@lazarorosa25 Sempre falo isto com a minha filha. Somos todos americanos pois somos deste continente. Ao se referir a população dos EUA usar estadunidense. Talvez um norte americano dependendo do contexto.
Parabéns ao ministro André Mendonça pela busca envolvendo Jaques Wagner. Agora fica a pergunta: se a lei vale para todos, por que outros nomes citados nas mesmas discussões públicas ainda não receberam o mesmo tratamento? A população espera critérios iguais para todos, sem exceção.
Vamos desenhar o que o G1 não tem coragem de dizer abertamente?
Trump, Flávio Bolsonaro e os EUA querem abrir caminho para privatizar e/ou taxar o Pix.
Trump ataca uma infraestrutura pública brasileira porque ela reduz o poder de gigantes como Visa e Mastercard sobre o sistema de pagamentos.
O Pix é uma tecnologia pública, gratuita e de liquidação instantânea, operada sob comando público, que diminui custos de transação e corta intermediários privados.
Aliás, como eles detestam tudo que é público, gratuito e que funciona, né? Imagine se a moda cola no resto do mundo. Pois é. As empresas dos EUA que concorrem com instrumentos como o PIX perdem. E muito.
A chantagem de Trump e dos Bolsonaros é explícita: ou o Brasil enfraquece o PIX (taxando, por exemplo), ou entrega parte desse mercado para empresas americanas administrarem cobrando pedágio em cima do povo brasileiro. Se a gente não ceder, vão nos sabotar no comércio internacional. Tal qual sempre fizeram na história.
Inclusive, além das ameaças econômicas (que mostramos ter resiliência) ameaçam até invadir o Brasil para roubar nossas terras raras e destruir o PIX usando o papo furado de combater "terrorismo".
Trump quer roubar o Brasil. Flávio Bolsonaro quer massacrar o povo brasileiro e servir de vassalo para o Trump.
O Pix é público, gratuito e brasileiro.
Não podemos aceitar essa chantagem. Vamos mostrar que o Brasil é mais forte que esses vermes imaginam.
Sim, claro, antes da iFood não existia entregador na pizzaria do bairro. Além disso, o iFood inventou uma tecnologia chamada bicicleta, criada especialmente para ser usada em entregas.
Agora, saindo da provocação e indo para o debate real: o Brasil sempre conviveu com uma economia de subsistência que usa uma enorme massa de trabalhadores abandonados pelo Estado, pessoas que se submetem a qualquer coisa porque a alternativa é a fome e a miséria.
Hoje, são as plataformas que cumprem esse papel de exploração.
O ponto é que não temos que tolerar mais isso. Temos que discutir como e onde gerar empregos com dignidade. Como o Estado pode atuar, seja como empregador direto, seja induzindo bons empregos.
Alguém pode argumentar que o atual estágio da automação torna impossível gerar empregos para todos.
No capitalismo, ao que tudo indica, sim. Na verdade, no capitalismo neoliberal sem freios, certamente.
A questão é que o avanço da tecnologia não deveria ser tratado como sinônimo natural de desemprego. O desemprego não é uma lei da natureza. Não é inevitável. É uma invenção e uma necessidade do capitalismo, o primeiro sistema que produziu miséria em meio a uma enorme abundância e que usa a tecnologia criada pelos seres humanos para escravizá-los.
Em um mundo minimamente digno, os ganhos de produtividade da automação, da inteligência artificial ou de qualquer nova tecnologia deveriam servir para reduzir fortemente a jornada de trabalho, garantindo mais tempo livre, mais direitos, mais qualidade de vida e mais possibilidade de viver.
Mas, no nosso mundo, a tecnologia inventada pela classe trabalhadora não é usada para que ela tenha mais tempo para descansar, estudar, conversar, se divertir ou sonhar.
É usada para explorar ainda mais a própria classe trabalhadora.
A uberização da nossa classe trabalhadora deveria ser tratada com seriedade. Não como algo natural. Não como “alternativa ao desemprego”, como se o desemprego também fosse uma força da natureza.
Deveria ser um dos eixos do debate eleitoral. Deveria ser. Mas, infelizmente, há uma interdição no debate econômico brasileiro. O pavor da extrema direita nos paralisou. Não conseguimos ver além do “neoliberalismo progressista” como alternativa à destruição fascista.
Os grandes temas e desafios foram jogados para baixo do tapete. Só se discute qual será a próxima medida de ajuste fiscal, ou quando virá a redução da taxa de juros do Banco Central que fará a economia brasileira encontrar seu rumo. Aliás, é bizarro a esquerda achar que é a redução da Selic que desenvolve um país, em vez de tratar isso como uma condição necessária e absolutamente insuficiente. Mas vamos voltar ao tema.
A questão é que enquanto esses debates de superfície hegemoniza o imaginário da esquerda, as classes dominantes moem o nosso povo.
Somos um país dominado pelo agro, que quer que o mercado doméstico se foda, que o meio ambiente se foda, porque exporta soja para a China fazer ração para porcos. Tudo isso com destruição de territórios, muito dinheiro estatal e concentração brutal de renda. A grana da exploração vai para formar bancadas políticas que defendem a nossa dependência e subordinação com orgulho.
Claro, o setor primário-exportador também tem as mineradoras, que arrancam nossas riquezas e destroem o meio ambiente, deixando a conta da destruição para o povo.
Do outro lado, vistos como mais modernos e elegantes, sediados na potente São Paulo, estão os bancos, tomando o dinheiro da classe trabalhadora com as taxas de juros mais altas do planeta.
Ou seja: de um lado, um setor primário-exportador que aparelha o Estado, concentra riqueza, não gera porra nenhuma de emprego decente e ainda deixa um passivo ambiental brutal para o povo pagar.
De outro, um setor rentista que toma o pouco que os trabalhadores têm por meio de juros criminosos.
Como gerar empregos bons para o nosso povo no meio disso tudo? Não tem como. Com essas duas frações dominantes organizando o país, sobra um bolsão de desesperados. E esse bolsão, em vez de ser tratado como um problema nacional gravíssimo, vira matéria-prima barata para as plataformas, que têm se tornado a terceira força dessa tríade da destruição.
É assim que o Brasil se torna, ao mesmo tempo, paraíso do agro, dos rentistas e das empresas de aplicativo. Um país com gente demais precisando aceitar qualquer coisa para sobreviver.
Não está tudo bem só porque o desemprego vem caindo desde 2021. Os empregos gerados são uma merda. O trabalhador ganha mal. Está endividado até o pescoço. Trabalha muito. Não tem tempo de viver. Não tem tempo de estudar. Aliás, estudar para quê, em um país que não tem muito a oferecer aos pobres além de uma CLT destruída pela já naturalizada contrarreforma de Temer em 2017 e uma vida esmagada pela escala 6x1?
A pergunta correta não é o que essas pessoas fariam sem Uber, iFood ou 99.
A pergunta correta é que tipo de país aceita que milhões de trabalhadores só tenham como horizonte pedalar, dirigir e se arriscar todos os dias sem direitos, sem proteção e sem futuro.
O criminoso anteriormente deu 13 f@cad@s na vítima e a justiça ao invés de detê-lo deu somente um "medida protetiva". O cara voltou e por sorte, a vítima consegui se defender.
https://t.co/9LMTelgNVc
🚨 MOBILIZAÇÃO URGENTE EM DEFESA DOS DIREITOS DAS MENINAS 🚨
O Senado pode pautar a urgência do PDL 3/2025 que derruba a Resolução 258/2024 do Conanda. Essa é uma resolução importante que garante atendimento humanizado e integral a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.
O que está em disputa é a proteção de meninas vítimas de violência! Por isso, precisamos PRESSIONAR o Senado pela rejeição do PDL 3/2025 e pela manutenção da resolução do Conanda.
📢 Participe da consulta pública: https://t.co/qPyKYlMGlE
❌ Não aceitaremos esse retrocesso! Criança não é mãe! ❌
@ViralPost2f@otakara18 Não é perigoso assim. Na verdade é areia compactada e quando recebe muita vibração (ex: muitas pessoas pisando ao mesmo tempo) acaba se liquefazendo de forma q vc acaba afundando. O segredo é não para de mexer para mater a areia mais molinha, distribuir o peso para sair.
Quando eu era criança meus pais fizeram de tudo para q não trabalhássemos mesmo sendo muito pobre. Eles diziam q o rendimento escolar cai quando a criança trabalha. Já crescida, meu namorado da época passou em 1⁰ lugar no vestibular mas vi sua nota cairem qndo começou a trabalh
a filha do zema, catharina, estudou cinema e mora em londres. o filho do zema, domenico, não sei o que faz, mas também não trabalhou quando era criança.
já o SEU filho, zema quer que corte cana, venda jornal sozinho na rua ou carregue peso nas costas desde pequeno
Jones é super inteligente, ótimas ideias, votaria fácil nele, mas não é político.
Na política, ou você joga o jogo ou você não se cria.
Vão estudar o maior político brasileiro da história, Luiz Inácio Lula da Silva (não estou falando que ele é o melhor).
Compare ele no final dos anos 80 com o de 2002.
Ninguém consegue fazer revolução sem fazer parte do sistema.
@Marcuskdtprc@TheLeftism@FelipeCCamarao Não dá ao Magno o direito de bater na enfermeira mas para mim o tapa dele, dava a ela o direito de encher aquela cara inchada de cachaça dele de porrada. Direito a defesa. #SoAcho
@kaikerj@roberta_bastoss O pior é que a camisa dela é linda! Só acho que o cavalo de São Jorge deveria ter dado um coice nela para ver de acorda deste transe.😂