Dias atrás, recebi um e-mail com o assunto: "Pessoas não se demitem das empresas, mas de seus líderes.". A mensagem trazia a história de uma personagem fictícia que, pouco tempo depois de conseguir o "emprego dos sonhos", pede demissão. Mais no artigo: https://t.co/D6S8hIWmUk
Segundo um velho ditado, "a #educação começa em casa". Mas onde ela termina? No último fim de semana, vivi um episódio que me fez refletir sobre a questão. Conto mais no artigo publicado no meu blog.
https://t.co/VZEoFWVwPZ
(Citação: Rogers, David L. (2017-09-14T22:58:59). Transformação digital. Autêntica Business. Edição do Kindle.)
(Imagem baseada em foto de charlesdeluvio no Unsplash.)
#TBT de um encontro que aconteceu em 2007, ano em que o @marcosarthur iniciou a carreira como designer instrucional na Ciatech (hoje, UOL EdTech). Essa foto tem especial significado para a 42formas, já que a Organização começou sua trajetória prestando serviços de DI.
No artigo completo, eu proponho alguns caminhos possíveis para começar a mudar a forma como as pessoas enxergam a aprendizagem nas organizações.
Se bateu vontade de dar uma olhada, acessa o link do primeiro tweet. 😉
#treinamento#culturadeaprendizagem#educaçãocorporativa
Aprender de verdade requer uma conexão genuína com o tema a ser aprendido ou com o próprio processo de #aprendizagem. Por isso, eu, @marcosarthur, acredito cada vez menos em treinamentos obrigatórios. Escrevi sobre isso lá no blog: https://t.co/iMeGsmll1h
TLDR: segue o fio.
A criação e o desenvolvimento de uma cultura de aprendizagem em uma organização depende de uma mentalidade que favoreça processos mais orgânicos.
Para que isso aconteça, as pessoas precisam se sentir parte real (e ativa) da própria aprendizagem.