Parece até q esse vídeo do profeta Olavo de Carvalho foi gravado hoje... mais um!
Que tragédia o candidato da direita PSOLnarista ñ ter visto antes de cair — de novo — nessa nova arapuca do PT... 🥱
🚨OLAVO DE CARVALHO
já avisava lá em 2012:
"Não vai haver diferença legal entre uma mulher e um homem vestido de mulher. Se aparece um homem, botou um sutiã, eu sou obrigado que chamar de senhora ou senhorita. E se não chamar ele vai se ofender e vai me processar"
PROFÉTICO...
Eu fico realmente na dúvida se esse @andrizek é simplesmente burrão ou se é mal-intencionado, como quase todo esquerdista. Provavelmente sejam as duas coisas.
De qualquer forma, o sujeito distorce os achados do artigo — ou simplesmente não leu.
A parte mais interessante da pesquisa é a ponderação das horas trabalhadas por semana em relação à produtividade e aos desincentivos ao trabalho, como, por exemplo, altos impostos ou bolsas que sustentam as pessoas sem que elas tenham que trabalhar, levando em conta ainda a curva demográfica.
Nesse ranking, o brasileiro trabalha 1,3 hora a menos por semana que a média global e está na 56ª posição. O primeiro lugar do ranking é o Japão. Por esse critério, o japonês trabalha 6,6 horas a mais por semana que a média global.
Este trecho é especialmente relevante:
"De modo geral, a característica que melhor explica a quantidade de horas trabalhadas mundo afora é a produtividade dos trabalhadores. Mas de uma maneira que não é direta, linear. A relação entre a produtividade e as horas trabalhadas segue, grosso modo, a forma de uma montanha, com subida, pico e descida.
À medida que cresce a produtividade da economia nacional, quando os países deixam de ser pobres e se tornam países de renda média, aumenta o número de horas trabalhadas. É a subida. Compensa, nesse caso, trabalhar mais e, afinal, poder consumir mais.
A partir de certo ponto, contudo, a produtividade já é tão alta, e o consumo também, que os trabalhadores passam a dar mais valor ao lazer. Começa, então, a descida da serra: enquanto a produtividade continua a aumentar, o número de horas trabalhadas diminui. Quem é rico pode se dar ao luxo de trabalhar menos. Na França, por exemplo, trabalha-se em média 31 horas por semana (78º lugar, entre 87 países).
O que Duque descobriu é que os trabalhadores brasileiros escolheram “descer a serra” e trabalhar menos antes de ficarem ricos. No Brasil, segundo o levantamento, trabalha-se 1 hora e 12 minutos a menos por semana do que seria esperado, dado o seu nível de produtividade e o seu perfil demográfico."
Ou seja, o brasileiro médio quer o impossível: viver como rico sem ter criado a riqueza, representada pela maior produtividade.
Esse é um conceito estranho para os esquerdistas: a criação de riqueza. Eles acreditam que é tudo uma questão de distribuição.
É a lógica por trás do movimento pelo fim da escala 6x1: trabalhar menos e ganhar a mesma coisa. Só há um problema: se a produtividade permanece a mesma e menos horas são trabalhadas, alguém terá que pagar pela diferença gerada. O Estado está quebrado. As empresas estão quebradas. Quem pagará?
A resposta do esquerdista costuma ser: vamos cobrar mais impostos dos ricos. Novamente, há problemas. O patrimônio dos ricos é finito e, ao reduzir o incentivo ao enriquecimento, reduz-se também o incentivo ao investimento e à criação de novos negócios. O resultado é previsível: menos empresas, , menos incentivo ao trabalho, menos empregos e, portanto, menos riqueza para todos — exceto para os líderes políticos que promovem essa política e seus aliados.
É a espiral da miséria que a esquerda promove desde sempre.
If someone is guilty of a heinous violent crime and is able to plead insanity, they should go to an asylum, not be released to murder or rape innocent people
The Nice Attack = Muslim
The Paris Attacks = Muslims
The Shoe Bomber = Muslim
The Orlando attack = Muslim
The Beltway Snipers = Muslims
The Fort Hood Shooter = Muslim
The Underwear Bomber = Muslim
The Westminster Attack = Muslim
The 2005 Bali Bombings = Muslims
The murder of Lee Rigby = Muslims
The U.S.S. Cole Bombers = Muslims
The London Bridge Attack = Muslims
The Madrid Train Bombers = Muslims
The Charlie Hebdo Attacks = Muslims
The San Bernardino Attacks = Muslims
The Surabaya bombings = Muslims
The Minnesota Mall stabbings = Muslim
The 7/7 bombers = Muslims
The Moscow Theatre Attackers = Muslims
The Boston Marathon Bombers = Muslims
The Ankara Airport Attack = Muslims
The Manchester Arena bombing = Muslim
The Pan-Am #103 Bombers = Muslims
The Iranian Embassy Takeover = Muslims
The Air France Hijackers = Muslims
The 2002 Bali Nightclub = Muslims
The Batta Meena Attacks = Muslims
The Beirut Embassy bombers = Muslims
The Libyan U.S. Embassy Attack = Muslims
The Yazidi Massacre of 2014 = Muslims
The Beheading of French priest = Muslims
The Buenos Aires bombers = Muslims
The Israeli Olympic Team = Muslims
The Kenyan U.S Embassy = Muslims
The Khobar Towers Bombers = Muslims
The Beirut Marine bombers = Muslims
The Besian School Attackers = Muslims
The First WTC bombers = Muslims
The Beheading of Daniel Pearl = Muslims
The Achille Lauro Hijackers = Muslims
The Bombay Attackers = Muslims
The 9/11 hijackers = Muslims
Joe Rogan changed his opinion on Obama: "Watching him straight up lie about Trump, with the ‘very fine people,’ thing, the white supremacist thing, which I think worked back in 2017 but people don’t believe it anymore, changed my opinion of him."
Jornal O Goebels mente, como sempre, na forma e no conteúdo.
Não há “explosão de feminicidios”, conceito inventado por feministas que seria o homicídio de mulheres “por sua condição de mulher”, baboseira fraudulenta, pois essa nunca será a motivação.
Vale lembrar que essas estatísticas não correspondem a condenações decorrentes de homicídio de mulheres, mas nela são enfiadas todas e quaisquer mortes violentas de mulheres, incluindo suicídios e casos em que sequer se sabe a autoria.
Do ponto de vista estatístico, o número atual da fraude estatística, subiu em 17 casos anuais de 2023 a 2024, algo em torno de 1%, o que em lugar nenhum do mundo, em qualquer época, configura “explosão” de rigorosamente nada.
Vale lembrar que segundo o censo penitenciário há cerca de 6 mil mulheres cumprindo pena por homicídio no Brasil,o que aponta para duas conclusões: ou as mulheres matam homens em números semelhantes, ou mulheres matam mulheres, “por serem mulheres”.
Esse estelionato ideológico não é aleatório.
A seita-quadrilha lulista não tem agenda política, os trabalhadores não compram mais as balelas assistencialistas e o lulismo é visto pela população como conivente com o crime.
A contra ofensiva do bando foi escolhida a dedo, ante a rejeição maior de Bolsonaro - ainda o maior eleitor do Brasil - ante o eleitorado feminino.
É preciso criar a histeria coletiva e não por acaso, de forma concatenada e sequencial ocorreu seguinte:
1o.) a aprovação do fim da lei de Alienação Parental na CCJ da Câmara, com o apoio da feminista Damares, tema caro às feministas e as caluniadoras;
2o.) Aprovação da lei que criminaliza a misoginia (conceito penal bizarro e indefinido) com penas de 2 a 5 anos, forma clara de processar conservadores que desmantelarem feministas em debates,
3o.) A convocação por j. dirceu de manifestação de feministas na av Paulista nesse domingo contra o feminicídio, prontamente obedecida pelas empoderadas.
Vamos ver como reagem parlamentares de direita trans e influenciadores conservadores de araque, que parecem achar que repetir fraudes estatísticas no periodo de governo do descondenado o desgastaria.e