Four critical metals. One rock. Millions of years in the making.
Nickel, cobalt, manganese, and copper – the materials underpinning EV batteries, defense electronics, AI infrastructure, and energy grids – occur together in polymetallic nodules on the deep ocean floor.
The NORI deposit in the CCZ is ranked by https://t.co/WHhYI0qS4A as one of the world's potentially largest undeveloped nickel-equivalent projects. All four metals appear on the US government's critical minerals list.
In January 2026, $TMC filed a consolidated exploration license and commercial recovery permit application with NOAA – the first of its kind under the US Deep Seabed Hard Mineral Resources Act. In March 2026, NOAA determined the application to be substantially compliant.
TMCR holds a 2.0% gross overriding royalty on the NORI area.
#CriticalMinerals #NORI #CCZ
@UAEEmbassyUS@ThisWeekABC Article 54 of the Geneva Convention is explicit: attacking civilian infrastructure is a war crime.
The real question is: why does the microscope of International Law only seem to work in one direction?
While most of the sediment disturbed by our collector vehicle is returned to the seafloor, roughly 2-5% travels up the riser with the nodules and seawater. That return water is released at a scientifically-chosen depth of 2,000 meters, where it bypasses 95% of marine life and rapidly dilutes to background levels within several kilometers. $TMC #deepseamining
@thenews_br Caixa de Pandora aplicado a uma CPMI é um sintoma grave de falência institucional. A estabilidade de quem governa vale mais que a transparência dos atos públicos.
É preciso um reset ético e institucional. Sem transparência, não há confiança; sem confiança, não há progresso real.
@TubaraoWylde A distorção só existe na cabeça. O gráfico não tem memória e não tem compromisso de voltar para onde estava.
Acho que foi o Hissa que disse. Os grafistas piram. Kkk
@amazonbrasil@amazon
Uma cartela com 5 baterias 2032 em uma caixa gigante!
Desperdício de material e impacto ambiental desnecessário.
Por favor, otimizem as embalagens para itens pequenos.
O Arrependimento: Um Mestre Cruel
O arrependimento é um mestre muito cruel porque ele julga o seu eu do passado com as informações que você só tem no presente.
E a vida segue indiferente aos vereditos tardios!
Os números são alarmantes: o Brasil perdeu 1.200 milionários em 2025, uma sangria de quase R$ 50 bilhões em capital que deixou o país. Não se trata apenas de "gente rica" indo embora, mas de capacidade de investimento, inovação e geração de empregos migrando para economias mais estáveis.
O capital tem mobilidade e não aceita desaforo; ele flui para onde encontra segurança e previsibilidade, e hoje o Brasil está falhando em oferecer isso.
Essa evasão é o reflexo direto de nossas falhas estruturais crônicas. O Brasil espanta investidores com sua notória insegurança jurídica, onde contratos são questionados e regras mudam no meio do jogo, além de sustentar um manicômio tributário que pune quem produz.
Somada à instabilidade política e ao inchaço da máquina pública, essa hostilidade ao empreendedorismo torna o risco de permanecer aqui alto demais, transformando o país em um exportador de fortunas. Enquanto não houver reformas sérias, continuaremos vendo nosso potencial de crescimento fazer as malas.
Leia mais: https://t.co/1wODUiFK98
Rereading Homo Deus: A Brief History of Tomorrow nearly a decade later.
With a different perspective and greater life experience, the book proves even more striking than on first reading.
Harari’s projections regarding dataism, algorithms, and humanity’s future feel not merely prescient, but urgently relevant today.
“The algorithms know us better than we know ourselves.” — and this now appears less speculative conjecture and more observable reality.
#HomoDeus #YuvalNoahHarari #ElonMusk #Philosophy #Technology #Grok
Too Weak to Win, Strong Enough to Provoke: The Paradox of Terror
**Excerpt from *Homo Deus: A Brief History of Tomorrow* by Yuval Noah Harari**
Terrorists are like a fly trying to destroy a china shop.
The fly is so weak that it cannot even move a teacup, so it finds a bull, enters its ear, and begins to buzz.
The bull goes mad with fear and rage and destroys the china shop.
That is what happened in the Middle East over the last decade.
Alone, terrorists are far too weak to drag us back to the Middle Ages and re-establish the law of the jungle.
They can provoke us, but in the end everything depends on the reactions we choose to present.
#HomoDeus #YuvalNoahHarari
Vivemos uma época curiosa. Nunca houve tanta gente falando com tanta convicção e, ao mesmo tempo, tão pouca gente realmente entendendo o que diz. A certeza virou moeda social. A dúvida virou fraqueza. E é exatamente aí que mora o problema central do nosso tempo.
Existe uma diferença brutal entre ignorância e consciência da ignorância. A primeira grita. A segunda silencia. Quem não sabe acredita que sabe. Quem sabe, percebe o tamanho do abismo que ainda falta atravessar. Essa inversão não é moral, é cognitiva. Ela nasce da incapacidade de reconhecer os próprios limites.
O sujeito despreparado não erra apenas na conclusão. Ele erra no diagnóstico de si mesmo. Falta-lhe o instrumento mais básico da inteligência: a capacidade de avaliar o próprio pensamento. Sem isso, tudo vira opinião absoluta. Não há freio interno. Não há autocorreção. Só convicção inflada.
Por isso a ignorância moderna não é tímida. Ela é performática. Ela ocupa espaço, exige palco, disputa atenção. Quanto menos sabe, mais precisa afirmar. Quanto mais frágil é o conhecimento, mais agressiva é a certeza. A confiança não vem da compreensão, vem do vazio tentando se proteger.
Enquanto isso, quem realmente estuda, pesquisa, observa e reflete caminha com cautela. Não porque seja inseguro, mas porque conhece a complexidade do mundo. Quem entende de verdade aprende rápido uma lição incômoda: quase nada é simples. E quase tudo exige humildade.
A sociedade, porém, não recompensa humildade. Recompensa barulho. Recompensa frases curtas, certezas rápidas, respostas prontas. Opinar virou esporte. Pensar virou exceção. O algoritmo não promove quem pondera. Ele amplifica quem afirma.
Esse ambiente cria uma distorção perigosa. A ignorância confiante passa a parecer inteligência. A dúvida honesta passa a parecer fraqueza. O espetáculo substitui o conhecimento. E o ego vira o centro de tudo.
O problema não é a falta de informação. Nunca foi. Vivemos afogados em dados, vídeos, textos, opiniões. O problema é a incapacidade de transformar isso em sabedoria. Falta filtro. Falta profundidade. Falta disposição para admitir “não sei”.
E admitir não saber exige coragem. Exige vulnerabilidade. Exige abrir mão da pose. Aprender de verdade dói, porque desmonta certezas, expõe erros, obriga a recomeçar. O ego odeia isso. Ele prefere vencer debates a buscar a verdade.
Por isso tanta gente defende ideias erradas até o fim. Não por convicção racional, mas por medo de parecer fraca. Não é força. É insegurança travestida de firmeza. É orgulho tentando sobreviver à realidade.
A verdadeira inteligência caminha no sentido oposto. Ela cresce quando reconhece limites. Ela se fortalece quando escuta. Ela amadurece quando muda de ideia sem ressentimento. Quem pensa bem não precisa ter a última palavra. Precisa apenas estar disposto a aprender.
Existe um paradoxo profundo aqui. Quanto mais alguém aprende, mais consciente fica do que não sabe. A mente se expande e, com ela, o território do desconhecido. Isso não gera arrogância. Gera serenidade. O sábio não precisa provar nada. Ele compreende.
O ignorante, ao contrário, vive em guerra. Precisa defender suas certezas frágeis como se fossem identidade. Qualquer dúvida vira ataque. Qualquer pergunta vira ameaça. Ele confunde questionamento com agressão porque não suporta a ideia de estar errado.
Esse padrão molda o mundo em que vivemos. O debate público se empobrece. A polarização cresce. O diálogo morre. Não porque falte informação, mas porque sobra vaidade. A cultura da aparência substituiu a cultura do aprendizado.
No fim, a ilusão do saber é mais perigosa do que a ignorância simples. Porque ela não se reconhece. Ela se exibe. Ela se impõe. Ela molda decisões, discursos e destinos sem perceber o próprio vazio.
A verdadeira inteligência começa quando alguém é capaz de dizer, com tranquilidade: eu ainda não sei. E segue adiante mesmo assim. Porque só quem aceita o próprio limite é capaz de ultrapassá-lo.
The first gift is life. The second gift is good health.
The third gift is to love and be loved. The fourth gift is peace of mind.
There are no other gifts that matter as much.
The fifth gift is having the wisdom to know what to appreciate most.
"This is totally inexcusable. The BLS just assumed rent/OER were zero for October. I am sure they have a good technical explanation for this, but the only way you get a two-month average for rent of 0.06% and OER at 0.135% is assuming October was zero. There is just no world in which this was a good idea, but here we are."
Nick Timiraos
Um único parlamentar custa, por aqui, 528 vezes mais que a renda média da população. Ao mesmo tempo, pautas fundamentais como Reforma Administrativa, Prisão em 2ª instância e Fim dos Supersalários ficam paradas. Precisamos avançar com estas pautas!
@mentalhedgebr Mestre, qdo puder, dá uma lida nisso. Achei interessante.
O que acha?
Japan Isn’t Losing Control - by Michael Nicoletos
https://t.co/ILo480D3Nb
Tks
Japan hasn’t “lost control” of anything.
Rising JGB yields + a weaker Yen aren’t a crisis, they’re the strategy.
A central bank that:
• owns ~50% of its own bond market
• pioneered QE, ZIRP, NIRP & YCC
• is quietly boosting exporters, pressuring China & still funding U.S. markets
…is not being “forced” into anything.
The #Yen isn’t crashing because #Japan lost control. It’s weakening because Japan wants it to.
My thoughts: https://t.co/D7cTqJVQzC
@StockSavvyShay He's like that singer who had only one massive hit in his career: after a while, everyone is already tired of hearing the same song, yet he remains convinced that the audience is still dying to hear him sing it.