Se você não se abre para obras fora da sua zona de conforto, você não gosta de cinema, você gosta de mascar chiclete. E a estreia de certos filmes evidenciam o tanto que o debate sobre isso ficou infantilizado por conta da tomada dos influenciadores.
Chegando de viagem, me veio de sobressalto a memória de um último amor verdadeiro que tive. Que curioso lembrar disso quando o tempo te permite desafogar sentimentos engolidos a seco. Como voltar a abrir o coração quando se dedicou do âmago as melhores palavras de amor?
@lucianasems@seumandioca Então nem devia estar falando disso na internet. A gente precisa parar de hypar gente aleatória falando de coisa que não sabe.
@redhairedsammie@seumandioca Seu comentário lavou minha alma. Além dos privilégios, ele também recebe apoio de outros grandes veículos da imprensa que reforçam a farsa. Outro grande problema é que ele não estimula a leitura em si, mas apenas a impressão de conhecer o livro sem jamais tê-lo lido.
Existe uma apologética de simulação terapêutica no instagram que tem sido bem enfática na louvação da vida social e condenação da solidão. Para quem sofre com as amarguras da vida e chega a uma certa idade de amadurecimento, essa vida social de engasgo é mais hostil que afável.
Tenho que ter paciência para não me perder dentro de mim: vivo me perdendo de vista. Preciso de paciência porque sou vários caminhos, inclusive o fatal beco sem saída.
preciso de ler um livro que me destrua significativamente preciso de um filme que altere a trajetória da minha vida quero um álbum com músicas que me façam nunca mais ser a mesma