@SamPancher Não deveria haver "horário eleitoral gratuito". Quem tempo de tv? Participe de sabatinas e debates. E, por falar nisso, aí também não vai precisar de fundo eleitoral.
Um ótimo artigo de Demétrio Magnoli para pensar os gargalos de política externa do Brasil de Lula com os USA de Trump a Argentina de Milei e a Rússia do ditador Putin seu como aliado ( amigo recíproco convem lembrar de Trump e sem esquecermos de Bolsonaro) .
Sob o fogo da diplomacia Donroe
Trump e Milei invadiram a campanha eleitoral brasileira e se converteram em cabos eleitorais de luxo de Flávio Bolsonaro
Seria um erro, contudo, concluir que Lula colhe o que semeou
Trump e Milei invadiram a campanha eleitoral brasileira. Numa operação coordenada pela Casa Branca, converteram-se em cabos eleitorais de luxo de Flávio Bolsonaro. "Presidente não deve se envolver em eleição de outro país", lembrou Alckmin, em meio ao fogo.
São palavras simples, mas sábias. A interferência veicula desprezo pelo princípio da soberania nacional, que se expressa como soberania popular. Só vale no caso de ditaduras, onde os detentores do poder anularam os direitos do povo. Aí, é quase obrigação a solidariedade com dissidentes perseguidos (uma regra, aliás, que Lula ignora quando se trata de "ditaduras companheiras").
Alckmin não era aliado de Lula em 2006, época em que o PT o qualificava como "fascista". Por isso, não podia tentar evitar a viagem do presidente à Venezuela para participar de comício de campanha de Hugo Chávez, ocasião em que atacou a "imprensa" e as "elites" (ou seja, na linguagem dele, a oposição). Mas já era vice e calou-se em 2023, quando Lula não só declarou apoio a Sergio Massa como, via Sidônio Palmeira, enviou à Argentina um comboio de marqueteiros para reforçar a campanha peronista.
Seria um erro, contudo, concluir que Lula colhe o que semeou. Primeiro, porque a dupla Trump/Milei não precisa de precedentes legitimadores. Segundo, porque a operação em curso ultrapassa o campo do discurso –e mesmo das ofensas vulgares do fanfarrão da Casa Rosada. O que está em curso é uma versão diplomática da Doutrina Donroe.
Trump sinalizou descaso com o Brasil ao tardar um ano e meio para indicar um novo embaixador. Depois, ao anunciar o nome de Daniel Perez sem a tradicional consulta ao Itamaraty, sinalizou desprezo. A réplica brasileira, um chá de cadeira, pertence à valsa diplomática habitual para episódios desse tipo: simboliza desagrado com o procedimento da Casa Branca. Já a tréplica, revogação do visto da embaixadora em Washington, foge às normas que regulam as relações entre países amigos. É ato explícito de hostilidade.
Há um pano de fundo, formado pelas sanções da Lei Magnitsky aplicadas a integrantes do STF e outros funcionários do governo, em julho de 2025, por solicitação de Eduardo Bolsonaro, e pelas alegações políticas utilizadas na justificação do tarifaço. Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, ambicionam uma "mudança de regime" no Brasil, mas pela via eleitoral. Por meio de uma versão light da "diplomacia das canhoneiras", almejam concluir o giro regional à direita, alinhando a única potência relevante da América do Sul.
Fracassarão, talvez, pois fornecem munição à narrativa eleitoral soberanista de Lula. Contudo, o fogo hostil exige mais que discursos de palanque orientados pelo marqueteiro-chefe. O governo precisa ajustar suas respostas diplomáticas, calibrando-as pelo interesse nacional. Já cometeu um equívoco inicial, ao retirar o representante errado: o rebaixamento de relações deveria incidir sobre Washington, não sobre Buenos Aires.
Mas o equívoco principal foi o telefonema de Lula a Putin, logo após o gesto hostil da Casa Branca. O presidente resolveu falar sobre soberania, paz, ONU e multilateralismo com o ditador predileto de Trump, que comanda a invasão imperial da Ucrânia. Nunca aprenderá a separar o interesse do Brasil de suas arraigadas pulsões ideológicas.
O líder e capitão Badeco, o jovem e talentoso Cardoso e o rápido e habilidoso Wilsinho! 🏆
Os três são entrevistados do filme “1973”, que conta a história do Campeonato Paulista com dois campeões: Portuguesa e Santos! Do erro na contagem dos pênaltis ao gol luso anulado.
O documentário será lançado nesta segunda-feira, dia 10/08, às 19h, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, na programação do CINEfoot.
Entrada gratuita e por ordem de chegada! Esperamos você lá! ❤️💚
📸 @crisfukuyama / Acervo da Bola
Gente, pelo amor de Deus, agora Lula quer criar um Conselhão de “soberania” digital! Para além do policiamento, pois a soberania, por óbvio, será dos companheiros dele, esse tal Conselho vai legislar e custar muito aos cofres públicos. Sim, esses elefantes brancos começam como “função de honra”, mas logo se transformam em cargo pago, com direito a “trocentos” assessores. Vejam a grana que o Conselhão Tributário está amealhando para “se manter”. Levantem o custo do CNJ! Esse movimento de pulverização de Conselhos PRECISA ser estancado!
Parabéns a todos os que brigaram com familiares e amigos para defender um dos lados da polarização.
Eles estavam juntos na hidro rindo da cara de quem brigou por eles.
Estou lendo um texto publicado em 1947 por um jornal francês sobre Casa Grande & Senzala de Gilberto Freyre e veja as primeiras linhas:
“Eu jamais teria pensado que um livro de sociologia, dedicado a um tema tão amplo, me pareceria uma das melhores obras literárias que já encontrei, uma das mais vivas, das mais coloridas, das mais evocadoras de uma infinita riqueza humana.”
O texto foi escrito por André Rousseaux.
A Portuguesa (associação) comemorará os 106 anos na próxima sexta-feira, às 20h, com uma festa no ginásio do clube.
Haverá show de Rodrigo Leal em tributo ao pai, Roberto Leal, com os maiores sucessos dele, apresentação de fado com Maria Emília e Heloísa Costa, e exibição do Grupo Folclórico.
Os convites já estão a venda de forma online no site DL7 Tickets: R$ 130,00 para mesa e R$ 60,00 para arquibancada. ⬇️
#editorial
O que a Folha pensa | Fugir do debate é fugir do eleitor: se Lula e Flávio evitarem participar de encontros, privarão os brasileiros do confronto entre propostas
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