Essa análise segue atual em um aspecto fundamental. Mesmo sem vivermos uma situação pré-revolucionária, o problema da direção da classe trabalhadora continua sendo central.
Não se trata de ser contra reformas que melhorem a vida do povo, mas de compreender que elas, por si só, não substituem a necessidade de construir uma alternativa política independente da burguesia e de seus governos.
@candido21686117 Se queremos conquistar as massas e a classe é preciso enfrentar a extrema-direta e também o governo de conciliação de classes do Lula.
🖊️ Nessa frase aqui a camarada canetou: Se a alternativa independente ainda é
pequena, a tarefa é fazê-la maior, não
abandoná-la em troca de mandatos
dentro de um campo que administra a
política que diz combater.
LEIAM! ⬇️
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@candido21686117 Não faz sentido a bancada que se diz radical subir no mesmo palanque daqueles que seguem atacando a classe trabalhadora, se apoiando em um governo que não resolveu a demandas da classe trabalhadora, como por exemplo a revogação da reforma da previdência…
gente, é simples. o PSTU não vai abrir mão de seu programa de independência de classe, que defende uma revolução brasileira, não como uma etapa, mas como parte de um processo da emancipação mundial da classe trabalhadora. vcs acham que o programa das outras organizações defendem