VOCÊS SÃO MUITO FOFOQUEIRO! A CAMPANHA DO FLAVINHO TAVA A TODO VAPOR AI DESCOBREM MEIA DUZIA DE PODRE DELE E AGORA NENHUM PARTIDO QUER APOIAR ELE!!! 😭😭😭
@oliveirarsamuel@eufrez@dudaoliveee Gente, eu uso aqueles felpudos, acho que é material sintético, tão na casa dos 100$ o king(os da Riachuelo são os melhores)embora tenha lençóis caros comprados em outra época, me viciei nessas mantas, são muito macias, coloco-os por cima do edredom pra ficar bem gostosa a cama.
O castelo de marketing de Tarcísio está rachando.
Depois do rombo bilionário investigado na Fazenda, agora o Tribunal de Contas identifica falhas nos cálculos bilionários usados pelo governo.
Quem se vende como “o melhor gestor do Brasil” deveria explicar por que sua gestão acumula tantos questionamentos sobre as próprias contas.
Propaganda não fecha balanço.
https://t.co/TgaUyq2lmv
O vazamento das propostas iniciais de Washington para um acordo comercial com o Brasil não provoca surpresa, mas demanda análise serena. Trata-se, essencialmente, do mesmo cardápio que o Representante Comercial dos EUA (USTR) firmou recentemente com Argentina, Equador e Guatemala nos chamados Acordos Recíprocos de Comércio.
Segundo o texto divulgado, a proposta se iniciava pelo flanco agrícola: zerar tarifas para o etanol dos EUA. Mas sem qualquer contrapartida palpável para o açúcar brasileiro —uma assimetria histórica que empaca a mesma discussão há décadas.
No terreno regulatório, exigia-se "não restringir o acesso ao mercado para os EUA em razão do mero uso de certos termos". Esse compromisso conflitaria frontalmente com as indicações geográficas penosamente negociadas no acordo Mercosul-União Europeia.
Cripticamente, uma cláusula mencionava "estabelecer, com o USTR, um grupo de trabalho no âmbito do ATEC [Acordo de Comércio e Cooperação Econômica], para discutir estabilidade no comércio global de produtos agrícolas". O jargão escondia o intuito norte-americano de padronizar os preços de commodities para mitigar a avassaladora competitividade do agronegócio brasileiro.
No ambiente digital, as propostas de Washington ganham contornos de quase ficção. "Apoiar a adoção multilateral de uma moratória permanente de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas na OMC (Organização Mundial do Comércio) imediatamente e sem condições" ignora que o Brasil está no meio de uma complexa reforma tributária.
Assinar tal cheque em branco impediria o cálculo de efeitos fiscais futuros diante de uma evolução tecnológica impossível de prever. Além disso, o Brasil se comprometeria a "consultar atores relevantes" sobre medidas no setor digital: é o sonho das big techs de vetar políticas de inserção digital e financeira (como o Pix). O compromisso incluiria também garantir que medidas relacionadas a conteúdo de mídias sociais sejam justas sob a ótica dos provedores norte-americanos. Isso ignora que o Poder Executivo brasileiro não tem o condão de ditar interpretações ao Poder Judiciário.
As propostas para a indústria, por sua vez, continuaram sob a lógica da imposição. Eliminar tarifas para produtos químicos, veículos e medicamentos, de forma exclusiva para os EUA, violaria a cláusula de NMF (Nação Mais Favorecida) da OMC, disparando contestações automáticas no Judiciário brasileiro.
E, ao invés de harmonização regulatória mútua, a proposta exigia que o Brasil incorporasse os padrões de segurança veicular dos EUA e as autorizações eletrônicas do FDA (agência reguladora americana) para fármacos e dispositivos médicos, sem qualquer trâmite adicional ou reciprocidade na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). - Folha
Rapaz… essa história só piora. Durante as gravações do filme Dark Horse, financiado por Vorcaro, Mario Frias alegou que cumpria missões oficiais. O município de São Paulo afirma que não existe registro de sua participação em nenhum evento.
Rapaz! Haddad certeiro mais uma vez:
“Eles (EUA) criaram tecnologias para enriquecer bilionários. O Brasil criou o PIX para facilitar a vida do povo. Não cobra tarifa, não enriquece ninguém e virou referência mundial. É justamente isso que incomoda.” 🔥
O PIX É DO BRASIL
GRANDE DIA! Flávio Bolsonaro sofre derrota acachapante com mais de 7 milhões de menções negativas com a tag “TARIFLÁVIO” nas redes.
O povo não é otário e sabe que Tariflávio está chantageando a própria população para livrar os crimes cometidos pela família e interferir nas eleições.
Parabéns, militância! Vocês são demais!
O PIX É DO BRASIL
TARIFLÁVIO TAXOU VOCÊ
BRASIL SOBERANO
TRAIDORES DA PÁTRIA
Onde o Rubio escreveu "Brasil não negociou com os EUA de boa fé" leia "o Brasil não aceitou vender a sua independência econômica e virar uma sucursal empobrecida dos EUA".
Weaponizing trade, punishing a sovereign country for not obeying Washington, and calling it “good faith.”
Perfect empire logic.
Brazil’s crime is not bad economics.
Brazil’s crime is refusing to behave like a plantation.
The U.S. does not want partners.
It wants customers, clients, and obedient governments.
When sanctions fail, tariffs.
When tariffs fail, threats.
When threats fail, invasion and bombing.
Weaponizing trade against a sovereign country is not policy.
It is empire muscle memory.
@SecRubio Não iremos entregar nosso pix pra vcs e nem nossas riquezas! Vcs não apitam aqui! Não precisamos de vcs!
DEFENDA O BRASIL
FORA TRUMP E SUAS TARIFAS
TARIFLÁVIO TAXOU VOCÊ