@quepaola_ é engraçado como é sempre o mesmo discurso de "ai num sabia" somado ao discurso de "paz mundial". Idai que ela foi racista o cenario de esportes deve abraçar a todoskkkkkkkk pqpppp
@BolsonaroSP@jairbolsonaro Lula nos BRICS: 7 bilhões em investimentos no Brasil
Bananinha nos EUA: tarifa de 50% no Brasil
Os brasileiros vão ficar do lado de quem?
Maybe I'm too woke, but if this course was about how the Holy Roman Empire and Austrian policies shaped Beethoven, people wouldn't bat an eye. This course appears to be about how Compton and urban policy shaped Kendrick's music, which is a great way to show how things connect.
No século XX, o maior promotor, financiador e incentivador de forças políticas fundamentalistas e reacionárias foi os Estados Unidos e o "Ocidental". No Egito, Síria, Líbia, Irã, Indonésia, Afeganistão, Iêmen e diversos outros países, tivemos forças políticas nacionalistas e
1. Não tem nada de violento em defender justiça tributária. Violenta é a desigualdade causada pela falta dessas medidas.
2. O presidente da Câmara pode e deve ser cobrado e criticado pelo povo pela forma como conduz o Congresso.
3. Esse Congresso é inimigo do povo. Segue o jogo.
🇧🇷 DEPUTADA ERIKA HILTON (PSOL)
- VOTOU NÃO para aumentar o Fundo Partidário em 165 milhões por ano
- VOTOU NÃO para aumentar a conta de energia
- VOTOU NÃO para aumentar o número de deputados, de 513 para 531, medida que sobe os gastos públicos em 140 milhões por ano
4 destaques táticos da fase de grupos da Copa do Mundo de Clubes:
- A estratégia defensiva do Botafogo vs PSG
Foi o resultado mais impactante do torneio (até aqui) por ver a derrota de um embalado campeão europeu.
O Botafogo optou por preencher a faixa central com duas linhas bem estreitas. Assim, limitou a construção por dentro, mesmo que, pra isso, tenha deixado os laterais em situação perigosa com os corredores abertos (tanto que Kvaratskhelia recebendo inversões em 1vs1 contra Vitinho foi a única alternativa).
É verdade que era um PSG de escalação modificada (e os titulares não tiveram impacto quando entraram depois), mas a curiosidade é pelas estratégias de futuros adversários. O Seattle Sounders já fez adaptações similares (em outro desenho). Vai virar uma tendência?
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- Uma nova fase dos laterais de Guardiola
Os jogos do Man City ainda tiveram uma cara (e ritmo) de pré-temporada. A começar pelas escalações 100% diferentes nas duas primeiras rodadas. Mas a goleada sobre a Juve foi relevante, especialmente pelo controle.
É um processo de reconstrução do time com as novas chegadas. E talvez a mais interessante até aqui (fora o nível individual de Reijnders) seja a mudança de perfil de laterais (funções que já eram ensaiadas na reta final de temporada).
Ait-Nouri oferece um perfil ofensivo pela esquerda e, se escalado junto com um ponta agudo (como Doku), permite mais alternâncias de posicionamentos do que nos acostumamos a ver nos últimos anos do clube.
Pela direita, Matheus Nunes não tem o mesmo repertório, mas também tem força para atacar a última linha, inclusive por dentro, no espaço entre lateral e zagueiro (que pode ser gerado com Savinho dando amplitude).
Minutos para Rodri também são chave para voltar a ter quem dá susentação ao modelo de jogo.
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- As primeiras variações de Xabi Alonso
Após dificuldades com bola na estreia (Rodrygo e Vini muito presos na amplitude) e problemas nas transições defensivas no início do 2º jogo, a 3ª partida mostrou a melhor versão do início de trabalho. E já com algumas novidades.
É claro que é cedo (ainda nem vimos o time com Mbappé), mas Huijsen e Gonzalo García agradaram até aqui, a ida de Tchouaméni para a zaga trouxe maior equilíbrio e o teste de Arda Guler recuado, como um organizador mais participativo na distribuição, tem sido interessante (até pela carência de um nome que deixe o time mais confortável com a posse pós-Kroos - curiosamente, Xabi Alonso foi, como jogador, quem preencheu essa lacuna após anos de problemas no setor nos anos 2000).
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- A impressão inicial da Juventus
A goleada sofrida contra o City talvez seja um choque de realidade. Mas também era uma escalação bem modificada.
De qualquer forma, o nível de imposição da Juve nas duas primeiras rodadas surpreendeu positivamente. Pela agressividade sem bola (diferente da passividade na abordagem vs City), os encaixes individuais de Igor Tudor e também pela boa construção ofensiva.
Interessante a dinâmica pela esquerda, já que Cambiaso é um ala confortável por dentro ou fora, combinando com a qualidade/liberdade de Yildiz e até com as subidas de Lloyd Kelly pelo corredor (num estilo Bastoni, ainda que sem a mesma qualidade, claro).
Claro que o time ideal ainda terá Locatelli (que tem entrado aos poucos) e Bremer (voltando de longa lesão). E vamos ver se Francisco Conceição consegue uma sequência maior em bom nível, pois a agilidade nas arrancadas é sempre agradável de ver.
Relevante também é a forma respeitosa com que Luis Enrique fala sobre o jogo. Não há qualquer menosprezo ou relativização. Na opinião dele, o Botafogo foi o time que melhor se defendeu contra o PSG em toda a temporada.