@AndreRvza@lrvdberg O preço do mercado reflete a informação: qualidade, distribuição etc. Não reflete o correto/verdade. A verdade não é sinônimo de informação… Muito provavelmente não conhecemos muitas “verdades” ainda(informação). Mas elas não deixam de serem verdades/existirem por isso.
Você pode acreditar que o novo congresso será austero e que o executivo, seja quem for, cortará na carne.
Ou pode encarar a realidade.
Volatilidade é garantidamente uma escolha mais inteligente que a certeza da perda.
Às plebes...
Comentários negativos sobre Bitcoin são 24x mais propensos a serem difundidos do que comentários positivos.
Vejo aqui duas questões:
1) é mais fácil interagir para criticar negativamente do que para construir soluções ou críticas construtivas. Isso vale para o Bitcoin e para tudo. Aqui vale a máxima da figura abaixo. Isso tem até nome, Lei de Cunningham
2) há muitos interesses ocultos em descredibilizar o Bitcoin
Políticos são guarda-costas de bilionários.
Sempre que surge um “pobre” eficiente e inovador, eles debocham.
Mas, se a ideia dá certo, criam barreiras protecionistas:
“Opa! Agora vai precisar de capital mínimo para entrar nesse mercado. Sabe como é… precisamos proteger os clientes.”
E eles nem estão mentindo.
O detalhe é que não estão falando dos clientes das fintechs.
Estão falando dos clientes deles.
Os bilionários.
No Brasil vivemos 80% de inflação ao mês em 1990. Até hoje defendem os arquitetos, ensinam os mesmos modelos, distribuem prêmios para os mesmos economistas.
A doutrinação não é bug, é a operação de propaganda mais bem sucedida do século XX.
A @LivecoinsBR cobriu meu paper com Gerson Júnior, PhD e portfolio manager da Hashdex.
A síntese do Gustavo Bertolucci pegou exatamente o ponto: 60 anos de dados americanos e 24 de dados brasileiros mostrando que CPI e IPCA captam o eco da expansão monetária, não o evento.
ρ entre M2 e CPI: 0.07 contemporâneo, 0.43 em lag de 25 meses.
A teoria austríaca não precisa de Bitcoin pra existir. Mas o resultado empírico tem implicação direta pra alocação. Se o CPI capta o eco 2 anos depois, ativo escasso precifica o sinal antes. Quem espera o índice oficial pra agir, age depois do trem.
Ortodoxia mede a sombra. Austríacos mediam o sinal há um século.
Você se orgulha de ter um saldo acumulado no FGTS, mas precisa esperar uma demissão para conseguir tocar no seu próprio dinheiro.
Enquanto o seu patrimônio está preso rendendo abaixo da inflação, o governo usa esse saldo para financiar os projetos da máquina.
O sistema te convenceu de que o confisco é um benefício e você acreditou.
A pizzaria não recebeu BTC.
@jercos recebeu os 10.000 BTC e gastou bem rápido.
Ele usou: pagou viagem com a namorada, comprou jogos e pagou despesas.
Vendeu a maioria por uns USD 400 no mesmo ano, antes da explosão do BTC. Disse q jamais podia imaginar no q aquilo se tornaria
Nvidia valued at 66,768,048 BTC
Google valued at 54,537,870 BTC
Apple valued at 56,613,019 BTC
Microsoft valued at 43,786,982 BTC
Amazon valued at 31,952,662 BTC
There are only 21,000,000 BTC in existence.
Act accordingly.
Premine é mineração antes do lançamento.
Bitcoin foi lançado e então começou a mineração com proof-of-work imediatamente.
Satoshi gastou trabalho (computacional) para minerar, e outros fizeram o mesmo com ele a partir das primeiras semanas.
É o quê? 👇
https://t.co/g9thRCgFF0
A Escola Austríaca há um século afirma duas coisas: inflação é monetária, e o efeito Cantillon distribui o ganho de forma desigual antes do CPI mexer.
Meu novo paper com Gerson Júnior, PhD (Hashdex) quantifica a primeira parte da equação, com dado de US (1959–2026) e BR (2002–2026):
M2 vs CPI: ρ=0.07 → 0.43 em lag de 25 meses
TMS Brasil vs IPCA: ρ=–0.22 → 0.44 em 15 meses
A literatura previa 6 a 18 meses. A gente achou 21–26 nos EUA, 15 no Brasil.
Quem se posiciona em ativo escasso antes do eco chegar no CPI tá agindo no sinal, não no ruído.