"Gilmarpalooza": o Fórum de Lisboa 2026, idealizado pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, que reuniu 2.867 participantes, 432 palestrantes e 70 painéis na capital portuguesa.O Fórum Jurídico de Lisboa perdeu brilho e esvaziou em 2026.
Estiveram presentes o ministro Alexandre de Moraes, o presidente da Câmara Hugo Motta, o procurador-geral da República Paulo Gonet, além de banqueiros, empresários, advogados com causas no STF e dirigentes de órgãos públicos.
Com menos nomes de peso e mudança para um auditório menor, o evento adotou discrição.
Normalizar esse cenário tão lamentável é reconhecer, com tristeza, que o caminho para um país decente parece cada vez mais distante. É angustiante ver a sociedade paralisadaMaior Lobby do judiciário do mundo
Maior Lobby do judiciário do mundo.Vexaminoso.
Mães aparecem como principais suspeitas de agressão (160,8 mil denúncias), o triplo em comparação aos pais (49,2 mil). Fonte: Dique 100 (2024), MDHC.
Já já alguém evoca o protocolo com perspectiva de gênero do CNJ para dizer que a culpa não é dela porque o patriarcado mimimimi.
Sem citar Lula, a @VEJA atribui a queda da ponte à corrupção, mas omite o fato de que o DNIT foi totalmente omisso no caso. Denúncias sobre o péssimo estado da ponte se acumulavam e LULA NÃO FEZ ABSOLUTAMENTE NADA. Lula é sócio desse desastre.
A justificativa oficial para mandar a elite do funcionalismo para a ilha, reitores de universidade federal e burocratas no pacote, são as tais "missões de trabalho". Fóruns de educação, conferências de saúde, esse tipo de coisa. O resultado concreto é o contribuinte brasileiro bancando diária e passagem para turismo ideológico no Caribe. O Ministério da Educação aparece entre os campeões de gasto na excursão.
O cidadão comum convive com carga tributária sufocante, inflação de volta e serviço público à beira do colapso. A máquina pública segue sem nenhum pudor fiscal. Aperto e responsabilidade são sempre cobrados de quem produz e emprega, nunca de quem gasta dinheiro alheio.
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🚨BREAKING: British veteran breaks down live on TV over state of the country:
"Rows and rows of white tombs for what? A country of today? No, I'm sorry. The sacrifice wasn't worth the result.
I fought for freedom, and it's darn-sight worse now than when I fought."
DE ONDE VORCARO VAI TIRAR R$ 60 BILHÕES PARA FECHAR SUA DELAÇÃO? 🤔
A pergunta que domina os bastidores das investigações sobre o Banco Master não é sobre culpa — essa já está estabelecida. É sobre dinheiro. Lauro Jardim, no O Globo, revelou que há expectativa de que Daniel Vorcaro proponha devolver entre R$ 40 bilhões e R$ 60 bilhões como condição para fechar seu acordo de delação. E uma autoridade que participa das investigações fez a pergunta que ninguém consegue responder: "Onde será que ele guarda ou esconde todos esses bilhões?"
Uma parte, segundo a apuração de Jardim, viria de ativos do próprio Banco Master — como precatórios — que Vorcaro quer que o Banco Central devolva a ele. Mas e o restante? O rombo documentado supera R$ 50 bilhões. Vorcaro está preso, com bens bloqueados e empresas em liquidação. E ainda assim propõe devolver dezenas de bilhões. A aritmética não fecha — e é exatamente essa incompatibilidade que a autoridade citada por Jardim coloca no centro do problema.
O paradoxo é revelador. Se Vorcaro tem acesso a esses recursos, onde estavam enquanto as autoridades buscavam seu patrimônio? A resposta mais provável é que a fortuna foi deliberadamente dissolvida em múltiplas jurisdições — fragmentada em contas offshore, ativos de difícil rastreamento e estruturas financeiras transnacionais projetadas exatamente para tornar a recuperação impossível sem cooperação internacional de alto nível.
E aí reside o nó central: sem a própria delação de Vorcaro apontando onde está o dinheiro, a Polícia Federal não tem meios técnicos para localizá-lo. As únicas instituições com capacidade real de cruzamento de dados nessa escala são americanas e europeias — o FinCEN, o Departamento do Tesouro dos EUA e as Unidades de Inteligência Financeira da União Europeia. Sem cooperação ativa dessas agências, a investigação brasileira opera no escuro.
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A juíza Patrícia Carrijo parece ser a herdeira extraoficial de Renata Gil, atual diretora de Assuntos Internacionais da Presidência do TSE - cargo criado sob medida para ela
Se Renata Gil está desde 2016 sem exercer a função para a qual foi nomeada, a de juíza, Patrícia segue trajetória semelhante
Ela cumpriu três mandatos consecutivos à frente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás, entre 2020 e 2025. Agora, em 2026, assumiu como coordenadora da Justiça Estadual da AMB. Mora em Brasília, mas continua recebendo salário - e penduricalhos - do TJGO
Até aqui, foram nove anos de magistratura. Se tudo correr como planejado, em 2028 ela completará outros nove anos dedicados à defesa dos interesses corporativos da classe
Mais uma juíza sem comarca que, ao que tudo indica, poderá em breve desembarcar no CNJ. É para lá que eles vão
Segundo o Partido Comunista da China, neste dia 4 de junho do ano de 1989, nada aconteceu na Praça Tiananmen ( Praça da Paz Celestial), em Pequim.
#hojenomundomilitar
O CNJ estava dormindo em berço esplêndido?
Casos de juízes recebendo mais de R$ 1 milhão em um único mês vêm sendo noticiados há muitos anos. É difícil entender por que o problema só agora parece ter despertado uma reação
É difícil acompanhar os milhares de penduricalhos que são pagos a membros do Judiciário e MP
Não é força de expressão. Há 2600 nomenclaturas diferentes para os adicionais criados
Um deles merece a nossa atenção: a compensação por assunção de acervo processual ou administrativo