Tem um deputado federal que FRAUDOU um documento da PF, esse mesmo deputado federal fez fake news com o presidente da república o colocando como pedófilo e NADA aconteceu mas sim, a Ana Elisa é a parlamentar que deveria está presa rs
brasileira AMA uma política assistencialista quando é imigante, mas, ODEIA quando é uma política assistencialista dentro do próprio país. porque o dinheiro jogado fora é "dele" enquanto ele deve achar que os auxilios não vem dos gringos e sim do peter pan
Um grande comunicador, adorava assistir seus vídeos sobre aviação, compartilhou muito saber e tenho certeza que marcou muita gente. Que a familia se fortaleça e tenha muito força nesse momento tao difícil. Que você tenha belo voo Lito, descanse em paz.
🖤 LUTO | Morre Lito Sousa, especialista em aviação e dono do canal Aviões e Músicas
Lito Sousa foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição rara e degenerativa. Ele deixa a esposa e o filho, de 7 anos
A Gizelly é uma das pessoas que eu mais detestei em reality show e eu até me coço pra “elogiar” ela, mas quando ela saiu do programa ficou um tempão no oba oba da torcida dela que era horrenda com a enorme maioria dos participantes da edição e achando que tudo que eles falavam tava certo
Ela demorou pra se pronunciar, mas quando viu que a situação começou a escalar e passar do ponto ela deu um fecho na torcida falando pra galera ter ao menos o mínimo de respeito nas críticas pq tavam exagerando muito
Independente do desfecho da amizade (que eu realmente não poderia me importar menos pq pra mim é extremamente natural que esse povo todo se afaste aqui fora), não ter tido pelo menos uma chamada (nem que fosse genérica) na torcida pra pararem com racismo depois de tudo que aconteceu entre elas no programa foi bizarro
Podem negar o quanto quiserem, mas eu conheço bem alguns da torcida e sei que no fundo tbm ficaram decepcionados com a postura, mas não querem assumir pq a ideia de torcer por uma campeã perfeita parece mais agradável do que enxergar que favoritos tbm erram
Ninguém precisa torcer pela amizade, ficar do lado da Milena, transformar a AP num monstro, tentar reescrever a história falando que o outro grupo estava certo sobre tudo, mas não mata assumir que nessa situação faltou posicionamento e pulso firme, que ela só não teve pq viu que não teria consequência alguma pra ela
E a maior parte do programa ela falando mal junto com a galera que vcs tbm detestavam, mas o que esperar dessa torcida hipócrita.
Nada contra a Gabi, que ela vença muito, mas essa torcidinha se passam demais
eu sei que pra vc não importa, pq vc não é fã da ana e não sei nem pq vc tá se intrometendo, mas o principal motivo começou no dia dessa foto, quando apenas gabi e juliano deram apoio pra ana, enquanto a que vc citou largou a mão dela
genuinamente não consigo entender o povo ficando puto com o lula proibindo influenciador de divulgar bet
os caras viajando sempre, com casa própria, apartamento, tudo com dinheiro que arrancou de GENTE COMUM e as pessoas ainda querem que TENHAMOS DÓ???!?!
Toda a grana que as bets injetaram no futebol só serviu pra dar grana pra quem ja era rico, jogadores e dirigentes, o torcedor não ganhou estádios melhores, preços melhores em ingresso, camisa, consumo... quem ja ganhava antes das bets segue ganhando e os outros com mais dívidas.
isso impacta diretamente o maior patrimônio do clube que é o torcedor, quanta gente, famílias destruídas por conta de bets, jogadores e familiares se enfiando em esquemas de apostas, tome prumo Flamengo, tu não era nada antes das bets? Deve ter sido um sonho as glórias alcançadas
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
O Flamengo teve uma BET como patrocínio Máster apenas em 2024, antes disso já tinha vencido três Libertadores e 8 Brasileiros.
O maior clube do mundo pode sim e deve buscar um patrocínio que não venha com dinheiro fruto do vício de seus torcedores.