Eu não aguento a criatividade do brasileiro!
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▶️ Gleisi responde Flávio Bolsonaro: "Se quisessem combater o PCC e o CV, teriam feito no governo do pai"
A deputada rebateu as acusações de que Lula favorece facções criminosas e virou o argumento: o governo Bolsonaro ficou quatro anos no poder sem nunca articular com os americanos para classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas. Gleisi ainda chamou a declaração de Flávio de crime contra o Brasil para tentar ganhar eleição.
🚨💣E vamos de tuitaço gringo pro @SecRubio saber que o @FlavioBolsonaro é aliado do Crime Organizado no Brasil???
Manda a foto com “Hey @SecRubio here is your buddy Flavio Bolsonaro with part of Comando Vermelho in Brazil”.
🚨NÃO ESPALHAR É PECADO/URGENTE: Folgando ou faltando ao trabalho (pois a Câmara inteira trabalha 3 dias por semana) em 100 dias de 2026, o Deputada Federal @apropriajulia (JÚLIA ZANATTA, do PL-SC) acabou de registrar oficialmente voto favorável à escala 7X0 (SETE DIAS DE TRABALHO E 0 DIAS DE DESCANSO), com jornada de 52 a 60 horas semanais de trabalho. Adicionalmente. @apropriajulia quer redução sobre o FGTS dos trabalhadores mais pobres, de 8% para 4%. Dos 147 dias de 2026, @apropriajulia trabalhou em 47 e folgou ou faltou ao serviço em 100!🇧🇷👍😎😭
🚨1 MILHÃO DE RETWEETS/URGENTE: O @plnacional_ acabou de FECHAR O CONGRESSO NACIONAL (momentaneamente) para impedir que o FIM DA ESCALA 6X1 FOSSE APROVADO HOJE. @apropriajulia e @nikolas_dm devem abrir novamente o Congresso Nacional quando @HugoMottaPB decidir que o FIM DA ESCALA 6X1 só vai acontecer em 2036!🇧🇷👍😭
🚨URGENTE: Deputada Federal Rosângela Moro (PL-SP) pede à Justiça BOLSONARISTA do Paraná (PR) que @pesquisas_elige fique 4 ANOS E 6 MESES NA PRISÃO por divulgar quantos dias a referida “patriota” FALTOU AO TRABALHO. Então, aqui vai uma resposta!🇧🇷
🥇Oi, folgada @rosangelawm. Gostaria de mostrar novamente as tuas folgas, pois são muitas, mas eu realmente me equivoquei. Vou reestabelecer a verdade. Em 2026, a senhora trabalhou 42 dias, mas folgou ou não foi trabalhar em 101 dias? É isso mesmo? São dados PÚBLICOS do site da Câmara (https://t.co/X9KXRjc09z)
🥈Vi agora que você pediu a minha condenação a até 4 anos e 6 meses de prisão (por infringir aleGADAmente os artigos 2, 36 e 59 do Código Penal), pois eu teria divulGADO um número desatualizado de quantos dias você faltou ou não trabalhou em votações da @camaradeputados.
📰🇧🇷No Portal da Transparência dos Deputados Federais, a Câmara informou que você foi ao trabalho em apenas 42 DIAS DE 2026. O que Vossa Excelência @rosangelawm fez nos outros 101 DIAS que não trabalhou ou folgou? Arrecadou muito dinheiro com os 2 auxílios-moradia que o casal @SF_Moro e @rosangelawm recebem simultaneamente, ainda que vivam na mesma residência!🇧🇷🥶😂
Foi preciso um gari ir lá no Congresso falar da escala 6x1 e deixar envergonhados os parlamentares da Direita.
Em outubro vamos varrer esses INIMIGOS DO POVO do Congresso.
OLHA, VAMOS SER HONESTOS SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI.
Não estamos falando de suposições. Estamos falando de uma sequência de coincidências tão improváveis que, se você visse num filme, ia achar que o roteirista exagerou.
Vamos começar pelo básico: o advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro movimenta dezenas de milhões de reais. Pare. Respire. Leia de novo.
O cara que é pago para resolver o visto do Eduardo, essa função específica, burocrática, de preencher formulário e falar com a embaixada, esse mesmo homem administra um fundo que recebeu R$ 61 milhões de um banqueiro preso por fraude bilionária. Isso não é normal.
Advogado de imigração não faz isso. Ninguém chama o mesmo cara que cuida do visto para gerir dezenas de milhões em estruturas financeiras offshore. Ninguém. A menos que o visto seja só o cartão de visita.
COINCIDÊNCIA Nº 1
O fundo que comprou a casa, Mercury Legacy Trust, foi registrado no mesmo endereço físico do Havengate Development Fund, que é o fundo que recebeu o dinheiro de Vorcaro. Mesmo endereço. Em Dallas, Texas. Dois fundos “distintos”, diz Eduardo. Certo. Mas registrados na mesma sala. Com o mesmo administrador. Com dinheiro da mesma origem suspeita. É a distinção jurídica mais conveniente do século.
COINCIDÊNCIA Nº 2
A casa foi comprada em Arlington, a cidade onde Eduardo mora. Não em Houston. Não em Austin. Não em Miami. Em Arlington. Onde ele vive. R$ 3,6 milhões. Por uma estrutura gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio. E a resposta oficial é que não tem nada a ver com ele. Perguntaram quem seria o verdadeiro beneficiário do imóvel. A resposta foi: “esta informação não é de interesse público.” Isso é uma resposta que inocenta alguém? Não. Isso é a resposta que implode qualquer pretensão de transparência.
COINCIDÊNCIA Nº 3
O STF bloqueou as contas de Eduardo no Brasil. Logo depois, florescem no Texas estruturas financeiras em nome do seu advogado e do seu ex-sócio, financiadas com dinheiro que veio do Brasil via banqueiro investigado. A sequência temporal é: bloqueio judicial, abertura de fundos no exterior, compra de imóvel de R$ 3,6 milhões, Eduardo mora na mesma cidade. Chame isso do que quiser. A PF chama de hipótese de burla a determinação judicial. E não é uma hipótese absurda.
O ato mais estranho de todos? Ninguém responde nada.
Eduardo não respondeu à Folha. Paulo Calixto não respondeu. A secretária disse que ele “não concederia entrevistas”. Porciuncula respondeu que é privado. Quem não tem nada a esconder não some. Quem não tem nada a esconder não diz que o nome do beneficiário de um imóvel de R$ 3,6 milhões “não é de interesse público”. Isso não é discrição. Isso é um muro.
Eduardo diz que seu status migratório impediria receber dinheiro via fundos de investimento. Perfeito. Então para que serve a casa? Para que serve um imóvel de R$ 3,6 milhões comprado por uma trust gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio na sua cidade, se nada disso tem qualquer relação com ele? Qual é a explicação alternativa? Que Paulo Calixto, o advogado de imigração, lembre-se, simplesmente decidiu investir em imóvel residencial em Arlington por pura iniciativa empresarial? Usando uma estrutura registrada no mesmo endereço de um fundo investigado pela PF?
Não estamos falando de prova de crime. Estamos falando de que cada elemento desta história aponta para o mesmo ponto. O mesmo advogado. O mesmo endereço. A mesma cidade. O mesmo ex-sócio. O mesmo dinheiro com origem suspeita. O mesmo silêncio. Quando você tem tantas coincidências apontando para a mesma direção, em investigação criminal, isso tem um nome técnico.
Chama-se indício.
E Eduardo disse que não há “o mínimo indício”.
Há, no mínimo, sete.