Conheci Marco Feliciano, na internet, em 23 de junho de 2019. Aniversário da minha avó. Pessoalmente, em dezembro de 2019. Ficamos amigos. Conheci sua família. Ele conheceu a minha. Meu currículo circulava no governo desde fevereiro. Fui convidada para a Cultura, em Brasília. Não aceitei. Seguimos conversando. Fui nomeada em outubro. Para onde eu quis. Durante a minha gestão, Marco foi um aliado que me cedeu advogado quando fui atacada, orientou, deu bronca, segurou "fogo amigo" contra mim, mostrou meu trabalho ao presidente. Protegeu a mim, à minha equipe, à instituição, de ataques, boicotes, puxadas de tapete, maldades, e tentativa insana de destruição pessoal. Desabafamos muito um com o outro. Rimos. Brincamos. Marco é uma criança de coração imenso. Humilde, sofrido, com história de vida comovente. Nunca abandonou as suas raízes. Confiança construída. Gratidão eterna. Quando vi seu nome para o Senado em 2022, considerei justo. Sofreu por não ter sido a opção. Seguiu em frente. Em 2026, Marco queria a oportunidade. Tinha apoio da base evangélica. Organizou equipe de campanha. Fez contatos com deputados e prefeitos. Teve de recuar. Não houve respeito com ele. Sequer sabia se seria candidato. Política comete injustiças e atropela aliados. Dá vez a estranhos, sem ideologia específica, e desrespeita pessoas corretas, leais e amigos. Não voto em SP, mas voto pelo Brasil. Meu apoio será sempre para o @marcofeliciano
A eleição de 2022 foi super "limpa".
Fair play de várzea.
Conduzida para destruir nossa democracia, enquanto convenciam uma maioria incauta de que a salvavam.
Gritavam "pega ladrão" enquanto batiam nossas carteiras.
Para poder bricar de master, pega velhinho e quebra-quebra.
O que mais chama atenção nesse debate não é a ivermectina. Não é o mebendazol. Não é sequer o estudo.
É a frase do Dr. John Campbell:
"Podemos estar curando o câncer da sua esposa, do seu marido, da sua mãe, do seu pai, do seu filho ou da sua filha com ivermectina e mebendazol."
Uma declaração dessa magnitude deveria provocar uma corrida científica mundial para confirmar ou refutar os dados com máxima urgência. Afinal, estamos falando da doença que mais destrói famílias em todo o planeta.
Os resultados apresentados apontam uma razão de benefício clínico de 84,4%, com 32,8% dos pacientes sem evidência atual de doença, 15,6% apresentando regressão tumoral e apenas 15,6% em progressão. Se esses números resistirem à validação científica rigorosa, estaremos diante de algo extraordinário. Se não resistirem, a ciência deve demonstrar isso com a mesma transparência.
O problema é que vivemos uma época em que algumas hipóteses são descartadas antes mesmo da investigação completa e outras são aceitas antes mesmo da comprovação completa.
A ciência verdadeira não teme perguntas incômodas.
Ela teme apenas respostas falsas.
Quando o assunto é câncer, o que está em jogo não é ideologia, política ou narrativa.
São vidas.
Esse panda bonds que o Lula está lançando deveria ser bloqueado pelo Congresso Nacional.
Veja o que a China fez no Paquistão e como o país está em uma armadilha da dívida, a mesma que o PT lança o Brasil.
Ainda tem a cara de pau de falar em soberania.
Todo canalha se esconde atrás de uma associação que nada mais representa que um cartel montado para defender algum tipo de extorsão.
A utilização de instituições de caráter abstrato, representa umas desvirtuação da democracia e merece uma profunda investigação do Congresso.
Esses caras são células da indústria de extorsão e manipulação que existe no país.
Hoje é Dia Nacional da Liberdade de Imprensa.
Não me pergunte o que acho disso como jornalista que teve que sair do país porque foi alvo de uma petição criminal mentirosa direto no gabinete de Alexandre de Moraes pedindo minha inclusão no Inquérito das Fake News, elaborada por um escritório de advocacia que mente que trabalha pela liberdade de expressão de jornalistas, envolvendo uma participação misteriosa até agora não explicada de funcionário da ONG ITS-Rio (antes envolvida na redação do Marco Civil), e com autoria de uma militante petista fanática e puxa-saco de Alexandre de Moraes que se diz jornalista e denunciava pessoas para serem censuradas pelo TSE quando seu ídolo presidia a corte. Quando a petição foi arquivada (o que não vejo como fim da perseguição tão cedo), o Estadão publicou uma matéria repetindo as mentiras dessa acusadora, me xingando de blogueiro inclusive, e NEM TENTOU falar comigo para ouvir o meu lado.
Tudo isso porque revelei que pessoas foram mantidas presas por Moraes em 2023 com base nas opiniões políticas que elas postaram nas redes sociais.
Este é o estado da "liberdade de imprensa" no Brasil.
O governo diz que as bets prejudicam as famílias brasileiras. Mas colocou sob sigilo os documentos que explicam como essas empresas receberam autorização para funcionar.
Se a culpa é do Bolsonaro, por que colocar sigilo? Esse negócio de sigilo já passou de todos os limites. Regime antidemocrático e opaco. LAI só pra inglês ver.
Obrigado por ilustrar o quão ridícula é a criminalização de “dano moral”. Você não sofreu dano nenhum ao ser xingado e aproveitou a oportunidade para intimidar um cidadão comum, com muito menos poder que você.
Os cidadãos tupiniquins, além de sofrer a censura, ainda terão de pagar milhões de dólares pela defesa de Moraes. Viva a democracia. 🤡
“O tribunal federal da Flórida pode não reconhecer legitimidade da AGU, a Advocacia-Geral da União, na defesa de Alexandre de Moraes na ação das empresas Rumble e Trump Media. A AGU é órgão do Poder Executivo, subordinado a Lula (PT) e não ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, na prática, a AGU se limitará a contratar advogado americano. Em dólares. Advogados quase de ponta com atuação na Flórida cobram de US$300 a US$600 (R$3.120) a hora, mas grandes firmas (“big law”) só se mexem a partir de US$1.000 (R$5,2 mil) e as “top partners” ultrapassam US$1.300 (R$6.760) a hora. A depender da duração, processo desse tipo pode custar milhões de dólares.
A AGU recebeu ordens do presidente do STF para defender Moraes, mas é órgão da Presidência, não presta obediência ao chefe do Judiciário.
A separação de poderes, pilar da Constituição de 1988, impede que um poder utilize recursos do outro para fins corporativos ou pessoais.
Moraes é acusado de expedir ordens de censura, inclusive secretas, que violam a Constituição dos EUA, garantidora da liberdade de expressão.
Sem rever ou debater as decisões de Moraes, o regime opta por uma rota que mistura Poderes e expõe o contribuinte a custos muito elevados.”
Esse é Ivan Rejane Pinto. Uma das milhares de vítimas de Alexandre de Moraes.
Foi o personagem do meu artigo “Destruíram a minha vida”.
Em 2020, contei a história do trabalho que ele realizava na recuperação de dependentes químicos. Depois disso, ficou preso por 437 dias por causa de um vídeo em que criticava ministros do Supremo e membros do regime lulista.
💎Sobre o caso Henry Borel, evidentemente que o perdão judicial à mãe da criança é um acinte brutal à família brasileira. Toda a minha solidariedade ao pai da criança. No entanto, o que mais chama a atenção é que muitos daqueles que estão criticando a decisão judicial equivocada são os mesmos que votaram favoravelmente ao PL da criminalização da misoginia, o qual servirá - e já está servindo- para vitimizar mulheres sem escrúpulos exatamente como a Sra. Monique.
Acho essa discussão de soberania linda , porém hipocrita quando vem do Lula e dos liberais.
Por exemplo: o IFA (ingrediente farmacêutico ativo) da amoxicilina, por exemplo, é feito quase integralmente na China e na Índia.
Ou seja, o antibiótico que pode salvar a vida de uma criança, depende da China e da Índia. Nos não produzimos nem 5% da nossa demanda.
Uma das razões que paramos de produzir foi a questão ambiental.
Ai vem os verdes, o pt e os bancos e gritam por soberania para proteger traficante.
Quem não ganha no voto, se infiltra em instituições.
- Em fevereiro de 2025, a Sexta Turma do @STJnoticias rejeitou um caso de injúria racial cometida por um homem negro contra um homem branco. A lei não diz que o racismo sempre tem a mesma direção. Em vez de usar a lei, o STJ usou teorias radicais da esquerda identitária, como o termo “racismo estrutural”, promovido no Brasil pelo ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida.
- Em maio de 2025, a Terceira Turma do @STJnoticias aplicou a ideologia identitária ao permitir que se coloque “não binárie” no campo “sexo” de documentos. Isso é contraditório até com a ideologia, que alega que sexo é diferente de gênero.
- Em junho de 2026, a juíza juíza Elizabeth Machado Louro beneficiou Monique Medeiros com um perdão judicial pelo assassinato do próprio filho, Henry Borel, alegando que ela é vítima do patriarcado. O menino de apenas quatro anos foi assassinado violentamente em março de 2021 pelo padrasto, Dr. Jairinho, com negligência ou cumplicidade da mãe. Um mês antes do homicídio, o Conselho Nacional de Justiça publicou um protocolo OBRIGATÓRIO de julgamento em que orienta juízes assim: “É preciso, de pronto, questionar se as assimetrias de gênero, sempre em perspectiva interseccional, estão presentes no conflito apresentado.”
Como expliquei no meu livro (https://t.co/JdK7WSnToX), “interseccionalidade” é um termo cunhado por uma intelectual de esquerda radical, Kimberlé Crenshaw. Ela faz parte da corrente de pensamento da “teoria crítica da raça”, que EXPLICITAMENTE abandona o padrão de Martin Luther King Jr. de tratar as pessoas “pelo conteúdo do caráter” em vez de pela cor da pele. No lugar disso, querem minar a igualdade perante normas e implantar tratamento especial.
A orientação do CNJ incentiva juízes com vieses identitários a praticar livremente o viés da confirmação no que eles pressupõem sobre os casos com base nos grupos identitários dos requerentes e acusados. Louro seguiu à risca a orientação ao perdoar Medeiros.
As táticas de infiltração da extrema esquerda nas instituições são bem conhecidas e comentadas por seus críticos. O nome disso é “longa marcha pelas instituições” e foi um plano sugerido por Gramsci (o termo dele na verdade era “guerra de posição”, mas o outro termo, criado por um estudante socialista, se consagrou no uso). É o que está acontecendo.
Quando um senador conservador pré-candidato à presidência vota a favor de um “PL da Misoginia” para criminalizar ainda mais os críticos do identitarismo no Brasil, ele está sendo negligente com o que seu eleitorado espera dele, que é o mínimo, de não deixar avançar a pauta de seus inimigos políticos nas leis e nas instituições.