Every word of this 👇🏼
The law in its current form must be repealed. The original objective of the law and meaning of the word “sex” in the Sex Discrimination Act must be restored.
Otherwise the serious erosion of rights and protections of #women in #Australia in law and policies will continue.
En Australia las mujeres lesbianas ya no pueden unirse en espacios virtuales o presenciales de lesbianas. Si no permiten entrar a los hombres a sus espacios seguros serán multadas con 120 mil euros.
Las organizaciones LGBTQIA+ no dicen ni mú sobre la noticia.
The female sex class has specific needs and issues, and the job of addressing these needs and issues at a political level is almost always given to a female. When such a female chooses not to defend women’s rights, because it would endanger their own personal status, that is worthy of comment.
Of course it’s true that many men are in thrall to gender ideology too, but by definition, being men, they’ve never needed the rights they now seek to dismantle. A woman, though - unless she’s been unusually sheltered from birth - knows from her own life experience how important those hard won rights are, because she’ll have benefited from them. If she then achieves the kind of power and/or economic security that mean she has no personal need for state-run single-sex spaces and services, but uses her platform to decree that women without her protections no longer need what she herself used and took for granted, she is guilty of a particularly egregious hypocrisy.
Fala-se em inclusão, mas, na prática, o que se vê é a eliminação dos direitos das mulheres e meninas.
Os espaços íntimos públicos são historicamente garantidos às mulheres com base na diferença entre os sexos. Não é sobre auto percepção individual.
Não existe política pública séria que promova igualdade retirando proteção de quem já enfrenta vulnerabilidades específicas.
Banheiros, vestiários e demais espaços de intimidade não são privilégios: são garantias construídas justamente para assegurar dignidade, segurança e privacidade às mulheres e meninas.
Inclusão não pode significar exigir que mulheres se adaptem ao desconforto ou abram mão de sua proteção.
Isso é imposição.
O episódio que ocorreu em um banheiro feminino envolvendo a atriz Cássia Kis tem servido para diversos grupos ativistas mentirem sobre leis e decisões judiciais.
Diante disso, esclarecemos algumas das principais informações falsas que estão sendo veiculadas.
Afirmação:
“Pessoas trans e travestis têm o direito de utilizar o banheiro de acordo com sua identidade de gênero e esse entendimento já está consolidado pelo Supremo Tribunal Federal”
A afirmação acima é falsa e não encontra respaldo nas decisões da Corte.
O STF já foi instado nas ações: ADPF 1169, 1170, 1171, 1172, 1173 e no Recurso Extraordinário 845.779 e em nenhuma delas foi dado seguimento no pedido de procedência da ação.
Não há julgamento do STF que tenha alterado a regra de separação de banheiros com base no sexo.
As ações que trataram diretamente desse tema não foram conhecidas ou não tiveram seguimento.
No RE 845.779, o STF negou seguimento ao pedido que buscava reconhecer como ilícita a restrição ao uso de banheiro do sexo oposto, afastando a tese de que tal situação configuraria automaticamente violação de direitos indenizável.
Nas ADPF o Supremo não analisou o mérito, tendo decidido pelo não conhecimento e pelo não seguimento das ações.
Ou seja: o STF não decidiu que pessoas podem escolher banheiros com base em autodeclaração de gênero.
As decisões frequentemente citadas sobre “identidade de gênero” tratam de outros temas - como registro civil.
Estas decisões não se aplicam a espaços íntimos segregados por sexo, como banheiros e vestiários, pois não se referem a identidade.
O acesso a esses espaços tem relação com vulnerabilidade física, privacidade e segurança, e são orientadas pelo critério sexo, pois atingem especialmente mulheres e meninas.
A própria Constituição Federal é clara ao proteger: a intimidade e vida privada (art. 5º, X); e ao estabelecer o combate à discriminação com base no sexo (art. 3º, IV).
Ainda, o Estatuto da Criança e do Adolescente impõe o dever de prevenir situações que possam representar risco a crianças e adolescentes, o que inclui a organização adequada de espaços íntimos que afetam diretamente e em especial os direitos das meninas.
Importante destacar ainda que, mesmo na ADO 26 - ação que buscou equiparar “homotransfobia” ao crime de racismo e ainda não transitou em julgado - o STF afirma que nenhum direito pode ser exercido em prejuízo dos direitos de terceiros.
Portanto, dizer que “o STF já decidiu” essa questão é desinformação. O tema segue sendo objeto de debate jurídico e legislativo, devendo ser analisado com base na Constituição, na proteção de direitos fundamentais e em critérios objetivos.
En l’honneur de la #lesbianvisibilityweek
À toutes les lesbiennes qui ont pris soin des hommes gays au début de l’épidémie de VIH-SIDA dans les années 80, alors que l’État, les médecins, familles les laissaient crever
Ce n’est pas pour rien que le L est la première lettre de LGBT
Man with gender belief: "I want to be in the women's bathroom"
Society: "Yes! Of course! We don't want him to be uncomfortable!"
Women: "We don't want him in the bathroom"
Society: "Who cares if you're uncomfortable? You live in a society! Your beliefs don't matter!"
LGB International is celebrating #LesbianVisibilityDay.
Visibility looks good on us.... dangerously good! 💜💪😎
A big thank you to @Vaishax and @limesodafilms for working with us on this beautiful video.
"Nem toda lésbica é mulher" e esses homofóbicos ainda têm a audácia de perguntar o porquê do movimento LGB sem o T estar crescendo tanto nos últimos anos.
The Scottish government is responsible for this sexual assault. The Supreme Court has confirmed women’s right to single sex spaces, a ruling the SNP continues to flout. If the victim wishes to sue, https://t.co/iyohnrgVZN can assist with all costs.
@tinhadserviado Mas é você que está validando pesquisa de instagram e referências circulares como evidências robustas. Nem parece que tem essa tanto de estudo que diz ter. Mas obrigada por deixar bem exposto a sua ignorância. Isso só nos ajuda. Por isso estamos crescendo Hahaha
Tá pra nascer uma instituição mais desonesta que a ANTRA. A Matria está desde sua criação trabalhando para a revogação da LAP e literalmente trouxe a relatora da ONU, que teve sua visita cancelada a pedido dos trans, pra pressionar a revogação da LAP.
@tinhadserviado Continua passando vergonha. Hahaha Ainda estou aguardando as referências que te pedi. E claro, com certeza o que tem rigor científico é enquete de instagram disfarçado de pesquisa nacional e referências circulares. Você entende muito mesmo do assunto.
@tinhadserviado Eu sei disso tudo, meu bem. Inclusive trouxe até referências de revisões sistemáticas. O que tu trouxe? Protocolos baseados em opinião de especialistas e estudo de caso. Você entende que mesmo usando IA você está passando recibo de ignorância no assunto?
@tinhadserviado (+) Quem relativiza metodologia conforme a conclusão agrada é, por definição, anti-ciência. Repito o pedido que você ignorou: traga um RCT ou revisão sistemática que sustente os protocolos afirmativos, os mesmos que estão sendo revistos país após país.