Para compreender o quão controversas podem ser algumas correntes do esquerdismo moderno, basta observar determinadas interpretações produzidas pela Escola de Frankfurt. Max Horkheimer, um de seus principais expoentes, desenvolveu análises segundo as quais a estrutura patriarcal transformaria a mulher em uma espécie de prisioneira do ambiente doméstico, criando uma "ligação incestuosa" entre mãe e filho.
Ver uma magistrada invocar "patriarcado" para fundamentar uma decisão em um caso dessa gravidade é a demonstração da doença ideológica que conseguiu penetrar em instituições que deveriam ser guiadas apenas pela lei, pela lógica jurídica e pela realidade dos fatos.
No espectro esquerdista, poder significa subserviência daqueles que não o possuem. Quem não obedece ou não atende às vontades de quem controla o poder torna-se descartável. E, quando os interesses exigem negociação, alianças e lealdades são abandonadas sem qualquer pudor ou compromisso moral.
O Islã aprendeu bem isso.
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Eu achava que a forma mais sofisticada de impunidade era transformar criminosos em vítimas de transtornos para afastar sua responsabilização. Agora surge uma nova vertente: o perdão judicial fundamentado em critérios identitários.
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É impressionante a falta de caráter de parte da mídia. Dependendo de quem comete o ato, a manchete muda, o tom muda e até a indignação desaparece. A seletividade tornou-se regra.
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A droga deixou de ser apenas um problema de saúde pública. Tornou-se um instrumento de dependência, controle social e fortalecimento de organizações criminosas, transformando usuários em reféns de um ciclo cada vez mais difícil de romper.
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Que Deus esteja conosco. Que em 2027 o Brasil esteja entre estas nações que defendem a liberdade, combatem o crime sem hesitação e colocam a justiça acima da ideologia.
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Isso é alimentar a militância: repetir uma narrativa tantas vezes que ela passe a ser aceita como verdade. A mentira é divulgada, amplificada e reproduzida em cadeia até que muitos deixem de questionar os fatos.
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Militância midiática: quando informar deixa de ser a prioridade e passa a ser substituir os fatos por uma narrativa politicamente conveniente. 👇
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O MST e grupos semelhantes são o braço expropriatório da visão soviética dos tempos atuais. Mudaram os discursos, mudaram os símbolos, mas a essência permanece a mesma: relativizar a propriedade privada em nome de um projeto político de poder.
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A magistrada agiu de forma semelhante a um juiz da União Soviética subordinado ao Partido Comunista: a ideologia ocupou o lugar central que deveria pertencer à lei.
A população deveria ser amplamente informada sobre quais institutos de pesquisa possuem histórico consistente de acertos e quais acumulam erros recorrentes. Informação sem credibilidade deixa de ser pesquisa e passa a ser instrumento de influência.
Esse será o novo Lindbergh Farias, um vociferador de vômitos, que transforma opiniões em uma sucessão interminável de impropérios.
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Os Estados Unidos sempre tiveram a faca e o queijo na mão para intervir em Cuba. O que faltou, ao longo das décadas, não foi capacidade militar, econômica ou estratégica, mas a decisão política de utilizar todo esse poder para provocar uma mudança definitiva no regime.
🚨 FLÁVIO BOLSONARO ELOGIADO POR MARCO RUBIO 🚨
A postura de Flávio Bolsonaro no combate ao narcotráfico e às organizações criminosas CV e PCC foi elogiada por diversas autoridades internacionais, além do próprio secretário. Flávio Bolsonaro continua repercutindo na mídia nacional e internacional.
#FlavioPresidente2026
#FlavioBolsonaro
#SegurancaPublica
Isso é revoltante. Basta ocorrer uma tragédia para que parte da mídia já tenha um culpado definido: Israel. A apuração vem depois (quando vem!); a narrativa, quase sempre, vem primeiro. No fim, é o povo que sofre!
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