@LS811922 Você sabia que o Riquelme não jogou no Flamengo, porque lá em 2013 quando ele estava negociando, sentou no sofá dele lá em Buenos Aires, ligou a tv para vê o jogo do mengaun e viu um 3x0 no primeiro tempo sofrido contra o Corinthians dentro do Maracanã?
@tmr6dlr@CBF_Futebol Zeca o Corinthians foi o time que mais perdeu treinadores para a Seleção Brasileira.
Não precisa dessa soberba toda.
É o melhor momento do seu clube desde que foi fundado, calma. Falta muito para consolidar isso.
@rafergie@g1 A maioria vive de forma ilegal.
Tem gente que fica 20 anos ou até mais, para retornar ao Brasil depois que consegue obter legalização.
Se todos tivessem autorização para entrar e sair dos EUA, cenas como essa praticamente não existiriam.
O dólar é muito forte.
@iletsccp Entende muito de futebol este senhor.
Vive de historia dos anos 90, para arrotar tradição em libertadores.
A verdade é que nenhum clube brasileiro tem essa tradição, tudo está sendo construído agora.
@mendlowicz Eduardo Bueno é um exemplo claro de como o talento intelectual pode ser desperdiçado quando a vaidade e o rancor assumem o lugar da razão. Ele conhece profundamente a história do Brasil, mas prefere usar sua notoriedade para destilar ódio, O conhecimento sem caráter vira veneno.
@marceloaimi@GloboNews O Direito não se constrói com atas fictícias ou analogias de quadrinhos. Exige prova concreta, materialidade e tipicidade. Sem isso, não existe condenação legítima, existe apenas encenação política.
ps: Não tenho lado político.
@gleicecristina@CNNBrasil As normas se baseiam em princípios jurídicos objetivos, como legalidade, devido processo e tipicidade penal. A moral pode inspirar valores, mas não substitui a lei. Punir alguém por convicções morais é rasgar a Constituição e transformar Justiça em perseguição.
@marciomarim@CNNBrasil Confundir a defesa de um princípio constitucional, de que ninguém pode ser punido por convicções morais, com “apoio a golpista” é rasgar o Direito em nome da histeria. Prova não é slogan, é elemento jurídico que se apresenta nos autos.
@Diegosaid31@GloboNews O equívoco está em tratar decisões distintas como se fossem idênticas. Cada processo tem denúncia própria, provas específicas e enquadramento jurídico singular. A coerência não está em repetir fórmulas, mas em aplicar a lei conforme os autos.
@marceloaimi@GloboNews Confundir o voto técnico de um ministro com “apoio a golpe” é não distinguir Direito de narrativa. Fux apenas aplicou o que a lei exige: sem prova de permanência, não há organização criminosa. O resto é só histeria política travestida de análise.
@Bethcerquinho@g1 Não há contradição. Julgar réus distintos em contextos diferentes exige aplicar princípios de proporcionalidade e competência jurisdicional. Confundir rigor processual com “conveniência política” é reduzir a complexidade do Direito à lógica rasa de torcida.
@rairihanna1@g1 Quem reduz um voto constitucional a “uma bosta” revela mais sobre sua limitação de linguagem e de compreensão do que sobre o mérito da decisão. A defesa de um ministro do STF não é medida pelo “básico da constituição” que se lê em apostila de concurso.
@PedroRonchi2 Lembrei da frase de Tywin Lannister em Game of Thrones: ‘Qualquer homem que precise dizer ‘Eu sou o rei’ não é um rei de verdade.’ O verdadeiro poder não precisa ser exibido de forma tão ostensiva. Ele se impõe pela postura e pelas ações, não pelo espetáculo.
@forallcurious Difícil crer em hipóteses artificiais, mas também não é simples explicar um objeto tão atípico apenas pela natureza. O espaço insiste em nos deixar sem certezas.
@Oledobrasil@CasitalbRiver A atmosfera dos estádios argentinos, especialmente da Bombonera e principalmente do Monumental, é única. Deve ser incrível assistir a um jogo lá.
@PedroRonchi2@bbbrezenski Problema social por drogas na Filadélfia não apaga fila por comida e falta de liberdade em Cuba. Cada país tem seus dramas, a diferença é que aqui você pode filmar e criticar o governo sem ser preso.