NÃO, ESSE PERFIL NÃO TEM ROSTO, ELE É UMA IDEIA!
🏳️🌈Sou gay, homossexual, bicha, boiola, baitola, fresca, frutinha, mocinha…sou VIADO! | 🌈
Durante muito tempo, esses termos foram usados como xingamento contra gays — palavras carregadas de preconceito e violência.
Mas a comunidade LGBTQIAPN+ ressignificou os termos: hoje, muitos gays usam esses termos para se referir a si mesmos com orgulho, humor e afeto.
🦄 Isso se chama apropriação — quando um grupo transforma uma palavra ofensiva em símbolo de resistência e identidade.
💬 “Viado”, por exemplo, virou bordão, meme, apelido entre amigos, e até expressão de carinho.
⚠️ Mas atenção: o contexto importa. Entre gays, é acolhedor. Fora do grupo, pode soar ofensivo — então use com respeito e consciência.
Ah! E porque Tinha De Ser Viado?
Tinha de ser viado pra lutar pelos próprios direitos, mesmo quando diziam que a gente nem devia existir.
Tinha de ser viado pra andar na rua com a cabeça erguida, mesmo com o medo batendo no peito.
Tinha de ser viado pra desafiar o sistema, pra bancar a própria verdade, pra não abaixar a voz diante de ninguém.
Tinha de ser viado pra ser resolutivo, pra cuidar dos seus, pra fazer acontecer mesmo quando tudo dizia “não”.
Tinha de ser viado pra transformar dor em potência, exclusão em arte, vergonha em orgulho.
Tinha de ser viado pra ser livre.
E se ser tudo isso incomoda, então sim — tinha MESMO de ser viado.
Ressignificar também é resistir. 🏳️🌈
@PontesAnder@Edson1956RJ Concordo com você. É quase como um processo neurodegenerativo e psíquico progressivo: silencioso, persistente e corrosivo, comprometendo aos poucos o pensamento crítico, a vitalidade emocional e a própria identidade.
Claramente AÍ.
Enfim, é só uma mãe estúpida, que como um cachorro adestrado, ensina seu filho jogar algo no lixo.
Poderia ser a bandeira dos EUA, do VASCO, mas no caso, foi a bandeira do Orgulho.
Ela precisa se preocupar, é nessas famílias que orientações sexuais divergentes mais se manifestam.
Uma pena que essa criança passou vergonha por conta da estupidez da mãe.
@PontesAnder Fazia muito tempo que não ia tbm, mas está passando “Mestres do Universo” e o universo do He-Man permeou minha infância e tbm foi quando comecei a me descobrir e aí foi muito especial ir hj.
Isso não tem absolutamente nada a ver com a “nova geração “.
É só uma mãe estúpida, que como um cachorro adestrado, ensina seu filho jogar algo no lixo.
Poderia ser a bandeira dos EUA, do VASCO, mas no caso, foi a bandeira do Orgulho.
Ela precisa se preocupar, é nessas famílias que orientações sexuais divergente mais se manifestam.
Uma pena que essa criança passou vergonha por conta da estupidez da mãe.
Sem ter grande poder nas mãos, ele:
• criou um esquema de rachadinhas;
• teve a loja de chocolates mais lucrativa do Brasil e curiosamente, os maiores lucros coincidiam com os pagamentos da ALERJ;
• contratou família de milicianos no seu gabinete;
• foi até a cadeia condecorar miliciano;
• era unha e carne com os mandantes do assassinato de Marielle Franco;
• Queiroz pagava todas as suas contas com dinheiro vivo;
• comprou uma mansão de R$ 6 milhões;
• recebeu 61 milhões de dinheiro roubado de aposentados;
• não passou um real para produtora do filme.
Se com poder limitado ele fez tudo, imagina o que ele não vai fazer ao chegar na Presidência.
Via IG @thomasomariano
Eles só conseguem amar a partir do nível de consciência que eles têm. Assim como você.
Quando criança a gente precisou ser visto, validado e aprovado.
A falta disso nos deixa esperando algo que nunca vem do jeito que a gente quer.
Quando adultos, investindo na nossa inteligência emocional e desenvolvimento espiritual, a gente se treina pra gente mesmo se dar o que a gente precisa.
Assim, aceitar a limitação dos pais passa a ser possível.
Sem isso, a gente segue exigindo deles o que não podem dar.
Se assumir ou não se assumir? Eis a questão.
Ao longo dos anos, atendi adolescentes que chegaram ao consultório carregando uma pergunta capaz de definir relações familiares, segurança emocional e até perspectivas de futuro:
“Devo contar para meus pais?”
Muitas pessoas tratam essa decisão como um simples ato de honestidade.
Na prática, ela costuma ser muito mais complexa.
O adolescente não está apenas revelando uma informação sobre si. Está tentando estimar quais serão as consequências daquela revelação. Em algumas famílias, a resposta será acolhimento. Em outras, poderá significar conflitos intensos, isolamento, violência, expulsão de casa ou tentativas de “correção” através de líderes religiosos e propostas de terapia de conversão.
No consultório, aprendi algo que a literatura científica confirma de forma consistente: o sofrimento psicológico de adolescentes LGBTQIAPN+ raramente está relacionado à orientação sexual ou à identidade de gênero em si. O sofrimento costuma surgir quando essas características passam a ameaçar pertencimento, proteção e vínculo afetivo.
Foi exatamente para descrever esse fenômeno que Ilan Meyer desenvolveu a Minority Stress Theory. Segundo esse modelo, o sofrimento não decorre da identidade, mas da exposição contínua ao estigma, à discriminação, à expectativa de rejeição e à necessidade de ocultação.
Essa distinção é fundamental.
Quando um adolescente LGBTQIAPN+ chega ao atendimento em sofrimento, a pergunta clínica mais importante raramente é “quem ele é?”. A pergunta costuma ser outra: como as pessoas mais importantes da sua vida estão reagindo a quem ele é?
Ao longo da minha trajetória, também aprendi que muitas reações familiares não surgem apenas de preconceito. Frequentemente existe um processo de luto. Não pelo filho, que continua exatamente ali, mas pela perda de expectativas construídas durante anos. Alguns pais percebem que a história que imaginavam para o futuro não corresponde à realidade que têm diante de si.
Esse sofrimento merece acolhimento.
Mas existe um limite ético inegociável.
A dor dos pais não pode ser tratada às custas da dignidade dos filhos.
Porque existe um tema muito mais grave atravessando essa discussão.
Décadas de pesquisa mostram que adolescentes LGBTQIAPN+ expostos à rejeição familiar apresentam taxas significativamente mais elevadas de sofrimento psíquico. Por outro lado, estudos conduzidos por Caitlin Ryan e colaboradores demonstraram que aceitação familiar funciona como um dos mais importantes fatores de proteção para saúde mental nessa população, reduzindo o risco de depressão, automutilação e auto-extermínio.
Talvez por isso a pergunta central nunca tenha sido apenas se um adolescente deve ou não se assumir.
A pergunta mais importante é outra:
o ambiente ao seu redor é seguro o suficiente para receber essa informação?
Não existe uma resposta universal.
Existem famílias diferentes.
Contextos diferentes.
Riscos diferentes.
Mas existe uma conclusão que reaparece tanto na literatura científica quanto no consultório:
o fator de proteção mais poderoso para um adolescente LGBTQIAPN+ não é esconder quem é.
É saber que continuará sendo amado, protegido e reconhecido depois que a verdade for conhecida.