A convivência com o colega e a experiência de ver ele progredindo no uso do programa tem uma tendência muito maior de produzir solidariedade, atitudes empáticas e compreensivas por parte dos alunos que não têm deficiência. Eles mesmos aprenderem também. @prof_Vida#TEC10_UTFPR
Não acredito que funcionaria como um catalisador de de bullying porque se o professor trabalhar com alunos que não têm deficiência, também ajuda a experienciar um pouco da dificuldade que a pessoa com deficiência teria, através do próprio formato. @prof_Vida#TEC10_UTFPR
Funciona através de incentivo,como cenas soltando fogos de artifício ou mostrando uma das pessoas falando “Parabéns, você acertou!”, com bastante empolgação, conforme o usuário acerta, para que o usuário não perca a paciência. @prof_Vida#TEC10_UTFPR
Produz uma identificação pois quem “fala” com o usuário são pessoas de condições semelhantes, o que humaniza e faz com que construa uma impressão afetiva, facilitando o aprendizado. Apenas senti uma falta de representação quanto a cor de pele. @prof_Vida#TEC10_UTFPR
Participar 2 é bem fácil de ser utilizado pelo público para o qual é dirigido, conta com funcionamento intuitivo e quanto mais o usuário vai aprendendo pode ir sendo usado conforme o que se espera segundo o nível de alfabetização que a pessoa esteja. @prof_Vida#TEC10_UTFPR