Desde que o Intercept revelou as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, aliados do bolsonarismo passaram a afirmar que não existiam provas das transações financeiras. Documentos obtidos por nossa equipe desmentem essa versão e ajudam a reconstruir o caminho percorrido pelo dinheiro.
Segue o fio para mais detalhes 🧶👇
No dia 2 de julho chega aos cinemas o documentário que vai expor Jair Bolsonaro e o que ele fez para o Brasil ter 700 mil mortos na pandemia.
Dirigido por @ferreiradandara, “Anatomia do caos” é um filme que “nasce da necessidade pessoal de registrar esse período e da certeza de que algumas imagens precisam continuar abertas, porque elas ainda nos olham de volta”, conforme a própria cineasta revela.
O documentário expõe as ações do governo e do presidente que resultaram em tragédias jamais vistas na história brasileira, como a crise da falta de oxigênio em Manaus, que causou centenas de mortes de pessoas que agonizaram por asfixia diante da incompetência do governo federal de garantir o abastecimento do insumo.
A obra confronta também a impunidade dos responsáveis diretos pela condução política da crise, tratando a ausência de consequências como uma das imagens mais violentas deixadas pelo período. “Não se tratava apenas de negligência. Havia uma construção narrativa em curso, uma política da desinformação que transformava a morte em estatística e a dor coletiva em deboche”, critica Dandara.
O lançamento de “Anatomia do Caos” será marcado por um amplo circuito de exibições seguidas de debate, reforçando o papel do filme como um espaço de diálogo e reflexão coletiva sobre a história recente do Brasil. As sessões especiais estão previstas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Recife, Curitiba, Salvador, Brasília e Fortaleza, permitindo que o público discuta a memória da pandemia e a necessidade de justiça.
Em breve, mais informações. Siga o perfil da diretora para não perder nada.
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Não foi o Lula que liberou as bets, foi o Temer. Bolsonaro teve quatro anos para fazer alguma coisa e não fez nada: nem cobrou imposto, nem proibiu, deixando crianças, idosos e beneficiários do Bolsa Família jogarem.
Nós regulamentamos. Proibimos beneficiários do Bolsa Família e crianças. Agora, qualquer pessoa pode se autoexcluir do sistema de casas de apostas, sem possibilidade de reaver essa decisão. O Ministério da Saúde está atuando com quem desenvolveu dependência, e há um controle maior de publicidade do que em gestões anteriores.
Isso é suficiente? Não. O problema é muito mais grave do que parece. Mas antes não se cobrava nem imposto sobre o lucro líquido das bets.
#HaddadNo3Irmãos
Aproveite o fim de semana para assistir a um bom filme, descobrir uma nova leitura e até mesmo começar a aprender um novo idioma.
O Governo do Brasil lançou três iniciativas gratuitas que estão ao alcance de todos os brasileiros: o Tela Brasil, com centenas de filmes nacionais; o MEC Livros, para ampliar o acesso à leitura; e o MEC Idiomas, para quem quer aprender novas línguas.
Tudo gratuito, pensado para ampliar o acesso à cultura, ao conhecimento e às oportunidades. Nunca é tarde para aprender, crescer e abrir novas portas.
🚨 Lista da vergonha! Esses foram os senadores e senadoras que assinaram uma PEC contra os trabalhadores. A proposta cria a escala 7x0 e acaba com a CLT. Dos que assinaram, 25 vão disputar as eleições em 2026.
Angelo Coronel (Republicanos/BA)
Astronauta Marcos Pontes (PL/SP)
Carlos Portinho (PL/RJ)
Carlos Viana (PSD/MG)
Ciro Nogueira (PP/PI)
Cleitinho (Republicanos/MG)
Damares Alves (Republicanos/DF)
Dr. Hiran (PP/RR)
Dra. Eudócia (PSDB/AL)
Eduardo Girão (NOVO/CE)
Eduardo Gomes (PL/TO)
Efraim Filho (PL/PB)
Esperidião Amin (PP/SC)
Flávio Bolsonaro (PL/RJ)
Hamilton Mourão (Republicanos/RS)
Hermes Klann (PL/SC)
Izalci Lucas (PL/DF)
Jaime Bagattoli (PL/RO)
Jayme Campos (UNIÃO/MT)
Laércio Oliveira (PP/SE)
Lucas Barreto (PSD/AP)
Luis Carlos Heinze (PP/RS)
Magno Malta (PL/ES)
Marcio Bittar (PL/AC)
Marcos do Val (AVANTE/ES)
Marcos Rogério (PL/RO)
Nelsinho Trad (PSD/MS)
Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)
Plínio Valério (PSDB/AM)
Roberta Acioly (Republicanos/RR)
Rogerio Marinho (PL/RN) - Autor da PEC
Romário (PL/RJ)
Sergio Moro (PL/PR)
Sérgio Petecão (PSD/AC)
Styvenson Valentim (Podemos/RN)
Tereza Cristina (PP/MS)
Vanderlan Cardoso (PSD/GO)
Wellington Fagundes (PL/MT)
Wilder Morais (PL/GO)
Zequinha Marinho (PODEMOS/PA)
Compartilhe, pressione e lembre-se bem de quem está contra o trabalhador e a trabalhadora do Brasil.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.
Documentos obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil contrariam a versão de Eduardo Bolsonaro e revelam que o deputado federal cassado atuou como produtor-executivo de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro.
https://t.co/6vqMX4neGC
🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro.
Vorcaro, dono do Banco Master, pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela reportagem. As conversas mostram cobranças por dinheiro, negociações de bastidores e a participação de outros intermediários, como Eduardo Bolsonaro e Mário Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”.
Neste vídeo, você ouve um áudio enviado por Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos e alertando para o risco de paralisação da produção.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
Realizamos uma reunião importante para o Brasil e para os Estados Unidos nesta semana. Discutimos o comércio bilateral, negociações tarifárias, a cooperação no combate ao crime organizado e minerais críticos. Vamos seguir em tratativas para ampliar nossas parcerias, fortalecendo sempre o caminho do diálogo sem abrir mão de nossa soberania.
🎥 Audiovisual/PR
Saio de Washington com a ideia de que demos um passo importante na consolidação da relação democrática histórica que o Brasil tem com os Estados Unidos. Foi uma reunião muito importante com o presidente Donald Trump. O Brasil está preparado para discutir qualquer assunto com qualquer país do mundo: tarifas, comércio exterior, minerais críticos, combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e de armas. Nós não temos veto ou assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. Nos próximos dias, nossos ministros seguirão em tratativas para avançar nos temas que abordamos hoje.
📸@ricardostuckert