Um cristão ou católico que fica indiferente à política sob o pretexto de que não há bons candidatos, na prática, está entregando aos maus o direito de escolher quem irá decidir sobre questões essenciais da nossa sociedade e de nossas famílias.
Ouça este trecho da homilia do Padre Paulo Ricardo deste dia 29 de setembro e entenda qual deve ser nossa postura em uma eleição.
Para ouvir a pregação completa, acesse o link abaixo:
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A Senilidade traz em muitos casos a perda do "freio moral". Tudo o que é dito, pensado ou feito já estava ali o tempo todo, mas nessa fase se manifesta. Cada um tira suas conclusões
A filha mais velha da Igreja está despertando.
Hoje Paris viveu um dia que poucos imaginavam ver neste século. O Papa Leão XIV celebrou uma missa ao ar livre com a presença de quase um milhão de pessoas.
O cenário é paradoxal. A França é um dos países mais secularizados da Europa. Mais da metade dos adultos declara não ter religião. A identificação católica caiu de 85% nos anos 1960 para níveis bem mais baixos hoje. E, mesmo assim, algo novo está acontecendo.
Na Páscoa de 2026, mais de 21 mil adolescentes e adultos foram batizados na Igreja Católica da França. Foi um recorde. Os batismos de adultos cresceram 28% em relação a 2025 e mais que triplicaram em dez anos (eram pouco mais de 4 mil em 2016). O grupo mais numeroso entre os adultos agora é o de 18 a 25 anos.
Não é mais só a fé herdada da família. É uma fé escolhida. Jovens que nunca foram catequizados, ou que se afastaram, batem à porta da Igreja depois de uma busca pessoal, de uma crise, da leitura do Evangelho ou do encontro com cristãos.
O Papa Leão XIV disse hoje que o fenômeno surpreende justamente porque acontece numa sociedade profundamente secularizada, e reconheceu nele a ação do Espírito Santo.
A França não voltou ao passado. Algo novo está nascendo. E hoje o mundo inteiro viu isso nas ruas de Paris.
O papa Leão levou mais de 700 mil franceses às ruas de Paris.
Trata-se de uma demonstração inequívoca de força e fé no país de Santa Joana D'Arc.
A Europa se construiu e se consagrou no Cristianismo.
"O estado francês é laico, mas a França é católica!" Essa é a mensagem que está sendo transmitida hoje, com 1 milhão de pessoas reunidas no centro de Paris para assistir à missa do Papa Leão XIV.
Ter gente inteligente na política é pedir demais? Muito massa,@r_nog Deus te conduza nessa jornada e o povo de Sta Catarina nao cometa o erro de lhe deixar de fora.
Desde 1985, o Senado teve 23 eleições para presidente. Norte e Nordeste venceram 18. Sul, Sudeste e Centro-Oeste, somados, venceram 5. O Amapá elegeu 6 vezes. Alagoas, 4. São Paulo e a Região Sul inteira, nenhuma.
Estudei isso para levar propostas de PEC ao Congresso, quando eleito por Santa Catarina. Meu nome é Rafael Nogueira, meu número é 3006.
Santa Catarina tem 8,3 milhões de habitantes, 16 deputados federais e 3 senadores. Agora olhem para o Norte. Roraima tem 761 mil habitantes, o Amapá tem 810 mil e o Acre, 888 mil. Cada um tem 8 deputados e 3 senadores.
Somados, os três não chegam a um terço da população catarinense, mas têm 24 deputados e 9 senadores. Façam a conta. Por habitante, no Senado, um roraimense pesa quase 11 vezes mais que um catarinense, um amapaense pesa 10 vezes mais e um acriano, mais de 9. Era pra ser uma "correção federativa", mas acabou em distorção. Santa Catarina é hoje a sexta maior economia do Brasil e continua com os mesmos três votos no Senado que um estado de menos de 800 mil habitantes.
Minha proposta é refazer o pacto federativo. Na Câmara, tem que haver representação verdadeiramente proporcional à população, com um piso e um teto razoáveis para que nenhum estado desapareça e nenhum domine sozinho. No Senado, eu acabaria com a ficção de que estados radicalmente diferentes precisam ter exatamente o mesmo peso. Cada unidade da Federação teria de 1 a 10 senadores, segundo faixas objetivas de população e peso econômico.
E não há heresia institucional alguma nisso. A Constituição de 1824 dava a cada província metade de seus deputados em senadores, e por isso Minas tinha 10 enquanto várias províncias tinham 1. A Alemanha, hoje, dá aos Länder de 3 a 6 votos no Bundesrat conforme a população. Vão dizer que a paridade no Senado é cláusula pétrea. O art. 60, §4º, I protege a forma federativa de Estado e em nenhum momento fixa três senadores por estado. A mudança exige PEC, claro. Difícil? Sim. Impossível, só para quem já desistiu.
Atribui-se a Ulysses Guimarães a ideia de que o estado com poder econômico não deveria ter também o poder político. Se o plano era esse, deu certo. Quem produz financia, quem arbitra é sempre o mesmo bloco e quem poderia mudar não tem motivo algum para isso. A Constituição de 88 morreu e esqueceram de enterrar
Por isso minha proposta é de uma federação saudável que protege os pequenos contra o esmagamento pelos grandes, mas também impede que os pequenos, somados, governem os grandes para sempre. O Império pesava as províncias, já a República passou a contá-las. E hoje o catarinense que acorda cedo, abre a empresa e paga a conta vale, no Senado, cerca de um décimo de um roraimense ou de um amapaense.
O nome disso é injustiça. Nada mais injusto do que punir quem faz o certo. As instituições devem dar os incentivos e desestímulos devidos para termos um país melhor. Hoje, incentivamos a improdutividade e punimos a proatividade. Eu vou a Brasília para corrigir isso.
Meu nome é Rafael Nogueira, e meu número é 3006. Conto com o voto do povo se Santa Catarina.
Sou contra Bets. Acompanho diariamente como essa desgraça arruina famílias.
Mas o fim dessa maneira é inadmissível por total falta de segurança jurídica.
Um governo regulamenta a atividade, permite que empresas estrangeiras venham ao Brasil, criem estruturas, empreguem milhares de pessoas, se comprometam com bilhões em investimentos.
O próprio governo investiu na criação de uma Secretaria para isso com quase 40 funcionários.
Acabar com tudo, do dia para noite, sem que as empresas terminem seus contratos e realizem o investimento coloca o Brasil, novamente, como um país onde ninguém deve investir.
Enquanto as decisões forem meramente eleitoreiras ao invés de decisões racionais, não tem como salvar esse país.