A Vanguard estima que um bom advisor pode adicionar cerca de 3% ao ano em retorno líquido, o chamado Advisor's Alpha, e mais da metade desse valor não vem de escolher o ativo certo, e sim do behavioral coaching, o papel de terapeuta financeiro. É o advisor que, na euforia, diz “não compra, eu já passei por isso” e, no momento de tristeza, diz “não vende, eu já passei por isso”. Na prática, você transfere o peso emocional da decisão pra alguém que não está no calor da emoção naquele momento. Investir bem é, em boa parte, não sabotar a si mesmo. Você tem alguém que te segura na euforia e no pânico, ou decide tudo sozinho? Salva pra reler na próxima turbulência e manda pra quem compra e vende no impulso. #investimentos #finançascomportamentais #advisor #vanguard #longoprazo #business
Pessoal, eu imploro, não façam LCI/A mais longa que 1 ano a 90% do CDI... não imobilize seu dinheiro a toa.
LCA de 3 anos abaixo, apesar do emissor excelente, equivale a um CDB a 103,5%... não dá né.
VIESES COMPORTAMENTAIS - AULA 12 - AVERSÃO À PERDA
A sua dor de perder x é muito maior que o seu prazer de ganhar os mesmos x. E isso te faz perder muitas oportunidades além de fazer você se torturar. Entenda mais nesse vídeo e deixa aqui seu relato!
Contexto da materia pessoal : Hoje a convite do Santander fui fazer uma plenaria com os excepcionais Bruno Cordeiro da Kapitalo e Christian Faricelli da Absolute.
A Aline Head de Estrategia da Corretora e chefe do Reaserch em algum momento me pediu para recontar a tese do vai faltar papel escrita numa carta anual nossa no inicio de 2025.
Eu simplesmente revisitei TODOS os numeros e comentei que o CDI tinha engordado as contas de investimentos das pessoas fisicas em aprox 5 trilhoes de reais nos ultimos 4 anos (M4 indo pra 15 tri de reais... ) e que o free float da Bolsa no momento gira em torno de 2.5 tri de reais. Se 3% do M4 for pra renda variavel o impacto seria mto maior do que o visto qdo os gringos colocaram 60 bi aqui no inicio do ano, qdo colocou o mercado 50 mil pontos pra cima....
Conclui dizendo que achava que hoje a eleicao ainda esta mto dividida, mas que se houvesse alternancia de poder o Brasil nao teriamos um stress fiscal agudo e como a atividade esta fraca os juros poderiam facilmente cair para um patamar de cerca de 10% aa.
Conclui que a tese nao e mais um questao de "SE" isso vai acontecer, mas simplesmente "QDO" isso vai acontecer pq a conta e matematica e a escassez de açoes so aumenta....
Esperamos de verdade q seja daqui 2 meses, ai a turma que quer quebrar o Brasil sempre antes da hora vai ter q dizer q os valuations realmente estavam ridiculamente baratos, ou nem tanto se houver um quarto mandato. Ate la e briga boa, seguimos no 50/50 e a tela esta nos dizendo que ja esta uns 75/25....
https://t.co/URhQSTS5ia
“A causa mais comum de preços baixos é o pessimismo — às vezes generalizado, às vezes específico de uma empresa ou setor. Queremos fazer negócios nesse tipo de ambiente, não porque gostamos do pessimismo, mas porque gostamos dos preços que ele produz. É o otimismo que é o inimigo do comprador racional.” — Warren Buffett
Ontem comentei que a Bradesco Asset fez o primeiro short de crédito privado do Brasil. Muita gente perguntou como isso funciona na prática. Vale explicar, porque nasce aí um mercado novo.
O problema até janeiro: pra vender um ativo que você não tem, precisa tomar emprestado antes. Em ações isso existe há décadas — o aluguel via B3, com a clearing no meio garantindo tudo. Em debênture, nunca houve estrutura. A regulação exigia contraparte central e o papel ficava travado na mão de quem comprava.
O que mudou: a Resolução CMN 5.266 criou a "compromissada com livre movimentação". Tradução: eu te vendo a debênture com compromisso de recomprar depois, e nesse meio-tempo você pode fazer o que quiser com o papel — inclusive vender pra um terceiro.
A mecânica do short, passo a passo:
1. O fundo faz a compromissada com quem carrega a debênture (uma tesouraria, um fundo de crédito) e recebe o papel com liberdade de uso, pagando uma taxa — o "aluguel"
2. Vende a debênture no mercado à vista
3. Se o spread abrir e o preço cair, recompra mais barato
4. Devolve o papel na recompra combinada e embolsa a diferença
O custo é a taxa da compromissada. O risco é a liquidez na hora de recomprar — short squeeze em debênture vai ser um espetáculo à parte.
Agora o sentido econômico, que é o que importa. O crédito privado brasileiro é um mercado de centenas de bilhões que passou a vida inteira só com o lado comprado. Resultado: spread comprimido, papel marcado na curva, e o podre só aparece quando vira Americanas, Light ou Apex.
Com short: gestor aposta contra nome ruim sem precisar ter o papel. Faz long & short — comprado na debênture boa, vendido na ruim. Protege a carteira sem vender num mercado ilíquido. E quem empresta o papel ganha taxa extra numa posição que ficava parada.
Preço passa a ter dois lados. E preço com dois lados mente menos.
Nos EUA isso existe há décadas. O Brasil chegou 20 anos atrasado e de uma vez. Pros fundos que viveram de carregar papel isento, o recado: apareceu gente que ganha dinheiro achando o teu erro.
Pela primeira vez no Brasil, alguém shorteou crédito privado. A Bradesco Asset fez a operação inaugural — apostando contra título de dívida de empresa — pelo fundo Dana.
Até janeiro isso era impossível: a regulação exigia infraestrutura centralizada. A Resolução 5.266 liberou as compromissadas bilaterais, e agora existe mercado dos dois lados.
Por que importa: o crédito privado brasileiro cresceu uma década inteira só com comprador. Debênture marcada na curva, spread comprimido, todo mundo fingindo que liquidez não é problema. Quando só existe o lado comprado, o preço mente.
Agora tem quem ganhe achando o podre. Depois de Americanas, Light e Apex, ia ser útil ter tido isso antes.
O mercado de crédito acabou de ganhar advogado do diabo. Era o que faltava.
O consenso quer recompensa imediata: pertencer, ser aceito, não ser questionado. E isso vaza para a carteira: você compra quando é fácil explicar e vende quando fica desconfortável.
Ter ou não ter um consultor financeiro?
Um estudo Wealth Meets Value mostrou que quem possui um gerente, assessor ou consultor auxiliando nos investimentos tende a apresentar:
• Menos home bias
• Mais diversificação
• Carteira com menor volatilidade
• Menor giro de carteira
Mas também tem um ponto contraintuitivo:
• O retorno médio também é menor
Isso faz o aconselhamento ser ruim?
Na verdade, pode ser o contrário.
O estudo focou em investidores ultra ricos e o seu maior inimigo normalmente não é falta de retorno. É:
• Excesso de confiança
• Concentração
• Timing emocional
• Giro de carteira
Um patrimônio grande não quebra por falta de ideias brilhantes.
Quebra por erros repetidos ao longo do tempo.
O bom assessor não é um “gerador de alpha”.
É um redutor de erros comportamentais.
E isso, no longo prazo, vale mais do que parece na planilha.
No fim, não é sobre ganhar mais em um ano.
É sobre aumentar a probabilidade de continuar rico por 30.
Esse é um tipo de retorno que quase ninguém mede.
No Focus desta semana, o mercado reduziu a projeção do IPCA de 2026 para 3,97%. PIB ainda em 1,80% e a Selic em 12,25%.
Inflação em desaceleração e juros ainda elevados mantêm boas oportunidades em renda fixa.
#BoletimFocus#BridgeInvest
No Focus desta semana, o mercado reduziu a projeção do IPCA de 2026 para 3,99%.PIB segue estimado em 1,80% e a Selic em 12,25%.
Com inflação em desaceleração e juros, o cenário segue favorável para renda fixa e gestão estratégica de portfólio.
#BoletimFocus#BridgeInvest
No Focus desta semana, o mercado reduziu a projeção do IPCA de 2026 para 4,00%. O PIB segue em 1,80% e a Selic em 12,25%.
Inflação em acomodação e juros altos mantêm boas oportunidades em renda fixa e a importância de estratégia no portfólio.
#BoletimFocus#BridgeInvest