🥴 Rapaz…
Olha aí o povo escancarando as mentiras do ladrão.
“Reconstrução” de ponte no RS por R$ 833 mil do governo Lula. Resultado? Uma tábua podre improvisada que nem cachorro passa direito. Enquanto isso o Pimenta (ministro e pré-candidato ao Senado) posa de salvador da pátria.
Perigosa e linda, jeito de bandida… é a obra petista.
Dinheiro público vira gambiarra, o povo paga e eles ainda querem voto.
Desiste, Pimenta. O filme já queimou. 🔥😂
Noruega pode até ter melhor PIB per capita, IDH e estar nas quartas da Copa, mas o Brasil tem queimador de fio que deixa os outros sem energia elétrica pra vender cobre e fumar crack.
Gratidão a todos que estão compartilhando nosso vídeo sobre a @Mi_Bolsonaro e a todos os comentários de apoio a nossa decisão. Foi muito difícil, mas necessário. Não me arrependo de nenhuma palavra. Amo a Direita! Vocês são demais. Vou andar mais por aqui no X 💚💛
Mulheres do Movimento Endireita Ceará fazem fortes revelações quanto as afirmações de Michelle sobre a atuação de Priscilla Costa na campanha de André Fernandes à prefeitura de Fortaleza.
“Assim como a senhora Michelle Bolsonaro que se diz no direito de expor situações internas sem se preocupar com as consequências e principalmente com inverdades sobre nosso Ceará e sobre os “não feitos” de Priscila Costa. Nós cearenses também temos o direito de mostrar a verdade. Deixem o Ceará em paz. Aqui a mulher apoia quem ela quiser!”
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Michelle não é "uma mulher esgotada com o desrespeito". É uma pessoa com agenda política CLARA que capitaliza em cima do bolsonarismo sem se submeter à liderança natural de Flávio.
Aí quando é tratada pelo que de fato é, resolveu se fazer de vítima.
Jaques Wagner, ex-líder do governo Lula no Senado, admite relação com o ex-sócio do Banco Master e ainda parte pra cima da Polícia Federal, chamando de "patacoada" a foto do dinheiro apreendido em seu apartamento.
Não explica a moeda estrangeira. Não explica o imóvel de R$ 2,5 milhões. Reclama é da investigação. É sempre assim: quando o rastro financeiro aperta, a culpa vira da PF.
O mesmo governo que sangrou o INSS dos aposentados, das viúvas e dos órfãos agora se enrola com o Master. Enquanto o idoso luta pra comprar o remédio do mês, a turma do poder coleciona apartamento e dólar.
Quem não deve, não teme investigação. Vamos até o fim, doa a quem doer.
Michelle nunca mais vai ter a simpatia de toda a base do bolsonarismo. Ela virou um Sérgio Moro. Não tem mais volta.
Ela conseguiu, sozinha, destruir um capital político imenso e praticamente sem rejeição, tudo por ego e vaidade.
Ainda é uma política com extremo potencial, mas não mais para presidente.
É um estudo de caso psicológico sobre como até pessoas inteligentes e bem preparadas ficam bêbadas pela vaidade e pela bajulação, até caírem em desgraça.
Se Flávio maltratou a Michele ou não, é um problema deles.
O problema do resto dos brasileiros é entrar em um supermercado e perceber que tudo praticamente dobrou de preço nos últimos 2 anos.
É uma questão de sobrevivência: mais 4 anos com esse governo será o fim da classe média.
O foco da direita deveria ser ganhar a eleição e não caçar traidores.
É a nossa vida que está em jogo.
O risco socialista no caso Ortobom
André Marsiglia para @Poder360
A condenação da empresa Ortobom pela 3ª turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao pagamento de R$ 300 mil por não possuir mulheres em cargos de gerência vai muito além da promoção de políticas de diversidade. A questão principal é outra: o que significa um Estado, pela força do Judiciário, intervir na liberdade de escolha e de decisão de uma empresa privada?
Se o Estado pode punir a empresa porque seus dirigentes não correspondem a determinado perfil, então já não é a empresa quem escolhe seus líderes. A escolha passa a ser
condicionada pela vontade estatal.
E, se é o Estado quem escolhe, a empresa não é mais privada. Disfarçadamente, a decisão aproxima o Estado do que ocorre em regimes socialistas. É legítimo punir uma empresa que discrimine pessoas em razão de seu gênero. Outra coisa, muito diferente, é presumir discriminação simplesmente porque a distribuição dos cargos não corresponde à expectativa do Estado.
Se uma empresa possui menos mulheres em cargos de direção, isso é, por si só, prova de discriminação? O direito não costuma ser tão simplista. Se um homem se casa com uma mulher, não há discriminação porque ele não se casou também com outro homem. Se um cargo público é ocupado por um homem, não decorre daí a obrigação de que outro cargo equivalente seja reservado a uma mulher. Do contrário, a Presidência da República deveria ser obrigatoriamente exercida por duas pessoas: um homem e uma mulher.
A igualdade não é uma fórmula estatística. E promover a igualdade constitucional não significa distribuir cargos, mas criar condições para que todas as pessoas tenham oportunidade de alcançar determinadas posições por seus próprios méritos.
Além disso, parte significativa dos movimentos que defendem políticas dessa natureza também sustenta que o conceito de mulher é definido pela autopercepção de gênero. Ora, se a condição feminina decorre de tamanha subjetividade, qual é o critério jurídico objetivo para que um Tribunal conclua que existem “mulheres de menos” em determinada empresa?
Tudo isso deve nos fazer refletir: estamos combatendo discriminações ou redefinindo, pouco a pouco, os limites da liberdade econômica? Estamos promovendo a igualdade ou caminhando para um modelo socialista?
A história mostra que o caminho para o socialismo, muitas vezes, não começa com a desapropriação de uma empresa. Começa quando o poder público decide que determinadas escolhas privadas já não pertencem mais aos cidadãos.
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PENSE NISSO
Nesta eleição decidiremos:
-Se @jairbolsonaro será solto ou cumprirá prisão perpétua sem ter cometido crime
-Se as velhinhas do 8J serão libertadas
-Se as centenas de exilados poderão dar um último abraço em seus familiares
-Se o Brasil prosperará ou seguirá no atual ritmo de gastos governamentais desenfreados e preços no supermercado acima da “inflação oficial”
-Se você trabalhará igual condenado para pagar impostos que sustentam políticos e STF
-Se seguiremos com medo de tomar uma bala na cabeça por conta do seu carro ou celular ou se iniciaremos uma guinada para sermos um país civilizado