Depois de uma certa idade, meu amigo, a gente não pode mais colocar a culpa na infância, no pai ausente, na mãe tóxica, na escola que não nos entendeu. Isso até explica muita coisa, mas não justifica tudo. Chega um ponto em que não somos mais produto do ambiente, somos produto das nossas escolhas. E aí é duro encarar o espelho. Porque se a vida não anda, a responsabilidade não é mais de quem te criou. É sua. Eu sei, dá vontade de encontrar culpados. É fácil culpar o passado, mas culpar o passado é uma distração do futuro. A vida pede coragem de assumir a própria história. Coragem de se curar, de se reconstruir, de ser a pessoa que nunca te ensinaram a ser. Curar-se não é luxo, é sobrevivência. Crescer não é opção, é necessidade. Você ou pega as rédeas, ou passa a vida inteira preso nas desculpas que inventa para não se mover. E sabe qual é a verdade que ninguém gosta de ouvir? Ninguém vai vir te salvar. Não existe príncipe, fada madrinha, nem coach com manual de felicidade garantida. Cabe a você ser a pessoa que faltou na sua vida. Cabe a você se tratar com o cuidado que não recebeu, com o carinho que não teve, com o respeito que tanto procurou nos outros. Ou você escolhe se continua sendo refém daquilo que te feriu ou decide escrever uma história nova. A dor não tem como evitar. Mas o destino, ah… o destino você pode reinventar todo santo dia.
I'd like to say a few things about the current state of affairs in Ireland.
But I'm a legal immigrant. I speak the language, pay my taxes, and respect the culture, so of course anything I say will be dismissed as some kind of "ism."
I'll say this, though: I made my home here almost ten years ago, and in that time I've watched a beautiful country turn ugly.
The Third World is not a place, it's what happens when governments fail to serve the best interests of their own people.
Há tempos membros ativistas do Ministério Público descobriram que não precisam convencer juízes nem legisladores para fazerem andar agendas ideológicas que lhes são caras.
Basta ameaçar litigância com base em interpretações pessoais da lei e, em seguida, propor os famigerados Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) para obrigar agentes privados a seguirem regras que ninguém legislou, mas que lhes agradam.
Vejam esse caso. O MPF ajuizou ação para obrigar o Einstein a adotar cotas na residência médica. Querem que reservem 55% das vagas, sendo inacreditáveis 5% para trans, um grupo que não representa 0,1% da população e ainda menos dos médicos formados.
E qual o fundamento para meter a mão numa instituição privada? Que o Einstein tem imunidade tributária e colabora com o SUS. Quer dizer: porque o hospital faz o bem e o Estado, em troca, abre mão de tributá-lo, o Estado agora é dono dele.
Ocorre que isso não está em lei nenhuma. É invenção do procurador, interpretação generosa da lei costurada com uma nota técnica e a sempre presente ameaça de processo.
O empresário, o reitor, o diretor de hospital, todos fazem a mesma conta: vou enfrentar anos de litígio e desgaste no país da insegurança jurídica gastando rios de dinheiro contra um MP sustentado com dinheiro infinito do contribuinte ou assinar um TAC e obedecer?
Quase todos assinam os famigerados TACs.
É por meio dos tais TACs que um órgão que deveria fiscalizar a lei passou a legislar pelas costas dela, transformando preferência ideológica em obrigação que ninguém votou.
Um futuro governo que se leve a sério vai ter que encarar isso de frente. Não há país viável com um poder paralelo, sem voto e sem freio, decidindo quem entra na faculdade e quem dirige uma empresa, interpretando a lei ao sabor de suas ideologias, ameaçando agentes privados com transtornos enormes e oferecendo TACs como alívio, cuja assinatura é quase admissão de culpa por crimes que não existem.
Cortar as asas do MP e devolvê-lo ao dever estrito, que é fiscalizar o cumprimento da lei e não fabricá-la, é condição necessária para refundarmos o Brasil. O governante que não fizer isso vai ter que governar de joelhos.
Os gurus de investimento na bolsa não moram no Brasil.
Quem defende o SUS tem plano de saúde.
Os influenciadores fitness morrem antes dos 40..
Quem defende o desarmamento tem segurança e mora em condomínio fechado
Brasil, o pais do estelionato intelectual!
Amigos, o caso de Henry Borel torna mais visível a influência do CNJ na Justiça. Concorde-se, ou não, com a decisão, importante saber que esse tal recorte de gênero foi imposição do CNJ, por meio de normas próprias, que o STF reconhece com força de lei. Há muito mais acontecendo diariamente nos Tribunais. O caso do saudoso Henry só tornou a intervenção do CNJ mais visível. Tenho alertado para esse movimento de agigantar dos Conselhos há muito tempo. O agigantar do STF é mais evidente, mas os muitos Conselhos, ainda mais opacos, se multiplicam e ganham força crescente. A pergunta que sempre faço em sala de aula é a seguinte: quem elege esses muitos conselheiros? CNJ, CNMP, CNE, CNS, Conanda, agora o tal Conselho instituído pela Reforma Tributária, dentre tantos outros. É bem pior do que parece!
@CentralDoBrega Minha seleção é essa aqui, disputa aberta entre o Igor Thiago e o Endrick pra CA. Mas acho que quando o Neymar estiver apto, ele quem vai pegar essa vaga jogando de falso 9. Luiz Henrique também disputa com o Rayan. Mas o meio de campo tem que ser esse, Paquetá, Danilo e Casemiro