@crfmnds Uma coisa é criticar decisões de Nunes Marques. Outra é juntar a aliança de Flávio com o caso Garotinho e concluir que houve articulação política. O TSE anulou os votos por 5 a 2 com fundamento na inelegibilidade de Garotinho. Cadê a prova da ligação?
Hoje tem Flamengo.
Líder, fora de casa, Santos embalado e aquele velho roteiro. 90 minutos de sofrimento que a Nação chama de entretenimento.
VAMO, MENGÃO! 🔴⚫
@maldostropikoz@naosouaana Se a crítica é que o candidato não tem propostas para ascensão social, então critique as propostas. Chamar o eleitor pobre de “mentalidade de herdeiro” não demonstra que ele votou contra os próprios interesses, só substitui o argumento por um rótulo.
@aurinhoinho@naosouaana Você entrou quando afirmou que consciência política exige votar em defesa dos próprios interesses e chamou a proposta alheia de falaciosa. Eu só questionei o critério. Se não quer discutir, tudo bem, mas não fui eu que inventei o argumento.
@reboucasprodi@karlkraussbr@naosouaana Se a acusação é “Flávio vai cortar saúde e educação”, então mostre a proposta concreta, qual gasto, quanto e onde isso foi anunciado? Há discussão sobre mudanças, mas a campanha nega que sejam posição oficial. Sem isso, previsão não vira fato.
@HooklD2@reboucasprodi@naosouaana Não estou dizendo que os dois lados são iguais. Só acho que uma acusação desse tamanho exige evidência. Se ele ameaça impedir eleições, mostre a declaração ou medida concreta. Isso é diferente de tratar uma intenção presumida como fato.
@aurinhoinho@naosouaana E aí você finalmente deixou o argumento claro, não é sobre “consciência política”, é sobre desprezo por quem discorda. Você pode achar o voto do outro errado e defender as consequências. Só não precisa fingir que discordância prova burrice ou alienação.
@HooklD2@reboucasprodi@naosouaana Você pode achar o voto dele péssimo e cobrar as consequências. Só não precisa transformar quem discorda em alguém que merece “inferno”. Se o argumento é tão bom, ele deveria funcionar sem desumanizar quem vota diferente.
@reboucasprodi@naosouaana Concordo que voto tem consequências para todos. Mas isso não dá a ninguém o monopólio de definir qual escolha é “pensar no coletivo”. Você pode julgar o candidato, transformar milhões de eleitores em ignorantes que votam contra si mesmos é só arrogância política.
@shellfernandess@Lucascrff3 Você está confundindo promessa com fato. “Vão mudar” não significa “vão acabar com direitos”, e dizer que alguém quer décadas no poder não prova autoritarismo. Se há risco concreto, mostre a proposta. Medo não é evidência.
@Nannda_ “É LULA” não transforma opinião em argumento. Você pode idolatrar político à vontade, mas quando uma crítica ao seu discurso vira “vá dar sua opinião aos seus”, fica claro que o problema não é discordância, é não saber lidar com ela.
@aurinhoinho@naosouaana Então, pela sua definição, quem chega a uma conclusão diferente da sua automaticamente não compreendeu a própria realidade. Isso torna “consciência política” apenas um sinônimo de concordância com você. E aí o argumento deixa de ser análise e vira arrogância.
@mabenfil@reboucasprodi@naosouaana “Licença poética” é só um jeito bonito de chamar generalização. Criticar o voto de milhões de pobres é legítimo, tratá-los como massa de manobra porque não votaram como você é puro paternalismo de classe.
@aurinhoinho@naosouaana Consciência política não se mede por votar como você. Se a escolha do outro precisa ser explicada como alienação, “futuro rico” ou burrice, o preconceito está na análise, não no eleitor.
@shellfernandess@Lucascrff3 Não é inocência, é justamente separar instituição de político. Se direitos básicos dependem da boa vontade de uma pessoa, então o problema é muito maior que o atual cenário político.
@umagatamassa Eu não estou negando que políticas públicas tenham impacto. Só acho que “mudaram completamente a região” exige separar percepção pessoal de causalidade. Desenvolvimento regional é resultado de décadas de políticas e fatores, não de um único governo.
@umagatamassa Eu não disse que não ajuda a explicar. Ajuda, e bastante. O ponto é que “ajuda a explicar” é diferente de “o Nordeste sustentou o Sudeste”. Uma coisa é análise histórica, a outra é uma frase de efeito que transforma um processo complexo em uma relação de causa única.
@reboucasprodi@naosouaana Pode criticar o candidato à vontade. O que não faz sentido é concluir que todo pobre que vota nele é alienado, “futuro rico” ou está votando contra os próprios interesses. Criticar uma escolha é legítimo, desumanizar quem escolhe diferente é outra coisa.
@greennicks O problema é transformar “o básico” da sua visão política em requisito universal de convivência. Você pode considerar importante saber a posição política de alguém, daí a dizer que isso é obrigação para qualquer relação já é outra história.
@tuitaindy Quando política vira hiperfoco, qualquer discordância começa a parecer ameaça. Talvez a “virada” mais urgente seja lembrar que nenhum político merece ocupar tanto espaço na cabeça de ninguém.