Amigos brasileiros, fodam-se as pesquisas compradas, as emissoras de tv prostitutas, os influenciadores invejosos e doentes.
Agora é sobre fazer história, estando do lado certo e lutar pelo seu futuro e dos seus.
Portugal quer o Brasil forte. Portugal está com Renan Santos. 14.
Em editorial, The Economist diz que nem Lula, nem Flávio têm credibilidade para lidar com os dois maiores problemas do Brasil: corrupção e expansão de gastos públicos.
Revista também diz que Renan Santos tem a candidatura que “mais se aproxima do que o momento exige”, mas salienta que “nem ele, nem qualquer outro outsider conseguiram avançar contra as máquinas políticas de Lula e Bolsonaro.”
O resultado, segundo o editorial, serão mais 4 anos de “estagnação”.
Uma timeline rápida dos últimos acontecimentos:
-A resolução do TSE que fez com que as redes não entregasse mais conteúdos pra fora da bolha e isso matou o crescimento orgânico dos vídeos de Instagram e tik tok, sendo que até então o Renan era o candidato que mais crescia em todo o país
- aquela besteira de filiação do Flávio na Missão que tentaram jogar no nosso colo sendo que foi aceito pelo e-mail do próprio Flávio
-Flávio e Lula fugindo de todos os debates e sabatinas e conseguindo esfriar o debate público pra propostas e questionamentos sobre seus escândalos de corrupção
-decisão canalha do tofoli de suspender aa redes sociais do Renan
- E a cartada final tiraram o Renan do principal debate de TV Aberta
E isso que estou falando não é pra desistir ou parar de lutar, é só pra dar mais raiva e pra você entender que todos do tal dito sistema estão jogando contra a candidatura mais orgânica,engajada e com potencial desta eleição que é a do Renan, não parem nesses últimos dias, vamos virar todos os votos que conseguirmos e fazer história nessa reta final.
O esvaziamento do debate público antes de ser culpa do Lula e do Flávio fugindo dos debates, veio da imprensa.
Quem diria que falar que tudo é nazismo e que tudo é ameaça a democracia iria anestesiar as pessoas dos problemas reais, em?
Parabéns, jornalistas!
O ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques congelou ontem à noite a campanha de Deltan Dallagnol (@deltanmd) ao Senado com base em demissão inexistente.
Indicado por Lula e amigo de longa data de Alexandre de Moraes, Floriano se apoia na “demissão” de Diogo Castor de Mattos, colega de Deltan no MPF.
Castor é o promotor cuja crítica ao STF foi o estopim do inquérito das fake news. Ele foi punido pelo CNMP por ter pago um outdoor em homenagem à Lava Jato.
Só que Castor nunca foi demitido. A Justiça rejeitou a ação, o TRF-4 manteve a absolvição e ele segue atuando no MPF.
O resto é como filme de Minority Report: procedimentos que poderiam virar PAD, e o PAD que poderia gerar inelegibilidade. Só que nenhum virou. Mesmo assim, o tribunal usa o que não aconteceu para barrar o que está acontecendo agora.
https://t.co/mipOL5PzMH
DESPESAS ELEITORAIS 💰 Segundo dados declarados à Justiça Eleitoral, até este último domingo (13), os candidatos à Presidência da República gastaram R$ 150,7 milhões em menos de um mês de campanha.
Entre as principais despesas estão contratações de marqueteiros e gastos com propaganda.
➡️ Confira o ranking completo em https://t.co/35kCK5cghQ
O Brasil está controlado por ladrões partícipes de orgias, vendilhões dos nossos recursos, juízes de aluguel, prostitutas de luxo e candidatos de facção.
Só lhe resta a revolta.
Nunca se envergonhe de se indignar.
🚨 A história do bolsonarismo no 7 de Setembro é quase sempre a mesma:
muita promessa de confronto antes do ato, muito peito estufado durante e algum tipo de recuo depois.
Vamos à timeline.
➪ 7 de setembro de 2021
Bolsonaro sobe o tom contra Alexandre de Moraes e diz que não cumpriria mais decisões do ministro.
Parecia que finalmente vinha a ruptura institucional prometida havia anos.
Não veio.
➪ 8 de setembro de 2021
Caminhoneiros bolsonaristas começam bloqueios pelo país.
Bolsonaro pede que eles desmobilizem e liberem as rodovias.
A revolução durou um dia.
➪ 9 de setembro de 2021
Michel Temer entra em cena para intermediar a crise.
Bolsonaro, que dois dias antes dizia que não cumpriria Moraes, conversa por telefone com o próprio Moraes.
Com Temer no meio.
Logo depois vem a famosa Carta à Nação.
As declarações do dia 7 passam a ser tratadas como fruto do “calor do momento”.
O discurso agora era de harmonia, equilíbrio e respeito às instituições.
Do “não cumprirei” ao “foi mal, me exaltei” em aproximadamente 48 horas.
➪ 7 de setembro de 2022
Novo 7 de Setembro.
Dessa vez, em pleno período eleitoral, os atos ganham forte caráter de campanha.
Bolsonaro pede votos.
O confronto institucional com o STF perde espaço.
E uma das frases mais marcantes do dia acaba sendo:
“Imbrochável.”
Era para ser demonstração de força institucional.
Virou comício e meme.
Depois, o TSE ainda determinou que imagens dos eventos oficiais do Bicentenário não fossem utilizadas eleitoralmente.
A defesa cumpriu a decisão.
➪ 25 de fevereiro de 2024
Bolsonaro convoca um gigantesco ato na Avenida Paulista.
Mas faz uma recomendação expressa aos apoiadores:
não levar faixas ou cartazes contra ninguém.
Nada de ataque ao STF.
Nada de mensagem contra adversários.
Depois de anos alimentando a ideia de confronto, a manifestação precisava vir com manual de boas maneiras.
➪ 7 de setembro de 2024
A transformação fica ainda mais evidente.
➪ Em 2021:
“Não cumprirei mais decisões de Moraes.”
➪ Em 2024:
Bolsonaro pede ao Senado que coloque um freio em Moraes.
Ou seja:
do confronto direto com o STF para um pedido de atuação pelos mecanismos constitucionais.
Demorou três anos para descobrir o artigo da Constituição.
➪ 7 de setembro de 2025
Bolsonaro nem pode participar do ato.
E quem aparece no púlpito?
Valdemar Costa Neto.
Valdemar diz que o 8 de Janeiro foi uma “baderna generalizada”.
Afirma que quem depredou patrimônio deveria ser punido.
E, ao mesmo tempo, o ato continua exigindo anistia.
A palavra de ordem era:
“Anistia ampla, geral e irrestrita.”
Sem acordo.
Sem meio-termo.
Era tudo ou nada.
➪ 2026
E no que terminou?
Não em anistia ampla.
Em dosimetria e redução de penas.
O “ampla, geral e irrestrita” virou negociação legislativa.
Mais uma vez, o roteiro se repetiu.
A sequência é impressionante:
➪ 2021
Não cumprirei Moraes.
↓
Caminhoneiros, desmobilizem.
↓
Temer, me ajuda.
↓
Alô, Moraes?
↓
Foi calor do momento.
➪ 2022
7 de Setembro vira campanha.
↓
Imbrochável.
➪ 2024
Não levem faixas contra ninguém.
↓
Senado, por favor, resolva o problema com Moraes.
➪ 2025
Valdemar no púlpito.
↓
Anistia ampla, geral e irrestrita.
➪ 2026
Dosimetria.
No bolsonarismo, o “agora vai” talvez seja a tradição mais estável do 7 de Setembro.
O problema é que nunca vai.
“Não mas o seu político recebeu dinheiro do Vorcaro, mas o meu só fez consultoria, mas o seu só fez uma ligação e andava de jatinho, mas o meu só precisava de patrocínio para um filme, mas o seu estava na suruba, mas o meu fez em nome da democracia”.
Tudo puta.