Que interessante...!
Quando eu decidi abandonar o nome brasileiro que me foi dado, eu decidi escolher um nome afrikano pra mim. E me animei com essa liberdade.
Mas, diante da dificuldade na escolha, entendi que era preciso que, de novo, o nome me fosse dado.
Pedi o nome à pessoas importantes na minha história, mas não o recebi. Então, entendi que a escolha seria minha, mesmo.
Finalmente, escolhi. E me vejo cuidando de Zuberi como essa menina linda que merece cuidado. Amor. Coisas preciosíssimas que
– Olha, Fulana(o), eu não quero saber. A gente vai ter que passar as suas sessões pra 2x/semana.
– Olha, Beltrana(o), sinto muito. A gente vai ter que passar pro presencial.
– Olha, Sicrana(o), a gente vai ter que fazer sessão no sábado.
– Sim, Sra.! Sim, Sra.! Sim, Sra.!
Do crente ao ateu, ninguém consegue explicar a atmosfera de apocalipse que se forma quando a pessoa mais calma do ambiente finalmente perde a paciência.
É interessante como (também) os genitores se ofendem de ver a gente se apresentar como mãe solo... Rs... Que tal vocês experimentarem ser pai de verdade, gente?!
Tudo o que você fala de mim é projeção, meu amor. E, quando você diz que não dá pra preto confiar em preto, o que você quer dizer, na verdade, é que não se pode confiar em VOCÊ! 😘
Todo mundo falando pra eu ir à Delegacia de Mulheres. (Até a espiritualidade.) Mas eu tenho mil coisas pra resolver e a coisa lá demora HORRORES.
Então, decidi tentar o 180 de novo. Vamos ver se dessa vez resolve! 😍
Você tá me fazendo o convite de aprofundar ainda mais. De enfiar a MÃO na ferida. Eu topo. Mas essa é uma via de pulsão de morte. Muito arriscada e muito mais sofrida. Se a gente pegar essa via, (...)
a gente vai ter que ficar de olho na sua ideação suicida. Aumentar o número de sessões. E tudo mais...
Sendo que a gente podia aprofundar do mesmíssimo jeito pela via da vida. Essa via à qual você tem resistido. E isso tem à ver com a sua parte branca.