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O escritor e analista político americano Nima Yamini, referência no debate sobre censura digital e manipulação política global, publicou um vídeo em que descreve, de forma contundente, o que está acontecendo no Brasil — enquanto muitos brasileiros fingem demência e outros corroboram com o avanço do autoritarismo.
Segundo Yamini, o mesmo aparato de censura usado nos Estados Unidos durante o governo Biden foi transplantado para o Brasil com um objetivo claro: interferir no processo eleitoral, manipular as redes sociais e impor Lula ao poder.
Ele afirma que milhões de dólares de contribuintes americanos foram canalizados por ONGs ligadas à Casa Branca para sufocar os apoiadores de Jair Bolsonaro e empurrar uma narrativa artificial em favor da esquerda.
“Isso não é democracia. É imperialismo social. O Brasil hoje tem um presidente corrupto, comunista e louco, eleito com base em censura e dinheiro externo.”
O escritor não trata o tema como hipótese, mas como constatação, lembrando que o ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA Mike Benz já revelou documentos e relatórios detalhando a operação de censura e ingerência externa no Brasil. A atual visita de Alex Soros, filho do globalista George Soros, ao país, reforça ainda mais a dimensão dessa aliança entre elites globais e o regime brasileiro.
Yamini alerta que o que se vê no Brasil é um modelo de colonialismo moderno, onde a democracia é substituída por propaganda estrangeira e censura orquestrada.
“Hoje é Bolsonaro em prisão domiciliar. Amanhã pode ser você ou eu. A democracia termina quando deixamos a censura decidir nossas eleições.”
As palavras de Nima Yamini são mais uma denúncia contundente - agora dirigida também ao público americano - de que o Brasil se tornou um laboratório da agenda globalista, colocando em xeque a soberania nacional, a própria ideia de democracia e todo o Ocidente em risco, com a ajuda do dinheiro do contribuinte americano que nada sabia.
Eu e meu amigo Fred, em fins dos anos 1980, desaparecíamos pela cidade a tarde inteira, cada qual em sua Mobilete envenenada, conhecendo cada metro de asfalto à nossa disposição. Quando finalmente voltávamos à casa dele, Dona Ruth, sua mãe, já ia dando a bronca: "Onde você estava, seu filho da puta?!" Por razões óbvias, reagíamos com risadas. Se o sobrenome deles fosse Bolsonaro, e a conversa fosse por WhatsApp, a imprensa hoje estamparia nas manchetes:
"Mãe de Fred Bolsonaro confessa ser prostituta."
Assim caminha a canalhice interpretativa.