Manter um parlamentar no Brasil custa 528 vezes a renda média do contribuinte. Na Alemanha, esse mesmo cálculo dá 33. No Japão, 39. Nos Estados Unidos, 139. Nem a Argentina, vizinha conhecida pelos próprios excessos, chega perto do nosso patamar.
Os números são do estudo "How Different is the Brazilian Political System?" do IMPA. E ajudam a entender por que pautas como Reforma Administrativa, prisão em segunda instância e fim dos supersalários travam no Congresso ano após ano. Quem decide é quem paga a conta.
Reduzir o custo do Legislativo passa por cobrar voto a voto.
Acompanhe o desempenho dos deputados e senadores em: https://t.co/RTp1d1MO99
Tabata Amaral foi criticar o excesso de bets.
Mas ficou calada quando João Campos reduziu o imposto das bets em Recife em regime de urgência. Sem debate. Sem audiência pública. Hospital paga 5% de ISS em Recife. Bet, 2%.
Não é convicção. É populismo.
Jojo Todynho revela que já contribuiu para a demissão de três mulheres após ser tratada de maneira grosseira por ser de direita.
“Eu falei, chama o gerente e: ‘Olha eu estou sempre aqui comprando cheirinho pra minha casa. Eu não aceito ser desrespeitada. Não importa o meu teor político.’ O que isso culminou? Numa justa causa.”
Descobriram o jeito mais cruel de tirar dinheiro do pobre: deixar o Bolsa Família parar nas bets.
Prometeram picanha. Entregaram aposta.
Povo endividado, famílias destruídas e um governo que assistiu tudo por anos.
Eles querem dependência. Eu quero liberdade.
O que acha dessa ideia?
Quem vê o sucesso, não vê o processo! A trajetória do Endrick nos mostra que quando você acredita, trabalha duro e não desiste, os sonhos deixam de ser apenas sonhos e começam a se tornar realidade.
A esquerda compara a dívida do Brasil com a do Japão e da França pra dizer que estamos bem. Só que esquece de contar que o Brasil gasta 7,9% do PIB só em juros. A França, 2,2%. O Japão, 1,3%.
Não é o tamanho da dívida que importa. É o custo de carregá-la. E o Brasil paga caro porque já deu calote 5x.
Uma história digna de roteiro soviético distópico, onde o governo manda em cada minúcia das empresas, acaba de se concretizar no Brasil.
E o Paraguai agradece.