Esta é a nossa Declaração de Independência.
Hoje, lésbicas, gays e bissexuais têm uma nova organização global.
Saiba mais em:
@lgbinternationl
https://t.co/DCrqj7aQ0z
#LGBInternational
LGB International is celebrating #LesbianVisibilityDay.
Visibility looks good on us.... dangerously good! 💜💪😎
A big thank you to @Vaishax and @limesodafilms for working with us on this beautiful video.
A relatora especial da ONU Reem Alsalem (@UNSRVAW) está no Brasil em uma visita acadêmica e tivemos a oportunidade de conversar com ela! Aqui a cobertura da @madeleinelacsko com quem também conversamos: https://t.co/nZeQKqD2a5
Conheça o relatório de Reem Alsalem sobre Prostituição e violência contra mulheres.
Em maio de 2024, a Relatora Especial da ONU sobre violência contra mulheres e meninas, Reem Alsalem, apresentou ao Conselho de Direitos Humanos o relatório “Prostitution and violence against women and girls” (A/HRC/56/48).
O documento consolida evidências internacionais e afirma que a prostituição é uma forma de violência contra mulheres e meninas, sendo inseparável da desigualdade estrutural entre os sexos.
O relatório conclui que a prostituição é um sistema estruturado de exploração sexual e violência, enraizado na desigualdade material entre homens e mulheres.
O relatório adota uma abordagem baseada em direitos humanos e rejeita a ideia de que a prostituição possa ser considerada “trabalho como qualquer outro”.
Segundo a relatora da ONU, a prostituição está ligada a estupro, tortura, violência física extrema, tráfico de mulheres, escravidão sexual, exploração econômica e femicídio.
O pagamento não elimina a violência; ele funciona como mecanismo que simula consentimento em contextos de coerção econômica.
A maioria das pessoas exploradas são mulheres e meninas; os compradores são majoritariamente
homens. Já o termo “trabalho sexual” obscurece a dimensão estrutural da violência.
Reem aponta que a pornografia é uma forma de prostituição filmada, e destaca a normalização da violência sexual, o crescimento do tráfico facilitado por anúncios online, e a dificuldade de responsabilização em regimes nos quais a prostituição é legalizada. A tecnologia, segundo o relatório, escala e monetiza globalmente a exploração sexual.
A adoção do relatório ocorreu sob forte pressão contrária de organizações que defendem a exploração de mulheres na prostituição como “trabalho”.
Em resposta, mulheres e organizações feministas mobilizaram-se internacionalmente para apoiar sua aprovação no Conselho de Direitos Humanos.
A MATRIA integrou essa mobilização, enviando comunicações oficiais à Missão Permanente do Brasil em Genebra e a autoridades federais.
Esse movimento reafirmou que prostituição e violência contra mulheres são questões de direitos humanos, não de narrativa identitária.
O relatório compara quatro modelos legislativos:
1. Criminalização total, onde penalizam mulheres, compradores e intermediários: nesse modelo, na prática, as mulheres são as mais punidas, enquanto compradores raramente são responsabilizados.
2. Regulamentação (legalização), onde ocorre a legalização da prostituição como atividade econômica regulada pelo Estado. Esse modelo aumenta a demanda masculina e seu lucro enquanto intermediários; amplia a presença de mulheres migrantes vulneráveis; dificulta o combate ao tráfico; e permite arrecadação fiscal sobre a exploração sexual.
3. Descriminalização ampla, onde as sanções penais para todos os envolvidos são removidas. Segundo a ONU, seus efeitos são semelhantes à regulamentação: expansão do mercado e fortalecimento da indústria do sexo.
4. Modelo Abolicionista (Modelo Nórdico), onde se descriminaliza mulheres; criminaliza compradores; e são oferecidas políticas públicas de saída da condição.
Apenas este último modelo enfrenta a raiz do sistema: a demanda masculina pela compra de atos sexuais.
Um dos princípios da MATRIA é a abolição da exploração sexual. O Relatório 2024 da ONU reforça que esse princípio está alinhado às melhores práticas de proteção às mulheres e meninas em situação de prostituição.
Já ONGs transativistas costumam defender a regulamentação do “trabalho sexual", mesmo reconhecendo que a maioria das mortes de travestis ocorre em contexto de prostituição.
Se o contexto predominante de violência letal é a prostituição, tratá-la como trabalho comum não elimina o risco estrutural - apenas o normaliza.
A incoerência é evidente.
As recomendações finais do relatório da ONU são:
- Descriminalizar mulheres e meninas em prostituição;
- Criminalizar compradores de atos sexuais;
- Implementar políticas públicas de saída da condição de prostituição;
- Coletar dados desagregados por sexo (separar os dados relativos a travestis)
- Enfrentar a demanda masculina.
O relatório consolida que a prostituição é violência baseada no sexo, que o consentimento não neutraliza coerção estrutural, que a legalização não elimina exploração e que a demanda masculina sustenta o sistema.
Ao reafirmar os direitos das mulheres e meninas, a ONU fortalece a perspectiva abolicionista como política de direitos humanos.
Acesse o relatório completo em:
https://t.co/cVmijpcScC
2026 será um ano importante para a independência LGB. Teremos um encontro internacional, um relatório de políticas e pesquisas, enalteceremos datas importantes de visibilidade LGB e enviaremos propostas a órgãos internacionais. Siga-nos e colabore!
Abraços, 🍾🥂
Feliz ano novo!
Dia Mundial de Luta Contra a AIDS.
O HIV marcou profundamente homens gays e bissexuais. Honramos os que perdemos e apoiamos os que vivem com HIV. Políticas de saúde baseadas na realidade biológica são essenciais. Homens gays merecem informação clara e honesta. @lgbinternationl
Apoio ao casamento entre pessoas de mesmo sexo caiu para 54% nos EUA. Se fato, decorre da aliança espúria com os tais TQIA+
O casamento civil igualitário não interfere na vida de ninguém, a não ser na dos que vão casar. Trata-se apenas de expansão de um direito para uma faixa da população que não o tinha.
A agenda dos TQIA interfere na vida de tudo o mundo, em particular na das crianças, das mulheres e da própria população LGB. Não se trata de um real movimento de direitos civis, mas sim de gente negacionista da realidade objetiva quer que todos mais também a neguem. #LgbsemT
A female University student in Brazil was ARRESTED after asking a "non-binary" man to leave the women's restroom.
The student, who was held without bail, has now been criminally charged with "social racism."
https://t.co/Mv5yQi1smY
A Aliança LGB estará no podcast do André Pádua no Youtube hoje ao vivo às 19h30. Quem puder, participe!
O link do vídeo já está disponível, e dá para clicar em "Receber notificação" para ser avisado do início:
https://t.co/AqJMOOudMc
In Switzerland, a man who said people cannot change sex is being prosecuted for homophobia. LGB Alliance Switzerland strongly rejects the idea that sex realism is anti-gay.
Basicamente, a posição dos ativistas trans é: os espaços das mulheres e o esporte não são importantes para as mulheres, mas são muito importantes para homens que afirmam ser mulheres. É uma posição incoerente.
Ana Caroline foi brutalmente assassinada por ser lésbica. Quase 2 ANOS depois, o julgamento do acusado acontece hoje, no Maranhão. 2 ANOS aguardando por justiça. 2 ANOS de negligência e invisibilização desse crime. #JUSTIÇAPORCAROL#CONTRAOLESBOCÍDIO
A Aliança LGB presta solidariedade a família e amigos da Ana Caroline, jovem lésbica assassinada aos 21 anos em Maranhãozinho (MA) em 2023.
Segundo a Polícia Civil de Maranhão o assassinato teve tortura e foi considerado crime de ódio.