Two additional Hamas terrorists who invaded Israel on October 7, 2023, and massacred innocent people were eliminated today by the IDF in Gaza.
Israel will find every single one until none remain.
🇮🇪🇮🇹🇵🇱 Des patriotes d'Irlande, d'Italie et de Pologne ont commencé à patrouiller dans leurs villes pour protéger les femmes et les enfants des envahisseurs étrangers.
Un ❤️ si tu soutiens les patriotes ‼️
Quem é a Europa para dar lição de moral a Israel?
Nesta semana aconteceu algo raro. A Al Jazeera, mídia do qatar notoriamente hostil a Israel, e Bezalel Smotrich, ministro das Finanças israelense, concordaram. A construção no corredor E1, dizem os dois, “enterra de vez a ideia de um Estado palestino”.
A Europa promete sanções. O Brasil, como quase sempre, vai ouvir só um lado.
Aqui está o outro.
E1 são doze quilômetros quadrados de colinas entre Jerusalém e Ma’ale Adumim, cidade israelense de quase 40 mil habitantes. Sem essa faixa de terra, Ma’ale Adumim vira uma ilha. Isolada. Dependente de uma única estrada. Exatamente o que aconteceu com o Monte Scopus entre 1948 e 1967, quando o campus da Universidade Hebraica sobreviveu como enclave sitiado, abastecido por comboios sob supervisão da ONU.
Quem anexou E1 a Ma’ale Adumim pela primeira vez? Yitzhak Rabin, em abril de 1994, em plena negociação de Oslo. O primeiro-ministro mais querido da esquerda europeia temia que, sem continuidade urbana, aquela comunidade judaica ficasse refém da boa vontade alheia.
Shimon Peres. Ehud Barak. Ehud Olmert. Binyamin Netanyahu. Todo primeiro-ministro israelense depois de Rabin defendeu a mesma coisa, por segurança, por lógica urbana. Barak, o mesmo que ofereceu Jerusalém Oriental como capital palestina em Camp David, avisou: sem o corredor, Jerusalém vira cidade de fronteira e Ma’ale Adumim, uma ilha cercada.
Por três décadas o Ocidente respondeu sempre a mesma frase: não construam, isso mata a paz. Israel congelava. Todo mundo saía ganhando, menos a verdade. Os líderes israelenses pareciam duros em casa. Washington e Bruxelas saíam como salvadores do processo. Um teatro sofisticado. E funcionou, por trinta anos.
O único prédio de verdade em E1, até hoje, é um quartel da polícia. Sem rede de esgoto. De tempos em tempos um caminhão sobe a colina para esvaziar a fossa. Esse é o monumento erguido por trinta anos de pressão internacional.
Smotrich cansou do espetáculo. Aprovou 3.400 unidades habitacionais. Nesta semana Israel abriu licitação para as primeiras 1.234 casas, num bairro batizado Mevaseret Adumim.
A reação europeia foi imediata. O chanceler britânico Ed Miliband ameaçou sanções individuais contra israelenses envolvidos na expansão. Bruxelas prepara um pacote mais amplo: rotular todos os produtos israelenses, não só os da Cisjordânia, reduzir cooperação acadêmica e suspender laços de segurança e diplomáticos. A própria presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, chamou a licitação de inaceitável. A condição para o pacote entrar em vigor: a construção precisa de fato começar.
Israel respondeu na mesma moeda. Expulsou os representantes holandeses do centro internacional de coordenação para Gaza, em Kiryat Gat, depois que a Holanda aprovou uma lei banindo produtos dos assentamentos. A Holanda é o segundo país expulso do centro. A Espanha foi a primeira, em abril.
O chanceler Gideon Sa’ar resumiu o recado numa frase: quem agir contra Israel não vai ter mais espaço na região.
A mensagem é clara. Quem tenta isolar Israel também será isolado.
Agora, a parte que a narrativa oficial evita.
Doze quilômetros quadrados não são o que impede um Estado palestino.
O que impede é o que ficou evidente depois de 7 de outubro. Em pesquisa do PCPSR, o instituto de opinião pública mais respeitado da própria sociedade palestina, 59% dos entrevistados na Cisjordânia e em Gaza classificaram o ataque como “correto”. Em levantamentos anteriores do mesmo instituto, esse número chegou a 72%. Em outra pesquisa, quase 90% disseram não acreditar que o Hamas tenha matado mulheres e crianças ou cometido estupros em 7 de outubro, apesar da fartura de vídeos, áudios e depoimentos que documentam exatamente isso. Não é propaganda israelense. É a própria sociedade palestina, medida por pesquisadores palestinos. É também importante deixar claro que se hoje tivéssemos eleições livres na Cisjordania, o Hamas seria o vencedor.
Uma solução de dois Estados exige dois povos dispostos a viver lado a lado. Israel aceitou essa premissa há décadas, inclusive nas ofertas territoriais de Barak em 2000 e de Olmert em 2008. O outro lado, majoritariamente, ainda não aceitou. E depois de 7 de outubro, cresceu em Israel a convicção de que essa aceitação não vem tão cedo, se é que um dia vem. Agora, não são apenas os palestinos que não querem uma solução de 2 estados, Israel majoritariamente também não quer por razões cada vez mais óbvias. Não é possível a paz com um povo que abraça o jihadismo islâmico, nunca será possível.
A União Europeia segue acreditando que pode salvar Israel de si mesma. É o velho reflexo paternalista de quem já desenhou o mapa desta região com régua e compasso, sob mandato, e agora se ofende quando o povo judeu recusa devolver o lápis.
Afinal, quem são os europeus para dar lição de moral ao povo judeu?
Durante séculos a Europa foi o laboratório mais eficiente do ódio antijudaico. Expulsões em massa. Pogroms. Libelos de sangue. Guetos. Batismos forçados. Confisco de bens. Depois, o continente aperfeiçoou o método: trens no horário, listas nominais, câmaras, cinzas. Seis milhões. Em solo europeu. Com colaboração, silêncio administrativo e, em muitos lugares, a convicção de que o judeu era um problema a ser resolvido.
Quando os sobreviventes tentaram voltar às cidades de onde tinham sido arrancados, muitas portas já estavam fechadas. Foi então que um pedaço de terra pedregosa no Mediterrâneo deixou de ser teoria sionista e virou a única garantia concreta de que aquilo não se repetiria. Israel não nasceu de um capricho colonial. Nasceu do esgotamento de um continente.
E agora os herdeiros políticos daquele mesmo continente sobem ao palanque para explicar ao judeu onde ele pode construir uma casa. Qual colina é permitida. Qual estrada é “ilegal”. Qual continuidade urbana “mata a paz”. Ameaçam rotular o azeite, o software, o medicamento israelense. Cortar universidades. Suspender cooperação de segurança. Tudo por doze quilômetros de pedra entre Jerusalém e uma cidade de 40 mil judeus.
Enquanto isso, nas capitais europeias, sinagoga precisa de guarda armada. Judeu esconde o quipá no metrô. “Do rio ao mar” virou grito de campus e de avenida. E a memória de 7 de outubro já começa a ser relativizada, com a mesma pressa com que, no passado, se relativizou o que acontecia nos shtetls e nos trens.
Há uma insolência específica nisso. Não é só hipocrisia diplomática. É amnésia seletiva vestida de virtude. O continente que precisou de duas guerras mundiais e de um genocídio para descobrir o preço do ódio agora se apresenta como tutor moral de quem pagou essa conta.
Israel saiu da dança. Não por teimosia. Por memória.
A paz não morre por causa de concreto. Morre quando um lado ainda sonha com o desaparecimento do outro, e quando quem deveria conhecer o preço desse sonho finge que esqueceu.
Doze quilômetros de colina não vão mudar isso.
Judeus vêm da Judeia. Essa terra não é um favor da Europa. Não é um prêmio de consolação depois do horror. Não é um enclave provisório à espera de permissão alheia. É o nome de um povo gravado na própria terra, milênios antes de Bruxelas existir, séculos antes de quem hoje desenha linhas no mapa aprender a escrever.
Essa terra é nossa. Só nossa. Indivisível. Soberana. 100% Israel
🚨 Compartilhem ao máximo!
MOBILIZAÇÃO DOS GAÚCHOS COM @FlavioBolsonaro
Dia 2 de setembro, às 18h, no Parcão.
Vamos endireitar o Brasil e o Rio Grande!
🟩🟥🟨 Muda que dá!
"I wish God had not created women. If we're treated so badly I'd rather not live"
Listen to the cries of this Islamic women. This is how they feel. They have no agency, worse than animals!
Why is the West allowing such culture in?
"A CEUTA NATIVE NEVER SURRENDERS" 🇪🇸
Ceutans have stormed the beaches destroying migrant shacks and tents
They've taken over the streets demanding their removal
The people are fighting back
🙏 Depois de tantos pedidos, finalmente está no ar!
Muita gente vinha me pedindo um espaço para compartilhar momentos de oração, e hoje esse desejo se tornou realidade.
Criei este canal para que você possa parar por alguns minutos, ouvir minha voz, acompanhar a oração e, juntos, fortalecer nossa fé. ❤️
Que cada oração possa levar paz, esperança e conforto para o seu dia.
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