@grok@SpankYourCake@HMBohemond Pelo google: A afirmação de que Shyamalan confirmou essa teoria em uma entrevista de 2006 é um mito da internet. Essa citação específica circulou muito em fóruns online, mas ela se originou de uma paródia publicada no site de humor Something Awful em setembro de 2006.
@cavalo_maneiro@KarlCorreia@jp_mastro@SportsCenterBR Estados Unidos Mexicanos = Mexicano
Estados Unidos do Brasil = Brasileiro
Estados Unidos da América = Americano
E qual o problema de ter o mesmo nome do continente?
Tem cidade com mesmo nome e gentílico de estado, estado com mesmo nome de país...
The Boys Virou Refém da Indústria Que Prometeu Destruir
Havia um tempo em que The Boys era a série mais perigosa da televisão. Não pelo sangue, não pelas vísceras, não pelas piadas sobre o Capitão Pátria — mas pela sensação genuína de que qualquer coisa poderia acontecer, de que a série tinha coragem suficiente para morder a mão que a alimentava. Esse tempo ficou para trás. O episódio final, "É... acabou", entrega mortes, entrega resoluções, entrega o pé de cabra. Mas não entrega o que as duas primeiras temporadas prometeram: uma série disposta a se autodestruir antes de se render ao sistema.
A quinta temporada inteira carrega o problema que seu final apenas confirma: a sensação persistente de que havia uma temporada a menos para contar essa história. Episódio após episódio, personagens saem em missões, voltam, enfrentam os mesmos dilemas que enfrentaram na temporada anterior, e a urgência — aquele senso de "tudo ou nada" que uma temporada final deveria ter desde o primeiro minuto — simplesmente não aparece. Quando finalmente aparece, estamos no último episódio, e o roteiro precisa resolver em horas o que deveria ter sido construído ao longo de meses.
A inconsistência dos poderes do Capitão Pátria é, talvez, o sintoma mais visível do roteiro trabalhando contra si mesmo. Durante temporadas inteiras, a série estabeleceu Homelander como uma divindade intocável, alguém cuja simples presença deveria paralisar qualquer humano de carne e osso. E então, no clímax, ele está trocando socos de igual para igual com Billy Bruto — um homem que estava morrendo de câncer. A lógica interna da série se dobra porque o roteiro precisa que ela se dobre, e o espectador nota. O V1, o raio de Kimiko que subitamente anula poderes, as conveniências que se acumulam na reta final: tudo cheira a solução de última hora, a roteiristas resolvendo numa cena o que não planejaram com antecedência.
Soldier Boy voltou. E voltou para ser congelado de novo. É difícil pensar em um desperdício mais eloquente do que esse — um personagem com potencial narrativo enorme, desativado antes de ter qualquer impacto real no desfecho. Ryan, que durante temporadas foi apresentado como a peça central do tabuleiro, a chave para entender Homelander e para o futuro de tudo, recebeu um volume desproporcional de tempo de tela para uma contribuição narrativa que mal se sente. Mana Sábia — introduzida como a mente mais brilhante do mundo, uma promessa de antagonismo intelectual — some da trama com uma justificativa que soa como desculpa de roteiro, não como escolha dramática.
O que aconteceu com Kimiko diz muito sobre o que aconteceu com a série. Quando era uma presença silenciosa, físicamente devastadora e emocionalmente crua, ela era fascinante. Ao ganhar diálogos e um arco centrado na ideia de que "o amor supera o ódio", a série descambou para exatamente o tipo de sentimentalismo piegas que passou anos ridicularizando nos super-heróis da Marvel. A ironia seria cômica se não fosse sintomática.
Porque esse é o problema central: The Boys se tornou a coisa que satirizava. A aparição dos personagens de Gen V no episódio final — sem função, sem peso, sem razão de existir para quem não assistiu ao spin-off cancelado — é a imagem mais honesta do que a Amazon transformou a série. Um universo compartilhado. Um produto com franquias. Um comercial de luxo disfarçado de subversão. O que antes era sátira inteligente ao capitalismo de super-heróis passou a ser, ela mesma, capitalismo de super-heróis com mais palavrão.
O humor, que nas primeiras temporadas tinha dentes, perdeu a mordida. As piadas escatológicas e sexuais que antes chocavam porque subvertiam algo agora apenas interrompem cenas dramáticas sem acrescentar nada. Pior: algumas sequências do Capitão Pátria parecem ter sido coreografadas especificamente para viralizar no Tik tok — e quando um personagem que deveria ser aterrorizante começa a ser roteirizado pensando em memes, algo fundamental se perdeu.
O final não é ruim. É, como a própria temporada, "menos pior" do que poderia ser. As mortes importam, o confronto entre Bruto e Hughie tem peso genuíno, e a escolha de encerrar a série não com uma explosão galáctica mas com uma loja de eletrônicos e uma gravidez tem uma honestidade que merece reconhecimento. Mas honestidade não é o mesmo que grandiosidade, e The Boys nos devia grandiosidade.
As duas primeiras temporadas são, ainda, obras-primas da desconstrução de gênero — televisão que usava o super-herói como bisturi para abrir o corpo do capitalismo americano. O que veio depois foi uma série que aprendeu a conviver com o próprio sucesso, e nessa convivência foi perdendo, temporada a temporada, a fúria que a tornava insubstituível.
Termina salva pela memória de quem foi, mas marcada pelo amargor de saber o que poderia ter sido se tivesse tido coragem de parar uma temporada antes — ou de realmente se autodestruir, como seus personagens mais honestos tentaram fazer.
Nota do episódio final: 4,5/10 — Nota da série completa: 7/10
@gpetva Tem meu número na entrega da Shopee, já teve entregador que ao não conseguir realizar a entrega no endereço me ligou, e como eu estava perto, ele levou até mim. Foi melhor pra mim e para ele do que voltar outro dia.
@RenanRonsani@adrianosoares Praticamente. Se vc comprar um drone caro da shopee, botar uns explosivos nele e atacar num navio cheio de petróleo que passar na sua frente, pronto. Não vai nem precisar de um segundo drone que o resto já vai ficar com medo de passar.