Eu vejo muita gente batendo cabeça sobre o 3º goleiro do Brasil na Copa, mas a verdade é que estamos perdendo a chance de fazer algo histórico…
Podem me chamar de louco, mas pra mim, o goleiro Fábio merece mais reconhecimento por tudo que agregou ao futebol brasileiro durante tantos anos. E eu acho que uma homenagem assim na Copa do Mundo seria muito foda.
Em 2014, teve um momento muito marcante que ficou na minha memória. O goleiro Faryd Mondragón entrou em campo contra o Japão aos 43 anos e 3 dias, tornando-se, naquele momento, o jogador mais velho da história a atuar em uma Copa do Mundo. A substituição foi praticamente simbólica, um reconhecimento pela carreira e pela importância dele para o futebol colombiano.
Quatro anos depois, o goleiro egípcio também foi homenageado da mesma forma. Essam El-Hadary jogou contra a Arábia Saudita com 45 anos e 5 meses, batendo o recorde do colombiano.
Em junho de 2026, durante a Copa do Mundo, Fábio terá 45 anos e 8 meses, o que tornaria possível quebrar esse recorde.
E eu afirmo que não seria nenhum absurdo. O mundo viu no Mundial de Clubes, pelo Fluminense, Fábio demonstrar toda a sua qualidade, apesar da idade avançada.
Os bastidores da gravação do CR7 pro PES 2013
Quem viveu essa época sabe o quão bom era sentar no sofá e passar horas jogando
So de escutar essa música já vem a sensação absurda de Nostalgia
"Vinicius chegou ao topo do mundo à sua maneira. E esta maneira estava longe de ser a mais confortável. O craque brasileiro não escolheu os atalhos."
"Vinicius não calou. Assumiu que sua responsabilidade ia além de jogar (muito) futebol. Enfrentaria as novas etapas de seu amadurecimento, a adaptação a um novo país, mas faria algo mais. Enquanto isso, prestaria um serviço à sociedade: emprestaria sua imagem, sua fama e sua voz a uma causa, falaria em nome de tantos jovens pretos que foram convencidos a não questionar o privilégio branco."
"Estava no palco da cerimônia da FIFA um jogador que jogou tanta bola ao mesmo tempo que lutava, desde muito jovem, por uma causa essencial para a sociedade, enfrentado a ira de uma elite branca que se viu desafiada como poucas vezes um jovem jogador preto ousou fazer. Assumir tantos desafios ao mesmo tempo seria peso demais para muitos atletas. Para Vinicius, não foi. O drible desconcertante nos racistas foi apenas mais uma de suas grandes jogadas. As que ele fez com a bola, renderam a ele o The Best. O corajoso desafio ao sistema, faz dele um símbolo de luta por igualdade."
🎙️ Carlos Eduardo Mansur, no @geglobo.
📸 Real Madrid