Uma fala do padre conhecido como Gugu, durante um sermão na Paróquia de Araci, na Bahia, gerou polêmica e provocou um amplo debate sobre religiosidade, fé e prática cristã, além da violência contra as mulheres.
💬"Quem está pintando miséria não é ateu, não. Ateu não está batendo em mulher dentro de casa, não tem nenhum ateu jogando bomba em outra nação, não tem nenhum ateu guardando dinheiro dentro de Bíblia, não tem nenhum ateu estuprando criança, não".
🚨 GRAVÍSSIMO
Flávio Bolsonaro sobre Michelle:
“Ela sendo a esposa do meu pai, que eu sempre respeitei… se não fosse, certamente não teria chegado a esse ponto. Estaria estancado antes.”
Reinaldo Azevedo ficou visivelmente chocado.
No Rio, especialmente na zona oeste, “estancar” é gíria de milícia que significa MATAR / eliminar.
Flávio acabou de dizer que, se Michelle não fosse casada com o pai dele, já teria sido morta?
Alguém entendeu diferente?
🇧🇷 BRASIL: Padre faz desabafo após onda de crimes cometidos por quem está dentro das religiões: “não tem ateu batendo em mulher… os cristãos são cruéis, malvados e desumanos”
José Trajano, em entrevista ao Estadão, sobre Neymar.
"Neymar é um péssimo ídolo. Vou dar um exemplo de como ele é um péssimo ídolo. Ele foi para os EUA em péssimas condições (disputar a Copa) e, quando teve uma folga, comprou um relógio de R$ 5 milhões em Nova York. Eu não tenho nada a ver com ele comprar relógios. É a ostentação que me incomoda. Em contrapartida, o Haaland, com aquela cara de viking, comprou o livro mais caro da história da Noruega e doou para a biblioteca de sua cidade natal."
Via: @Estadao
📷Uol /📷jacobarabo
Aí o Sóstenes revelando que Michelle precisou ensinar Bolsonaro a beijar na boca. Que virjão, como todo misógino, como todo redpill, não sabe se relacionar com mulher e aí desconta sua frustração, seu fracasso e seus complexos nas mulheres.
Rapaz, NÃO FALHA! Empresário dono da “Picanha Bolsonaro”, que vivia atacando mulheres trans, amigo do Jair, é acusado de ameaçar uma mulher trans após contratar serviços sexuais e não pagar.
O discurso é sempre o mesmo: “Deus, família, bons constantes”…
Flávio Bolsonaro comemorou a vitória da extrema direita na Colômbia. Não comemorou o Brasil sair do Mapa da Fome. Não comemorou a isenção de imposto de renda. Não comemorou o menor índice de desemprego da história. Ele só comemora o que pode ajudar ele. Os pobres que se lasquem.