um político que foi Constituinte com muita honra e honradez
Un erudito islámico e imán de Dearborn, Michigan, enseña que una esposa no tiene derecho a negarle la intimidad a su marido. Luego ofrece instrucciones sobre cómo castigarla y golpearla.
¡Esto es repugnante!
É no minimo estranho um ministro do STF que não faz muito tempo foi governador do Maranhão esta patrocinado processo e prisões no seu Estado contra um ex secretário de Segurança Publica ( que parece não ter foro privilegiado) - e que talvez, tenha sido seu adversário na política local.
Mas, infelizmente como estamos um tanto quanto inseguro no que se refere a observância da Constituição de 1988 ... tudo esta sendo "normalizado" .
Depois desse dia, nunca mais chamaram ela para nenhuma entrevista.
Ela fez a pergunta proibida e destruiu a narrativa com fatos ao vivo. Uma verdadeira aula sobre como as instituições são usadas contra a própria liberdade.
APÓS ENTREVISTA, ECONOMISTA DISPARA: “DAQUI VOU PARA CADEIA”!
O economista Alexandre Schwartsman fez críticas a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao questionar decisões e medidas adotadas pelo magistrado em nome da defesa da democracia.
Na terça-feira passada, um homem de 75 anos que não pode entrar nos Estados Unidos nem na União Europeia atravessou o Palácio do Planalto e apertou a mão do presidente.
O encontro não constou da agenda oficial. O Planalto não divulgou nota, não divulgou foto, não anunciou nada. Quem contou ao mundo que aquilo tinha acontecido foi a embaixada da Rússia.
O nome dele é Nikolai Patrushev. Dirigiu o FSB, herdeiro da KGB, de 1999 a 2008, e é assessor direto de Putin desde 2024.
Em 2016, o inquérito público britânico sobre a morte de Alexander Litvinenko, envenenado com polônio-210 em Londres, concluiu no parágrafo 10.16: “a operação do FSB para matar o senhor Litvinenko foi provavelmente aprovada pelo senhor Patrushev e também pelo presidente Putin”.
É por isso que está na lista de sancionados do Tesouro americano e da União Europeia.
Há ainda uma acusação mais antiga, e ela precisa ser tratada pelo que é. Em setembro de 1999, prédios residenciais explodiram de madrugada em Moscou e em mais duas cidades, perto de trezentos mortos.
Em Ryazan, moradores flagraram sacos de explosivo e um temporizador num porão, e o ministro do Interior anunciou um atentado evitado. No dia seguinte, Patrushev disse na televisão que era um exercício e que os sacos tinham açúcar. Dali nasceu a acusação de que o próprio FSB teria armado os atentados. Nenhum tribunal jamais julgou isso e a Duma nunca abriu investigação. É acusação, e continua sendo.
Foi esse homem que o Brasil recebeu.
Oficialmente, veio tratar do reator nuclear do submarino Álvaro Alberto e de construção naval. Passou pela Defesa, pelo Itamaraty, pelo comando da Marinha e pelo Arsenal de Marinha. No mesmo dia, o presidente telefonou para Putin, e segundo o Kremlin a ligação partiu do lado brasileiro.
Agora repare na semana escolhida.
Milei chamou Lula de presidiário num palanque em São Paulo, e o Itamaraty chamou o embaixador de volta, deixando vazia a embaixada em Buenos Aires.
Washington taxou parte relevante do que vendemos, o Brasil negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado e, na mesma terça, cancelaram o visto da nossa embaixadora. Nove dias antes, Lula falara mais de uma hora com Xi Jinping, e o comunicado chinês registrou que a China se opõe à interferência externa.
A aproximação com Moscou tampouco é nova. Em 2025, com a guerra em curso, Lula assinou acordos nucleares com a Rosatom. Em 2026, Celso Amorim disse, de Moscou, que na Ucrânia o Brasil não tem que tomar partido. E a Rússia é hoje a principal fornecedora do diesel que importamos.
A pergunta é outra: por que um encontro desses fica fora da agenda oficial, e por que quem informa o brasileiro sobre o que se passou no Planalto é a embaixada de outro país.
Fontes: The Litvinenko Inquiry (juiz Robert Owen, 2016, §10.16); lista SDN do Tesouro dos EUA; comunicados do Kremlin, do Itamaraty e do governo chinês; ANP.
Ulisses Rabaneda dos Santos é um dos conselheiros do CNJ que votaram na terça-feira, 4/8, pelo afastamento por 2 anos da juíza Gabriela Hardt, da Lava Jato.
Na quinta, 6/8, seu escritório de advocacia foi alvo de buscas da Polícia Federal na Operação Heritage, que apura um desvio de R$ 308 milhões em recursos públicos ligado a um acordo celebrado entre o Estado de Mato Grosso e a Oi.
Ulisses, que alega ter prestado apenas serviços advocatícios, atuou como advogado da empresa de telefonia na negociação, antes de assumir o cargo no Conselho Nacional de Justiça. Seu passaporte, por determinação do ministro Flávio Dino, do STF, será retido assim que ele retornar de viagem ao exterior.
A operação financeira investigada envolveu fundos Royal Capital FIDC e Lotte Word FIDC, administrados e custodiados pelo Banco Master, o que permitiu, segundo a PF, que o dinheiro chegasse a fundos administrados por familiares do então governador Mauro Mendes e do deputado federal Fábio Garcia, ambos da União Brasil.
Os dois políticos também devem entregar seus passaportes, assim como o atual desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, Ricardo Gomes de Almeida, que assinou documentos junto com Ulisses.
Nas palavras da PF, “há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos, mediante a utilização de estrutura financeira composta por fundos de investimento em cascata e pessoas jurídicas interpostas, com o objetivo de ocultar e de dissimular a origem, a movimentação e a destinação do dinheiro”.
Ulisses foi indicado para o CNJ pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), órgão em que atuava como procurador-geral.
A indicação passou por aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no Plenário do Senado Federal.
Curiosamente, sua nomeação oficial foi assinada pelo presidente Lula, condenado no caso do sítio de Atibaia por Gabriela Hardt, agora afastada com voto de Ulisses.
O então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que ajudou a blindar Lula contra a Lava Jato no Supremo, também assinou a nomeação do conselheiro.
Puro suco de Brasil.
https://t.co/4BfynrlhW1.
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Los talibanes han prohibido permanentemente la asistencia de mujeres y niñas a las escuelas y han legalizado la esclavitud sexual.
ONU Mujeres no se ha pronunciado al respecto.
PF encontra foto de advogado investigado em piscina com deputados e senadores > https://t.co/rkKtiRZehb
Arquivo foi localizado no celular de Weverton Rocha (PDT-MA) em investigação sobre fraudes no INSS que apura suspeita de que Willer Tomaz lavou dinheiro para o parlamentar; ele nega acusação e repudia divulgação da fotografia; senador afirma que vai pedir investigação sobre vazamento da imagem e diz que ação tem ‘viés político-eleitoral’
23:59 - Lula: “Esse país precisa parar de ter gente vivendo de dividendos.”
00:00 - Lula com milhões do próprio patrimônio aplicados em VGBL, renda fixa e fundo imobiliário.
O socialismo é sempre mais fácil quando o patrimônio a ser socializado é o dos outros!
Le mouvement « Libérez la Palestine » a vandalisé une peinture historique de 1914 sur la Déclaration Balfour.
Peut-on savoir pourquoi ces gens n'ont pas des centaines de milliers d'euros de dommages à payer au musée ?
OPINIÃO ✍️ Carlos Andreazza: "Superintendentes não reclamaram quando Toffoli restringiu o acesso ao conjunto probatório do caso Master, que incluía o resort do qual era dono, nem quando Moraes atuou como investigador"
🔗 Leia a coluna > https://t.co/npuUZO05Rv