Moraes parece ter cometido seu maior erro estratégico até aqui.
Primeiro, usou o Inquérito das "Fake News" contra um colega de Corte cujo grave "pecado" foi seguir os indícios dos seus contatos impróprios com Vorcaro, para dizer o mínimo. O banqueiro pedia, por mensagem, que ele "revertesse" as investigações junto a "Paulo e Andrei", entre outras coisas. Está tudo no celular apreendido.
Segundo, baseou o ataque num relatório apócrifo de "inteligência" da PF: sem data, sem identificação dos analistas, classificado pela própria PF como "documento de trabalho, sem valor probatório", e com sinais de redação por IA. Sabe-se lá produzido por quem, e a mando de quem.
Nem os aliados conseguiram defender a jogada. Fachin retirou o pedido do inquérito das "Fake News" e o despachou para o mesmo procedimento que apura a relação de Moraes com o banqueiro.
Em vez de explicar as mensagens e as conclusões que elas impõem, resolveu atacar quem as apresentou. O caráter autoritário e o uso da caneta em benefício próprio ficaram escancarados.
Mendonça aproveitou a deixa: afastou o diretor-geral da PF, afastou o diretor de Inteligência e suspendeu a produção de relatórios sobre a atuação de ministros.
Monitorar ilegalmente um ministro do Supremo por mais de 30 dias não é "inteligência". É espionagem de Estado.
Mendonça pede o afastamento de Andrei Rodrigues e Leandro Almada.
Submete o pedido ao plenário virtual da 2ª Turma.
Gilmar pede vista antes do início da sessão.
Fux, Nunes e Mendonça antecipam os votos, formam maioria e o afastamento do diretor da PF e do diretor da inteligência da Polícia federal é mantido.
Vai, Mendonça!
ALEXANDRE DE MORAES NÃO ME CALA! NÓS SOMOS OS VERDADEIROS DONOS DO BRASIL. 🇧🇷
Porto Alegre estremeceu neste Sete de Setembro com a força do povo gaúcho nas ruas em defesa da Constituição, da justiça e do futuro do Brasil! Com a direita unida, deixamos um recado claro: a nossa liberdade é inegociável e não nos curvaremos aos abusos de Moraes e de quem quer que seja. Estamos com André Mendonça no combate à corrupção!
Para consolidar essa mudança de verdade, lembre-se de que votaremos em DOIS SENADORES e você não pode repetir o número na urna. Vote Marcel 300 e Sanderson 222!
Comunicamos o falecimento da Faculdade de Direito do Largo São Francisco da USP.
A Faculdade deixa dívida histórica com a sociedade brasileira e será retratada na história como cadela do Moraes e chanceladora da prisão de cabeleireiras, diaristas numa fraude de “golpe de estado” do próprio Moraes.
Que fim melancólico.
Eu estou perplexa com o esquerdista consciente e presidente do PCO Rui Costa Pimenta , defendendo Bolsonaro e escancarando a verdade !
Esse vídeo por que não viralizou???
URGENTE: depois de uma ação do Partido NOVO, André Mendonça determinou o afastamento cautelar de Andrei Rodrigues da chefia da Polícia Federal.
E presta atenção nos motivos, porque o caso é gravíssimo.
O NOVO havia pedido ao Supremo o afastamento de Andrei e a abertura de investigação depois das revelações do caso Banco Master.
Entre os elementos apresentados estão mensagens de Daniel Vorcaro falando em conseguir “proteção de Andrei e de Paulo”, numa referência que os investigadores associaram ao diretor da PF e ao procurador-geral Paulo Gonet.
Mas tem mais.
A Polícia Federal enviou a Moraes um documento sobre André Mendonça. Só que o próprio material dizia que era apenas um documento interno de trabalho, sem valor de prova. Ele também não tinha a assinatura de nenhum delegado responsável.
Em português claro: era um relatório sem autoria formal e que a própria PF dizia que não servia como prova.
Mesmo assim, Moraes usou esse material para tentar abrir uma investigação contra Mendonça.
A questão central agora é preservar a independência das investigações e impedir que alguém que esteja sob suspeita de possível interferência continue numa posição capaz de influenciar a própria apuração.
O caso Master está chegando cada vez mais perto dos donos do poder.
Compartilhe para que mais pessoas vejam a verdade!
⚖️🔥🇧🇷 A decisão de André Mendonça que determinou o afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal trouxe um dado ainda mais grave sobre a atuação da área de inteligência da corporação. Segundo o documento, relatórios produzidos entre os dias 3 e 31 de agosto indicam que já existiam avaliações anteriores sobre André Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias. No trecho da decisão, Mendonça afirma que, diante das informações reunidas, ficou constatado que “o monitoramento e coleta dirigida de informações” sobre ele e Messias ocorria havia pelo menos mais de um mês. O relatório também mencionava elementos “ainda não registrados em relatórios anteriores”, o que, segundo Mendonça, reforça que aquele trabalho de inteligência não teria sido pontual, mas uma atividade que já vinha sendo realizada anteriormente. Até o momento, não encontrei indicação pública de autorização judicial específica para esse monitoramento. Por isso, o ponto central agora é saber quem determinou essa coleta de informações, qual era a finalidade e por que um ministro do STF, justamente relator de um caso que envolve integrantes da cúpula da PF, estava sendo alvo desse tipo de acompanhamento. A situação fica ainda mais delicada diante do momento em que tudo aconteceu, em meio às apurações do caso Banco Master e às citações envolvendo integrantes da própria Polícia Federal. Essa investigação foi contra Mendonça tem sido feito como forma de retaliação com a autorização de quebra do sigilo do processo do Banco Master que mostra Andrei Rodrigues, diretor da PF, ministro Moraes e o PGR, Paulo Gonet, sendo beneficiados por VOrcaro.
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Os documentos divulgados nesta terça-feira provam que Alexandre de Moraes vendeu, alugou ou arrendou seus serviços de proteção a bandidos enquanto condenava inocentes. É hora de mostrarmos que o ministro André Mendonça não está só
Aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encomendaram uma pesquisa de opinião no Brasil para avaliar como uma eventual ampliação de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pode repercutir na eleição presidencial brasileira. Conduzido pelo instituto McLaughlin & Associates com cerca de 2 mil entrevistados, o levantamento de circulação restrita busca identificar como o eleitor reage à pressão norte-americana e se a medida influencia as intenções de voto de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Os analistas avaliam se o endurecimento de Washington fortaleceria Flávio Bolsonaro ou se, por ser percebido como interferência externa, beneficiaria Lula.
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Esculhambação 🇧🇷⚖️
Mensagens mostraram procurador-geral pedindo charuto e uisque Macallan em encontro organizado por Vorcaro.
Gonet tb disse estar "com saudades" do banqueiro...
🤭🤭
Vorcaro diz em depoimento que quer delatar membros do governo Lula e afirma que sua delação não avançou porque a PF quis blindar Andrei Rodrigues, que seria citado!
👀💪 ACORDA BRASIL, LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS JÁ! 🇧🇷
A pergunta que agora ganha força é: Os processos do 8 de janeiro foram julgados por um tribunal plenamente imparcial? Se a resposta vier a ser juridicamente questionada com base em provas concretas, não será apenas uma discussão política. Será uma discussão sobre devido processo legal, juiz natural, imparcialidade e validade das condenações. Porque, se houver prova de que a imparcialidade dos julgamentos foi comprometida, os processos do 8 de janeiro não podem simplesmente seguir como se nada tivesse acontecido. ⚖️ A Justiça precisa ter coragem para investigar até as próprias decisões.
TEMPOS ESTRANHOS: A “FRAUDE” QUE EMBASOU A DECISÃO DE MORAES
Realmente vivemos "tempos estranhos". O documento que embasou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal-STF, condenando Felipe Martins, ex-assessor especial para Assuntos Internacionais da presidência da República durante o governo de Jair Bolsonaro, está sendo apontado como falso. Martins é acusado de uma suposta participação na elaboração da chamada "minuta do golpe", além de integrante de núcleos investigados por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Também é acusado de ter feito um gesto supremacista/racista durante uma sessão no Senado em 2021. Martins teve a prisão decretada sob a acusação de que teria fugido para os Estados Unidos em 2022 no mesmo avião presidencial junto com Bolsonaro.
Preso preventivamente em 2024, provou com documentos da companhia aérea Latam que realizou um voo doméstico no Paraná no dia seguinte à suposta fuga para os EUA. Agora, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP), bem como a Justiça americana, confirmaram que o registro de imigração utilizado para indicar a entrada de Martins no país em 30 de dezembro de 2022 é falso. Em outubro de 2025 a CBP já havia emitido uma nota oficial declarando que, após uma análise completa das evidências, ficou provado que Felipe Martins não entrou nos Estados Unidos naquela data, e que o documento anterior era um registro errôneo. Em audiência conduzida pelo juiz federal americano Gregory Presnell, o magistrado reforçou que a falsidade do registro migratório é um fato incontroverso, admitido pelas próprias autoridades dos EUA, cabendo esclarecimentos adicionais sobre a origem do erro ou fraude nos sistemas.
A fraude no registro migratório usado para embasar a prisão de Filipe Martins envolve suspeitas sobre três delegados da Polícia Federal-PF, conforme documentos tornados públicos pela Justiça dos Estados Unidos. Os documentos apontam a participação de quatro funcionários dos EUA e três brasileiros. Entre os nomes ventilados nos bastidores e apontados por fontes ligadas ao processo estão os dos delegados Adriano Camargo e Marcelo Ivo (este último ligado a episódios anteriores em solo americano), além do envolvimento ou citação de outros nomes associados a inquéritos anteriores, como o delegado Fábio Short. O ex-deputado Alexandre Ramagem acaba de 'sugerir' que os delegados acima nominados participaram da fraude mais suja da história contra Filipe Martins. Eles teriam usado, segundo as denúncias, um registro falso nos Estados Unidos para manter um inocente preso por seis meses e tentar forçar uma delação premiada. Se comprovadas as acusações, serão uma mancha na história de nossa gloriosa Polícia Federal, que não merecia nem merece tamanha decepção. O desvio de conduta de alguns dos seus membros afeta a imagem de instituição, gerando frustração na sociedade e nos próprios integrantes que cumprem seus deveres com rigor. A sociedade espera integridade máxima de órgãos de segurança e fiscalização. A PF possui órgãos internos voltados para investigar e punir os abusos ou crimes cometidos por seus próprios membros.
O documento falsificado serviu como um dos fundamentos para que o ministro Moraes determinasse a prisão preventiva de Martins em 2024, sob a premissa de risco de fuga. Glenn Greenwald, jornalista americano, em artigo publicado na Folha de São Paulo, afirmou que a prisão preventiva de Filipe Martins foi decretada e mantida com base em uma alegação falsa de que o ex-assessor teria fugido para os Estados Unidos, e que as evidências apresentadas na defesa demonstraram que ele permaneceu no Brasil no final de 2022. Essas provas foram ignoradas pelas autoridades brasileiras. A premissa de que o ex-assessor havia embarcado em um voo presidencial para os EUA serviu de justificativa central para mantê-lo detido. O motivo da prisão seria o medo de uma fuga inexistente. Considerando que um documento falso não pode servir como prova válida, espera-se a anulação dos atos processuais ou das ordens de prisão nele baseadas, embora a repercussão sobre a condenação final dependa de uma avaliação do conjunto probatório pelo STF. Provas oriundas de fraude processual são nulas. A utilização de um documento falso em um processo é expressamente proibida pelo ordenamento jurídico pátrio, violando o princípio da boa-fé objetiva, da lealdade processual e da integridade da prestação jurisdicional, além de configurar crime tipificado no Código Penal, como o art. 304 para documentos falsos ou o art. 342 para falso testemunho. Mas como vivemos "tempos estranhos", como diz o ex-ministro Marco Aurélio Mello criticando o atual cenário institucional, político e jurídico, não será nenhuma novidade se o STF aceitar esse documento como prova definitiva.
Artigo de Luiz Holanda
MEIO DIA P/ALCOLUMBRE?
Eu já acionei o Conselho de Ética do @SenadoFederal desde março pedindo o IMEDIATO afastamento do presidente Davi Alcolumbre p/omissão institucional e abuso de suas prerrogativas em relação ao conflito de interesse dele ao não abrir minha CPI do Master além dos engavetamentos de dezenas impeachments do STF;Até agora ele sequer instalou a Comissão...Tive q acionar o Supremo(vergonha) p/determinar ao Senado a referida abertura.Caiu c/min Carmen Lúcia e até agora nada...O regime se blinda! #forçamendonça #acordabrasil
Paz & Bem