O esquema contava com a participação criminosa de servidores da própria Funai, que atuavam por dentro do Estado para facilitar e validar o saque do dinheiro dos falsos indígenas.
Para o idoso que realmente precisa de aposentadoria? Filas que podem durar anos, burocracias e perícias negadas, mas criminosos conseguem com facilidade burlar o sistema. A pergunta que fica é: haverá punição exemplar, exoneração, prisão e devolução do dinheiro roubado?
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Os americanos estão descobrindo o nível de autoritarismo do regime brasileiro, que se transformou, principalmente pelo aparelhamento do judiciário, numa ditadura de esquerda.
A matéria da Fox News traz o caso dos pais condenados à prisão por fazerem homeschooling com as filhas, decisão de um juiz ativista.
Nos EUA, os pais têm a liberdade de educar os filhos em casa. Crianças educadas assim costumam ter notas superiores às de escolas convencionais.
No Brasil, educar o próprio filho virou crime.
O RETROCESSO É REAL: INDÚSTRIA FOGE DO PAÍS ENQUANTO O GOVERNO GASTA O QUE NÃO TEM!
No governo anterior, recordes de liberdade econômica e facilidade para empreender. Hoje? Fábricas da Saint-Gobain fechando em SP e SC, demissões e desespero. O Brasil está virando um cemitério de CNPJs sob os aplausos do consórcio partidário. A conta da incompetência chegou, e ela é cobrada em empregos destruídos! 📊🚨
Apenas no Brasil os funcionários públicos ocupam o topo da pirâmide de renda.
Isso mede o fracasso do país.
Os cartórios não existem no resto do mundo, portanto, fica difícil comparar.
Já o judiciário brasileiro é o mais caro da Terra, os magistrados trabalham pouco e ganham muito.
- Diplomatas?
Pergunto de novo: diplomatas?
Confira as 10 "profissões mais ricas" do Brasil, de acordo com um ranking divulgado pela Receita Federal:
1. Titular de cartório – R$ 3,3 milhões
2. Ministros, juízes e desembargadores – R$ 2,9 milhões
3. Procuradores e promotores – R$ 2,89 milhões
4. Diplomatas – R$ 2,52 milhões
5. Atletas e desportistas – R$ 1,71 milhão
6. Dirigentes, presidentes e diretores de empresas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços – R$ 1,66 milhão
7. Produtores da exploração agropecuária – R$ 1,58 milhão
8. Servidores das carreiras do Banco Central, da CVM e da Susep – R$ 1,44 milhão
9. Médicos – R$ 1,38 milhão
10. Atores e diretores – R$ 1,34 milhão
Enquanto Lula e Janja viajam o mundo com hotéis de luxo, cartão corporativo, diárias milionárias e uma máquina pública cada vez mais cara, a população em situação de rua praticamente dobrou no Brasil.
A inflação corrói o poder de compra, a economia perde força e o governo continua gastando como se o dinheiro fosse infinito. O retrato do Brasil real está nas ruas, não na propaganda oficial do PT.
Um contrato de R$ 129 milhões deveria chamar a atenção de qualquer autoridade. No entanto, o acordo envolvendo Viviane Barci e o empresário Daniel Vorcaro foi tratado com uma informalidade que assusta.
É como se um negócio milionário fosse feito apenas num acordo de gaveta, ignorando as regras, as exigências e os registros rigorosos que qualquer cidadão comum é obrigado a seguir quando precisa prestar contas à Receita Federal.
Mesmo assim, a PGR decidiu não tomar qualquer providência.
Como alertou a Transparência Internacional, essa falta de atitude é grave. Havia sinais mais do que suficientes para que a PGR abrisse uma investigação própria para rastrear e entender os detalhes dessa operação financeira. Em vez de cumprir o seu papel de investigar e esclarecer os fatos, o órgão preferiu cruzar os braços.
A lei precisa funcionar da mesma forma para todo mundo!
Quando a instituição que tem o dever de fiscalizar se omite diante de movimentações milionárias e sem transparência nos bastidores, a mensagem que fica é a de que as regras não valem para os mais privilegiados. Os acordos e os valores que envolvem figuras ligadas aos altos círculos de poder precisam de investigações claras, e não de silêncio oficial.
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ATLASINTEL 06/2026: A TESOURA DO VOTO FOI INVERTIDA
Toda semana, uma pesquisa na mesa de operação. Hoje, a AtlasIntel/Bloomberg de junho, a que mais deu o que falar.
Tem um número nela que não fecha com nenhuma outra pesquisa do país.
Na Atlas, Flávio Bolsonaro tem 43,5% entre MULHERES e só 29,1% entre HOMENS. Uma vantagem de +14,4 pontos entre elas.
Isso é o oposto de tudo. Datafolha, Nexus e Quaest, todas de junho, mostram Flávio forte entre homens e fraco entre mulheres.
A Atlas inverteu a tesoura.
E não para aí. A pesquisa trocou de registro no meio do caminho, no rastro da crise Michelle-Flávio. Escondeu blocos inteiros do questionário. Fez o “não sei” quase sumir. E colocou um partido que mal existe na frente do PP e do União Brasil.
Auditei o relatório, o questionário, a DRE, a declaração do estatístico e o registro no TSE. Cruzei com PNAD, TSE Eleitorado e as três pesquisas concorrentes.
O veredito é o mais interessante de todos: a pesquisa está contaminada. Mas não é inútil.
Te desafio a desfiar este fio!
A mensagem enviada pelo Supremo Tribunal Federal ao pagador de impostos é inaceitável. Ao oficializar que magistrados e membros do Ministério Público podem receber verbas indenizatórias que extrapolam o teto do funcionalismo em até 35%, a Corte máxima do país transforma a Constituição em uma regra flexível apenas para a elite estatal.
O cenário ficou ainda mais oneroso recentemente. O STF flexibilizou suas próprias restrições anteriores para liberar pagamentos retroativos e permitir a conversão em dinheiro de benefícios acumulados, como férias, licenças-prêmio e plantões não usufruídos.
Na prática, isso significa arrumar justificativas burocráticas para garantir que as remunerações reais superem os R$ 62 mil mensais.
Enquanto o cidadão enfrenta uma carga tributária pesada para fechar as contas do país, a cúpula da Justiça cria atalhos legais para blindar seus próprios ganhos.
Não se combate os SUPERSALÁRIOS institucionalizando fatias generosas deles. Isso é uma distorção grave do uso do dinheiro público.
Acesse https://t.co/ClBPWby1hd e assine o manifesto pela moralização das contas públicas.
🚨🍷 URGENTE‼️🖲🖲🖲🖲🖲 Levantamento do Metrópoles apontou que os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Giordano (MDB-SP) utilizaram recursos da cota parlamentar para custear bebidas alcoólicas, incluindo vinhos, drinks e cerveja. 💸🍺🍷 📌 De acordo com a reportagem, o regimento do Senado veda o uso da verba indenizatória para esse tipo de despesa. Após o levantamento, foi determinada uma auditoria para apurar os gastos. ⚖️ O caso gerou repercussão e reacendeu o debate sobre a fiscalização e a transparência no uso do dinheiro público.
Mês após mês, o governo federal comemora um feito repetido: bater recordes de arrecadação. Uma montanha de dinheiro saindo diretamente do bolso de quem trabalha e produz.
Mas enquanto a máquina estatal infla e os cofres públicos transbordam, a realidade de quem paga essa conta continua a mesma: corredores de hospitais lotados, macas improvisadas e pacientes esperando por atendimento básico. A qualidade dos serviços públicos que o brasileiro recebe em troca está longe de bater qualquer recorde positivo.
Não há país que prospere quando o governo tira tanto e devolve tão pouco. Comemorar recorde de impostos enquanto a população sofre e, não raramente, morre na fila do SUS, é um tapa na cara do pagador de impostos.
É preciso dar um basta nesta lógica de que a solução para tudo é cobrar mais taxas. O Ranking dos Políticos monitora diariamente como deputados e senadores votam em projetos que impactam o seu bolso e a economia do país.
Acesse https://t.co/8EL3AIPHDC, fiscalize os seus representantes e descubra quem realmente trabalha para reduzir o peso do Estado nas suas costas e quem vota para aumentar ainda mais os impostos.
A AGU deu um tiro de 12 no próprio pé.
Ao entrar no processo como Estado brasileiro defendendo imunidade soberana ampla (FSIA), a juíza Mary Scriven reconheceu o Brasil como interveniente oficial (23/06). Agora o caso deixou de ser contra um juiz e virou disputa institucional.
Alta chance de o DOJ e o Departamento de Estado entrarem com Statement of Interest (28 U.S. Code § 517). O que está em jogo é simples:
* 1ª Emenda americana
* Soberania dos EUA sobre plataformas sediadas em seu território
* Limites de ordens estrangeiras de censura
O DOJ já avisou Moraes por carta em maio/2025: suas ordens não valem nos EUA. Teve sanções Magnitsky, restrição de vistos e Executive Order tratando o caso como emergência nacional contra coerção a empresas americanas (Rumble + Truth Social).
Censura é proibida pela Constituição brasileira, por tratados internacionais e pela Constituição americana. Tribunais de EUA, Argentina, Espanha e Itália já reconheceram violações graves de Moraes/STF. EUA e Polônia deram asilo a perseguidos.
A AGU transformou um processo contra um ministro em um dos maiores casos de direito internacional sobre censura global e soberania.
Comprem 🍿🍿🙃
O Brasil com esta carga tributária altíssima do desgovernodo L, só aumenta o desalento do empresariado, e aumento da pobreza no país.
https://t.co/Vpi3lkEDnP
🇧🇷🇺🇸NO FILTER
My quick video explains what is happening in Brazil after yesterday’s conviction by Brazil’s Supreme Court, sentencing me to 4 years and 2 months in prison for denouncing human rights violator Alexandre de Moraes.
Watch it.
Share it.
The world needs to know what is happening in Brazil.
President @realDonaldTrump, please reimpose sanctions against this authoritarian figure. The same people persecuting me today also despise everything your administration stands for: free speech, democracy, and the rule of law.
A liberdade de expressão não pertence à esquerda nem à direita. Ela pertence a todos.
Se um agente público estrangeiro pode tentar censurar cidadãos, empresas e plataformas americanas dentro dos Estados Unidos, sem respeitar as garantias constitucionais americanas e os procedimentos legais estabelecidos, isso deixa de ser uma questão brasileira e passa a ser uma questão de soberania, devido processo legal e direitos fundamentais.
Este caso não trata da capacidade do Brasil de aplicar suas leis dentro de seu próprio território. Trata-se dos limites da autoridade estatal além das fronteiras nacionais e da proteção dos direitos garantidos pela Constituição dos Estados Unidos.
Como cidadã americana e brasileira, acompanho este debate com atenção. Nenhum governo, tribunal ou autoridade deveria ter o poder de restringir a liberdade de expressão, exigir dados privados ou impor censura fora de sua jurisdição legal.
Independentemente das opiniões políticas de cada um, devemos defender os princípios que protegem uma sociedade livre: liberdade de expressão, transparência, devido processo legal e respeito à soberania nacional.
Hoje é Alexandre de Moraes. Amanhã pode ser qualquer outro agente público, de qualquer país. Os precedentes criados agora terão consequências muito além deste caso.
CONGRATULATIONS MR. @emd_worldwide and Thank you from the bottom of my heart for everything. I truly appreciate all your support. ❤️
Lula criticou o PROTECIONISMO durante reunião do G7, mas aparentemente esquecei que Brasil é um dos países MAIS FECHADOS do mundo ao comércio internacional, aplicando uma verdadeira muralha tributária sobre os produtos de consumo que chegam de fora.
Enquanto as grandes economias globais facilitam o acesso da sua população a bens, inovação e tecnologia através de tarifas reduzidas, o sistema brasileiro aposta na taxação excessiva.
O resultado prático dessa política de isolamento é evidente: um custo de vida artificialmente elevado, menor poder de compra para as famílias e uma falta de concorrência que, muitas vezes, apenas serve para proteger a ineficiência interna.
Leia mais: https://t.co/n0yOfvLH5V
This morning, Rumble and Trump Media asked a U.S. federal court to enter default against Brazilian Supreme Court Justice Alexandre de Moraes.
Moraes was properly served by a method authorized by a federal judge. The 21-day deadline to respond passed. He did not appear, respond, or ask for more time. The Government of Brazil sought to intervene at the eleventh hour, but clarified that it does not represent Moraes.
Around the world, governments are increasingly trying to regulate speech beyond their borders. What is different about Moraes’s case is that a foreign official may now be held accountable in a U.S. court for trying to regulate the speech of U.S. persons inside the United States while bypassing the First Amendment — and for seeking private data of U.S. users while bypassing U.S. legal process.
This case is not about whether Brazil may enforce Brazilian law in Brazil. It is about whether a foreign judge may use secret orders to reach into the United States and control speech, data and platforms through unlawful coercive threats.
The answer should matter to every American, regardless of politics.