O fato de Flávio e Nikolas terem de fazer campanha com colete à prova de bala, enquanto o Lula trafega livremente em área comandada por narcoterroristas deveria dizer tudo que vc precisa saber sobre que lado escolher.
Não votem em defensor de bandido.
4) DEBATE: Lula diz que quer receber 100% dos votos dos presidiários.
Você não acha estranho votar igual a um criminoso? É deste lado que você quer estar?
@Rconstantino O programa de hoje foi destrutivo para a direita. Os participantes deram prioridade em enfatizar os erros dos políticos bolsonaristas. No momento político que estamos vivendo, esse tipo de jornalismo só ajuda a esquerda.
Daniel Silveira avisou
DANIEL SILVEIRA AVISOU
D A N I E L S I L V E I R A A V I S O U
Mas a IMPRENSA IGNOROU e
continuou alimentando o monstro.
Taí o resultado.
@NewsLiberdade Eu não sou mais seguidora do Nicolas, que pelos últimos acontecimentos nas redes sociais, vem se mostrando mais um traidor da Família Bolsonaro.
Ele foi traído!
Ele foi atacado!
Ele foi perseguido!
Ele foi desumanizado!
Ele foi acusado sem provas!
Ele foi condenado pelo que não fez!
Além de tentarem matá-lo, não passou um só dia em que ele não fosse brutalmente atacado por todos os lados.
LIBERTEM BOLSONARO!
Bolsonaro:
Não estava na lista do Vorcaro
Não estava na lista do careca do INSS
Não estava na lista do Mensalão
Não estava na lista do Petrolão
Não estava na lista dos Correios
Não estava na lista do Banco Marka
Não estava na lista do Banco Santos
Mas é o único que está preso.
Há uma diferença silenciosa - e brutal - entre estar preso sabendo o motivo e estar preso sabendo-se inocente.
Para quem reconhece a própria culpa, a punição pode doer, mas faz sentido. Existe um fio lógico que conecta o ato à consequência. A prisão, nesse caso, é castigo, é limite, é cobrança. O tempo passa com peso, mas com algum significado: pagar pelo que fez.
Para o inocente, não.
Para o inocente, a prisão não é punição - é tortura. É a suspensão da lógica. É o castigo sem causa. É o dia que amanhece sem explicação e a noite que cai sem esperança. Não há aprendizado possível quando não há culpa. Só há desgaste, humilhação e erosão da alma.
E o sistema sabe disso.
Sabe que o corpo aguenta mais do que a mente. Sabe que a dúvida corrói mais que a sentença. Sabe que a injustiça repetida, dia após dia, é capaz de quebrar até os mais fortes - não pela dor física, mas pela sensação de abandono, de impotência, de absurdo.
Por isso a prisão do inocente é tão eficaz para quem quer destruir sem deixar marcas visíveis. Não é preciso bater. Basta prolongar. Basta silenciar. Basta normalizar o injustificável.
A cela se torna um espaço onde o tempo não ensina nada, apenas consome. Onde a esperança vira resistência. Onde permanecer de pé já é um ato político, moral e humano.
Prender um culpado é exercer poder.
Prender um inocente é abusar dele.
E quando o sistema escolhe esse caminho, não está buscando justiça - está testando até onde alguém consegue suportar sem deixar de ser quem é.