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“Fé sem disciplina é frágil. E disciplina sem fé. . .É uma sentença. Continue acreditando que podemos vencer. Eu me certifico de que não vamos perder. Talvez você seja o lembrete que eu finjo não precisar.” Se virou, um sorriso imperceptível nos lábios. “Boa noite, Clark.”
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Você chama de vigilância. Eu chamo de fé no que ainda pode dar certo. Mas o que importa é que, no fundo, você também acredita ou não estaria lutando todos os dias para evitar o pior.
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“Não. Nunca deixo de estar. Com ou sem o manto.” Disse com gravidade, o olhar se desviando para as luzes da cidade. “Dick admira sua resiliência.” Acrescentou ao fim do silêncio, proteção velada no tom distante. “Quando sua tempestade se agita por dentro. . .O que te ancora?”
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“É bem familiar, na verdade,” Os dígitos seguiram o olhar alheio, tocando a pedra que jazia gélida, cravada em sua pele. “Sente-se diferente quando não está marcado por ela?”
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“Do que eu perdi. Do que prometi proteger. E do que não posso me tornar.” A sombra da máscara acentuava a rigidez de seu rosto, mas o tom grave não carregava julgamento. Seus olhos, porém, se desviaram para o cristal alheio. “Talvez isso não soe estranho para você.”
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“Você sempre olha adiante, Clark. Talvez seja isso que nos torna uma dupla eficaz. Mas alguém precisa manter os dois pés no chão. . . Mesmo quando o horizonte pareça promissor. Esperança sem vigilância é uma brecha para o caos.”
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Sei que caminha sobre essa linha, Bruce. Mas mesmo a linha mais sombria pode ser apenas a borda de um novo horizonte, se você tiver coragem de olhar além.
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