Não dá pra aceitar uma obra civil com um Contêiner fazendo papel de túnel e ponte.
Escárnio completo com a região e população.
Qualquer um que achar isso normal já está em falência moral.
O Censo de 2022 contou milhões de brasileiros a menos do que as estimativas oficiais indicavam, e isso criou um problema imediato. Mas qual? O repasse do FPM é calculado por faixa populacional, e milhares de municípios perderiam receita ao admitir que seus moradores não existiam. A reação não foi ajustar a despesa à população real. Prefeituras contestaram o IBGE na Justiça, entidades municipalistas pressionaram o Congresso, e aprovou-se uma trava legal mantendo os coeficientes antigos para ninguém perder repasse. O resultado é que o contribuinte segue financiando estruturas municipais dimensionadas para habitantes que o próprio Estado, com seu recenseamento oficial, provou que não estão lá.
Sul/Sudeste "sustentando" Norte/Nordeste, e aí? Qual sua opinião?
Cassino físico é proibido no Brasil há 80 anos. Mas liberaram algo muito pior: o cassino de bolso gamificado. Todo atrito que protegia o apostador sumiu. Não precisa sair de casa, não precisa sacar dinheiro, não tem hora pra fechar. Na bet, a mesa vai com você: pro banheiro, pra cama, pro trabalho, pro velório. Aposta em 1 clique, notificação às 3h da manhã, bônus pra você "recuperar o que perdeu". Proibimos a roleta e colocamos algo pior na mão de cada brasileiro.
As pessoas já perceberam que os serviços públicos “gratuitos” custam muito caro.
Mas o governo insiste em roubar a população e aumentar o custo da máquina, mesmo com a maioria sendo contra.
No Brasil ninguém mais usa telefone tradicional: por que? Porque você recebe chamadas constantes de telemarketing ao ponto de que todo mundo silencia todas as chamadas.
A Anatel tentou resolver com o 0300 mas foi vítima do lobby e voltou tudo como antes.
As pessoas só tem número hoje porque é necessário para ter WhatsApp: agora com o nome de usuário, o número eventualmente se tornará dispensável.
Isso significa que as empresas de telefonia móvel do Brasil podem estar no seu ponto de inflexão, da mesma forma que os telefones fixos que praticamente não existem mais
Se uma empresa desconta o INSS do funcionário e não repassa, o dono responde por apropriação indébita previdenciária, crime com pena de até cinco anos. Prefeituras fazem isso em escala, milhares de municípios devem bilhões ao regime geral e aos próprios regimes de previdência, dinheiro descontado do servidor que nunca chegou ao destino. A consequência para o prefeito não é processo criminal, é parcelamento. Leis sucessivas autorizaram quitar a dívida previdenciária municipal em até 200, 240, 300 meses, prazos que atravessam sete mandatos. O gesto que leva o empresário ao banco dos réus leva o gestor público a um refinanciamento de vinte e cinco anos, assinado com o mesmo caixa de onde o desconto sumiu.
Não foi só o número de vítimas que triplicou. O valor dos descontos indevidos saltou de R$ 706 milhões em 2022 para R$ 3,3 bilhões em 2024, um crescimento de quase cinco vezes em dois anos. Segundo a CGU, 62,5% de todo o rombo apurado entre 2019 e 2024 se concentrou já no atual governo Lula.
O ministro da Previdência, Carlos Lupi, foi alertado sobre o aumento das cobranças em junho de 2023, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social. O tema só entrou formalmente na pauta em abril de 2024, dez meses depois. Nesse intervalo, o esquema atingiu o pico.
Ao ouvir 1.273 aposentados, a CGU descobriu que 97,6% não haviam autorizado nenhum desconto e 96% sequer participavam das associações que cobravam. Várias dessas entidades frequentavam conselhos do governo. O Sindnapi, alvo da Operação Sem Desconto, tem como vice-presidente Frei Chico, irmão mais velho do presidente Lula.
Em março, a base governista na CPMI do INSS derrubou o relatório que pedia o indiciamento de 216 pessoas, entre elas Lupi, o "Careca do INSS" e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. E o ressarcimento aos aposentados segue sendo pago com dinheiro público, via crédito extraordinário fora do arcabouço fiscal.
Roubaram, atrasaram a resposta e agora quem paga a conta é o contribuinte.
Já está naquela fase do veio que passa vergonha e gera constrangimentos para os mais próximos. Com mais quatros anos, ele vai ser tutelado no governo, e vocês já sabem por quem.
Em que momento perdemos a capacidade de nos espantar com o Brasil? Nâo é só o STF. Há uma questão ética e há a infração sistemática de direitos. E quem sabe tenhamos nos habituado com isso. No @Estadao https://t.co/3C9kzYzHqk