@JustinMcKenna If even today, with the United States still dominating global institutions, the world’s financial system, and the planet’s largest military force, we continue to generate major conflicts worldwide, what can we expect in a far more multipolar world?
@itsaflecha Ela não está errada. A lei manda dar essas aulas. E são cobrados por isso. Se vc não gosta, deve pedir ao seu deputado para alterar a lei. A polícia é a única e exclusivamente errado neste caso.
@itsaflecha Ela não está errada. A lei manda dar essas aulas. E são cobrados por isso. Se vc não gosta, deve pedir ao seu deputado para alterar a lei. A polícia é a única e exclusivamente errado neste caso.
“Trabalhar nas pequenas coisas com a maior dedicação e honestidade possíveis talvez seja a melhor forma de preservarmos a sanidade quando o mundo está desmoronando.”
—Haruki Murakami
O concurso público é uma das poucas instituições que distribuem renda, prestígio e estabilidade sem pedir autorização ao mercado.
Talvez seja por isso que incomode tanto certos setores. Afinal, um trabalhador que conquistou segurança por “mérito próprio” é alguém muito menos vulnerável à chantagem da precariedade.
@NewsLiberdade EUA São um País terrorista, Tentam a todo o momento interferir no Brasil, ajudaram a Destruir a Indústria Militar brasileira.
Lembre-se Otário é aquele brasileiro que apoiar os EUA, Um país que Nunca quis seu bem, Mas sim Roubar tudo que tem, São ladrões, são piratas.
@Civixplorer Wrong symbol for 'Republic', it should be a Phrygian cap, shown on the left, not a ballot box. The actual ballot paper is shown in the image in the right.
O PCC (em grande escala) e o CV (em escala menor) se valem de esquemas sofisticados e profissionais de lavagem de dinheiro. Foi exatamente isso que permitiu que crescessem economicamente de forma explosiva nas últimas décadas.O problema é que parte importante do sistema político e judiciário brasileiro — incluindo do governo — nunca demonstrou interesse real em combater esses esquemas profissionais de lavagem. E a razão é simples: os métodos usados pelas facções são os mesmos empregados pela corrupção política, pelo caixa 2 eleitoral e por aqueles que a ex-ministra Eliana Calmon denominou de bandidos de toga. Sempre que uma brecha é fechada (como as antigas contas CC5), outras são rapidamente abertas, muitas vezes com a ajuda ativa do próprio Estado. Exemplos recentes: as “contas bolsão” de fintechs e instituições de pagamento, os programas de repatriação de ativos com blindagem contra investigação de origem, e a blindagem legal de contratos de honorários advocatícios.Quando o sistema parece se organizar para atacar de verdade esses esquemas, logo surgem leis que dificultam a colaboração premiada, decisões que restringem o acesso aos RIFs do Coaf, e anulações em cascata. O resultado é sempre o mesmo: não avançamos de forma efetiva.Estamos investigando, nos GAECOs locais e no nacional, grandes esquemas de lavagem envolvendo contas bolsão. O volume de dinheiro que circula anonimamente por essas brechas é absurdo. Muitas delas só foram parcialmente fechadas no ano passado — e só para o futuro, sem efeito retroativo.A operação de ontem do GAECO do MP/SP com a Receita Federal na Faria Lima, bastante noticiada, é troco de pinga perto do que temos visto nas nossas apurações. Mesmo assim, surge uma liminar aqui e outra acolá dificultando o acesso aos RIFs e criando insegurança jurídica. Enquanto isso, prerrogativistas encastelados em posições-chave de poder trabalham sistematicamente para minar o fechamento de brechas — quando não atuam para criar novas. Não se iludam: o sistema não não está minimamente interessado em atacar esse problema com seriedade. As facções criminosas apenas perceberam que podiam usar os mesmos esquemas que sempre protegeram o colarinho branco. A medida do governo Trump está longe de resolver a questão no Brasil, mas certamente dá uma ajudinha importante: força os agentes privados a fazerem o que o Estado brasileiro se recusa a fazer ou faz de corpo mole — fechar brechas que permitem usar negócios legítimos para lavar dinheiro sujo.