Discussões sobre política, mercado financeiro, futebol e qualquer outro assunto que eu estiver afim. Quer debater comigo? Use ARGUMENTOS e seja bem vindo. ;)
Em 2014 eu votei na Marina e depois na Dilma. Sim, eu era de esquerda.
Mas 1 ano depois(2015) li um texto que me fez "virar a chave" e gostaria de compartilhar com vocês. Nós somos basicamente a Nova Zelândia dos anos 80. Como estaremos daqui a 40 anos?
https://t.co/uB34PbZ3sj
@NewsLiberdade Já sabemos o modus operandi: será repassado pro PT e pros políticos aliados.
Infelizmente todo mundo sabe como funciona o esquema e os caras continuam soltos e pior: sendo reeleitos.
O brasileiro merece mesmo...
"Nadie entenderá la política hasta que entienda que los políticos no están tratando de resolver nuestros problemas. Están tratando de resolver sus propios problemas, de los cuales ser elegido y reelegido son el problema número 1 y 2. Lo que sea el número 3 está muy atrás"
Sowell
Oi, Dario Durigan. Nosso ministro da Fazenda.
Eu vi que você chamou o Milei de palhaço e disse que o Brasil está muito melhor que a Argentina.
Muita gente acredita. Então deixa eu fazer uma coisa:
Deixa eu mostrar os números. E pode me rebater. Segue o fio. 🧶🧶🧶
Sim. É sempre assim. Quando perdem nos argumentos racionais e dados, começam a te atacar pessoalmente.
Foi por isso que troquei minha foto e meu nome aqui no X, estava sendo ameaçado e falavam um monte de coisa. Achei mais seguro ter um nome e uma foto aleatória. A extrema esquerda é muito violenta. Nao dá pra brincar com esses caras.
Como debater com um esquerdista que vem falar coisa que não sabe baseado em notícias de jornas...
Cite dados, pergunte e aguarde a mágica acontecer: silêncio desde domingo. 🤷🏻
A discussão durou menos do que eu imaginava, já estava esperando ele falar de desemprego, crise ou pobreza. Estava com os dados separados. Mas ele nem falou mais nada.
MILEI DIJO EN SAN PABLO LO QUE VIENE DICIENDO. LA NOVEDAD ES LA REACCIÓN
Milei dijo en San Pablo lo mismo que dice de la izquierda desde hace años. La novedad no está en su discurso, sino en la velocidad y la unanimidad de la reacción. Los números que publicó el propio Estadão explican por qué no hizo falta coordinar nada.
El sábado 25/7, en la convención del PL, Milei calificó a Lula con los mismos términos que usa desde 2023 para describir al kirchnerismo y al socialismo latinoamericano en general: "ladrón", "presidiario", "basura socialista". No hay ninguna palabra ahí que no haya usado antes, en Argentina, cientos de veces. No es un exabrupto nuevo ni una escalada de tono, es el mismo repertorio de siempre, aplicado esta vez a un jefe de Estado extranjero.
Lo que sí fue nuevo fue lo que vino después: Brasil llamó a consultas a su embajador en Buenos Aires, Itamaraty citó al embajador argentino para exigir explicaciones, el titular del STF salió a calificar los dichos, el PT y los partidos de izquierda emitieron repudios coordinados, y el canciller brasileño terminó hablando de la mayor provocación en 200 años de relación bilateral. En 48 horas, una frase que en Argentina pasa como martes cualquiera se convirtió, puertas afuera, en una crisis de Estado.
La pregunta que no se hace nadie en la cobertura es por qué el mismo discurso, sin variación de contenido, produce una reacción de esa magnitud. Y ahí aparece un dato que no tiene nada que ver, en apariencia, con Milei: Estadão publicó esta semana que la gestión Lula pagó R$255,3 millones en publicidad oficial en el primer semestre de 2026 - el semestre más alto desde que existe la base de datos de la Secom, en 2009 - con otros R$584,7 millones ya reservados para lo que resta del año. De toda la pauta oficial distribuida desde 2023, Grupo Globo se queda con el 25,6%: R$267 millones, más del doble que el segundo beneficiario.
Un medio que cobra un cuarto de la pauta presidencial no necesita que nadie lo llame para saber qué tono usar cuando insultan a quien le paga. No hace falta instrucción, ni orden, ni operación. Alcanza con que el incentivo esté puesto de antemano, la alineación es estructural, no conspirativa.
La reacción no mide qué tan grave fue lo que dijo Milei. Mide quién necesitaba que fuera grave.
Milei, en paralelo, viene usando la misma lógica de "seguí la plata" para explicar por qué no pide disculpas, dijo que Brasil financió buena parte de una campaña en su contra. Es un dato distinto, de otro contexto, y no corresponde igualarlo con el 25,6% de Globo. Pero confirma que el argumento de fondo -mirar el incentivo económico detrás de una reacción política- no es una construcción externa al debate. Ya está instalado en él, de los dos lados.
No hace falta acusar a nadie de instrucción directa. Alcanza con mirar quién cobra antes de sorprenderse por tanto reacción en cascada de los medios hegemónicos de Brasil.
Kristalina Georgieva remarcó el éxito del Gobierno en su meta de acumulación de reservas.
En todo 2026, el BCRA lleva comprados 13.118 millones de dólares. Es el más alto de los últimos 7 años a la fecha.
Burlarse de los blancos se puede. De los negros es racismo.
Burlarse de los hombres se puede. De las mujeres es misoginia.
Burlarse de los hetero se puede. De los gays es homofobia.
Burlarse de la derecha se puede. De la izquierda es facismo.
Burlarse de la mayoría se puede, de la minoría es discurso de odio.
Matéria do G1:
>83% dos imóveis vendidos em Florianópolis são clientes argentinos
>Enorme maioria é para fazer investimentos em Airbnb
Narrativa: Milei fez os argentinos comerem carne de burro
Realidade: eles estão comprando nosso país
Sou brasileiro e acompanho de perto tudo de incrível que Milei está fazendo na Argentina. Sou fã. Sonho que um dia tenhamos alguém tão genial comandando nosso país.
Mas preciso esclarecer quem é Flávio Bolsonaro, pois Milei foi enganado pela família: Jair Bolsonaro (pai) faz parte da casta política que Milei tanto critica na Argentina. Foi deputado por 7 mandatos consecutivos antes de ser presidente. Colocou seus filhos na política. Quando presidente, colocou um Ministro da Economia de fato liberal, Paulo Guedes, da escola de Chicago, discípulo de Milton Friedman, mas que não conseguiu executar nem 10% do que imaginava. Muitas coisas eram travadas pela política de Bolsonaro. Em vídeos vazados de reunião de ministros, Bolsonaro dizia que ainda não estava na hora de privatizar algumas empresas, mesmo já estando prontas pra isso (quando o Presidente do Banco do Brasil disse que tinha cumprido com seu papel de deixar ele pronto para privatizar, Bolsonaro disse que isso seria só num segundo mandato - que nunca ocorreu).
Seu filho, Flávio Bolsonaro, estava envolvido em escândalos de corrupção na camara dos vereadores do Rio de Janeiro. Lavagem de dinheiro com uma loja de chocolates. Funcionários fantasmas ou alguns que dividiam parte do salário que ele pagava, usando dinheiro público. Comprou imóvel de milhões em Brasília, com taxas abaixo do valor de mercado financiado com Banco público de Brasília.
Recentemente, esteve envolvido em conversas com um dos banqueiros envolvidos em um dos maiores escândalos de corrupção do país, Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Enfim, Milei poderia apoiar caras liberais e honestos como Romeu Zema, ex empresário, ex governador de MG, luta contra "os intocáveis" e os privilégios de Brasília. Ou mesmo Tarcísio, governador de SP, que seria o candidato natural após a prisão de Jair Bolsonaro pai, mas o pai decidiu abençoar o próprio filho para beneficiar a própria família.
Compartilhem até que esse texto chegue a @JMilei . O brasileiro não quer que Flávio seja nosso representante da direita liberal, porque ele não é.
"El poder que un multimillonario posee sobre mí es muchísimo menor que el que posee el más insignificante funcionario, el cual maneja el poder coercitivo del Estado para decidir cómo podré vivir y trabajar"
Friedrich Hayek
A pobreza no Brasil não caiu do céu. Não é praga, não é castigo divino, não é falta de sorte. É resultado direto de décadas de escolhas políticas e econômicas erradas, repetidas governo após governo, com a mesma receita que nunca deu certo.
O Brasil tem a sexta maior carga tributária do mundo, juros entre os mais altos do planeta, uma burocracia que sufoca quem quer empreender.
Enquanto o cidadão produtivo é asfixiado por impostos, o dinheiro evapora em mordomias do alto funcionalismo, em estatais deficitárias e em programas de marketing eleitoral.
A máquina pública inchada gera déficits recorrentes, o que aumenta a dívida e gera inflação, resultando na desvalorização do Real. Essa é a conta que chega na mesa do brasileiro comum em forma de salário baixo, fila no posto e supermercado caro.
Não foi azar. Foi escolha. E continuará sendo, enquanto o eleitor aceitar trocar liberdade econômica por promessas.
@Ideiasradicais Kkkkkk...se conhecesse o jornas Igor Gadelha saberia.
Tão esquerdista que só pode ganhar dinheiro se for político. Se for competente na iniciativa privada é bandido! Não pode. Deve ter explorado os trabalhadores.
Dale visão marxista de mundo!