SAAB presentation highlighting the life-cycle cost vs Capability. Russian jets are maintainance heavy owing to significantly less reliable engine/electronics hence increasing their life-cycle costs though they are cheaper to procure compared to Western jets of same class.
Me ajoelho para Deus. Para bandido, topo de frente.
Quando eu chegar ao governo, bandido muda de profissão ou muda de país. Foi assim em Goiás e vai ser assim no Brasil.
Fala no lançamento das pré-candidaturas da nossa base no Rio Grande do Sul. Nomes qualificados, comprometidos com o povo gaúcho: Gabriel Souza ao governo, Ernani Polo como vice, e Germano Rigotto e Frederico Antunes ao Senado.
Passei quase trinta anos olhando para dentro de esquemas de corrupção e de lavagem de dinheiro. Aprendi cedo uma coisa que a notícia desta semana só confirma: o dinheiro sempre deixa rastro, e é por esse rastro que o crime organizado se enfrenta de verdade.
Na quinta-feira, os Estados Unidos classificaram o PCC e o Comando Vermelho como terroristas. A imprensa noticiou como se fosse uma medida só. Não é. São duas, e a diferença entre elas é exatamente o que importa.
A primeira, via OFAC, é financeira: bloqueio de ativos e exposição de terceiros a sanções secundárias. A segunda, a designação como organização terrorista estrangeira, acrescenta o risco criminal por “apoio material” e estende o braço da lei americana para muito além do território dos EUA.
Quando eu analisava como o dinheiro do crime entrava na economia formal, o problema quase nunca era o criminoso óbvio. Era a empresa de fachada. Era o terceiro que transacionava sem saber com quem. Era a estrutura desenhada justamente para que ninguém precisasse perguntar a origem dos recursos. É aí que mora o risco, e é aí que a designação americana agora alcança, com a regra que trata como bloqueado até quem não aparece em lista.
Por isso afirmo, com a tranquilidade de quem viu esse filme muitas vezes: o eixo do enfrentamento deixou de ser apenas penal. Passou a ser financeiro. E o financeiro não respeita fronteira.
Se eu estivesse hoje numa sala de conselho de uma instituição exposta, não perguntaria “estamos em conformidade?”. Perguntaria outra coisa, bem mais incômoda: se amanhã aparecermos, ainda que por engano, vinculados a uma dessas facções, quem aqui está preparado para responder antes que o estrago reputacional se torne irreversível?
Quem hesita ao ouvir essa pergunta acabou de descobrir a própria vulnerabilidade.
An epic battle, Joao. And a hard-fought victory you deserve. Best of luck for the rest of the tournament and the incredible career you have ahead of you.
As for Paris… tu as mon coeur 🫶🏼
Parabéns @tecno_defesa e @Parabelum pelo brilhante artigo.
Infelizmente, muitos aspectos têm colaborado para essas distorções, há décadas. Dentre as mais importantes, destaco:
- O Plano Plurianual (PPA), que devia ser o principal instrumento de planejamento governamental de médio prazo, está completamente desmoralizado.
- A falta de conhecimentos e autoridade do Ministério da Defesa sobre assuntos de emprego militar e reequipamento, ficando à mercê das visões particulares das forças armadas.
- A cultura brasileira, de pensar em investimentos, sem se preocupar com os custos de operação e manutenção (vide Museu Nacional, pontes em péssimas condições, prédios públicos, equipamentos em hospitais públicos, equipamentos canibalizados etc).
- A ideia de que todos os sistemas adquiridos possibilitem participação importante da base industrial de defesa, levando a gastos enormes com desenvolvimento de produtos já disponíveis no mercado, a preços muito menores.
- As aquisições deveriam ser nas quantidades necessárias, não as possíveis. "Precisamos caminhar do possível para o necessário". (Raul Jungmann)
- Compras não são feitas em lotes (vide KC-390, Guarani etc), mas em quantidades absurdas, levando a contratos com prazos muito grandes. A UNIÃO acaba atuando como um "banco de investimento" de fornecedores, a taxas de atualização (reajustes dos preços) altíssimas e sem riscos para a indústria.
O assunto é extenso e importante.
Parabéns!
@Defesaaerea2012@DefesaNet@beto_caiafa@GuiWiltgen@poderaereo@DefesaGovBr@DefesaBrazil
Parabéns @tecno_defesa e @Parabelum pelo brilhante artigo.
Infelizmente, muitos aspectos têm colaborado para essas distorções, há décadas. Dentre as mais importantes, destaco:
- O Plano Plurianual (PPA), que devia ser o principal instrumento de planejamento governamental de médio prazo, está completamente desmoralizado.
- A falta de conhecimentos e autoridade do Ministério da Defesa sobre assuntos de emprego militar e reequipamento, ficando à mercê das visões particulares das forças armadas.
- A cultura brasileira, de pensar em investimentos, sem se preocupar com os custos de operação e manutenção (vide Museu Nacional, pontes em péssimas condições, prédios públicos, equipamentos em hospitais públicos, equipamentos canibalizados etc).
- A ideia de que todos os sistemas adquiridos possibilitem participação importante da base industrial de defesa, levando a gastos enormes com desenvolvimento de produtos já disponíveis no mercado, a preços muito menores.
- As aquisições deveriam ser nas quantidades necessárias, não as possíveis. "Precisamos caminhar do possível para o necessário". (Raul Jungmann)
- Compras não são feitas em lotes (vide KC-390, Guarani etc), mas em quantidades absurdas, levando a contratos com prazos muito grandes. A UNIÃO acaba atuando como um "banco de investimento" de fornecedores, a taxas de atualização (reajustes dos preços) altíssimas e sem riscos para a indústria.
O assunto é extenso e importante.
Parabéns!
@Defesaaerea2012@DefesaNet@beto_caiafa@GuiWiltgen@poderaereo@DefesaGovBr@DefesaBrazil
@bozonarento Como dizia o ministro Raul Jungmann, "precisamos caminhar do possível para o necessário". O "possível" deve considerar os custos de operação.
Logistica e operacionalmente, a entrada da Ucrânia na lista de operadores do Gripen E será muito boa para os países que voarão esta aeronave de Caça pelas próximas décadas, como o Brasil.
I am in Sweden today on a working visit. We are preparing a major defense package for Ukraine and a strong step regarding Gripen fighter jets, which will definitely make our combat aviation more effective. Meetings are scheduled today with Prime Minister Ulf Kristersson, and representatives of the Swedish defense industry will also be present in the delegation format.
Thank you, @SwedishPM, for ensuring that our relations – between Ukraine and Sweden – are always substantive, and that our cooperation is strong.
Logistica e operacionalmente, a entrada da Ucrânia na lista de operadores do Gripen E será muito boa para os países que voarão esta aeronave de Caça pelas próximas décadas, como o Brasil.
O que o @Grok nos informa sobre as consequências de os EUA declararem PCC e CV organizações terroristas:
Essas medidas são ferramentas de pressão econômica e legal, não apenas simbólicas. O impacto real depende da aplicação pela DOJ e OFAC. As designações como organizações terroristas estrangeiras (Foreign Terrorist Organizations - FTOs) e terroristas globais designados especialmente (Specially Designated Global Terrorists - SDGTs) pelo Departamento de Estado dos EUA trazem consequências concretas baseadas na lei americana.state.govO anúncio ocorreu em 28 de maio de 2026 (pelo Secretário de Estado Marco Rubio), com a designação SDGT imediata e a FTO entrando em vigor em 5 de junho de 2026. Isso se enquadra em uma estratégia mais ampla da administração Trump de tratar cartéis e grupos criminosos transnacionais como ameaças terroristas (via Executive Order 14157 e leis antiterrorismo).reuters.comPrincipais consequências legais concretas (baseadas em leis como 8 U.S.C. § 1189, 18 U.S.C. § 2339B e sanções do OFAC/Tesouro):
Proibição de "suporte material" (Material Support)É crime federal fornecer, de forma consciente, qualquer tipo de suporte material a essas organizações. Isso inclui dinheiro, serviços, logística, treinamento, aconselhamento especializado, transporte, alojamento, armas etc. (definição ampla em 18 U.S.C. § 2339A).
Pena: até 20 anos de prisão (ou prisão perpétua se resultar em morte). Aplica-se a pessoas nos EUA, cidadãos americanos no exterior e entidades sob jurisdição dos EUA. Tem alcance extraterritorial forte.
Empresas (inclusive brasileiras com nexo nos EUA, como transações em dólares ou via sistema financeiro americano) que lidem com empresas controladas ou ligadas ao PCC/CV correm risco de processo criminal, mesmo sem intenção direta (se houver "sinais de alerta" ignorados).paulhastings.com
Congelamento de ativos e sanções financeiras (blocking sanctions)Todos os bens e interesses em propriedade do PCC e CV (e entidades controladas por eles, regra dos 50%+) nos EUA ou sob controle de pessoas americanas são bloqueados.
Instituições financeiras americanas (e as com nexo nos EUA) devem congelar e reportar ao OFAC (Office of Foreign Assets Control) qualquer ativo ligado. Transações envolvendo esses grupos são proibidas.
Risco de sanções secundárias a bancos estrangeiros que façam transações significativas com eles (exclusão do sistema financeiro dos EUA).
Isso afeta fintechs, imóveis, postos de gasolina, construtoras e outros setores onde o PCC se infiltrou. Empresas brasileiras com operações ou transações nos EUA precisam de due diligence rigorosa. https://t.co/7mH4BDmQON
Restrições de imigração e viagemMembros, representantes e associados (mesmo aliens não-cidadãos) tornam-se inadmissíveis nos EUA e podem ser deportados (8 U.S.C. § 1182).
Facilita deportações de brasileiros ligados (ou supostamente ligados) aos grupos, inclusive usando isso em políticas de imigração.
Responsabilidade civil (Antiterrorism Act - 18 U.S.C. § 2333)
Vítimas de atos "terroristas" cometidos, planejados ou autorizados por esses grupos podem processar nos tribunais americanos quem forneceu "assistência substancial" (incluindo empresas). Risco alto de ações judiciais civis por danos.
Outras implicações práticasMaior cooperação de inteligência e aplicação da lei entre EUA e Brasil (ou pressão para isso).
Possibilidade de indiciamentos criminais mais fáceis contra intermediários, políticos ou empresas.
Não autoriza automaticamente ação militar direta nos EUA (embora seja usada retoricamente), mas cria base legal para pressão econômica, investigações do FBI e sanções mais agressivas. O Brasil se opõe, alegando soberania e que não se encaixa na definição brasileira de terrorismo (que exclui crime organizado puramente lucrativo).theguardian.comResumo: A designação não "acaba" com os grupos diretamente, mas aumenta muito os custos de fazer negócios com qualquer coisa ligada a eles, especialmente no sistema financeiro global (devido ao dólar). Empresas e bancos com exposição ao Brasil precisam revisar compliance imediatamente para evitar multas, processos ou bloqueio de ativos. PCC já tinha sanções parciais do Tesouro desde 2021; isso amplia significativamente o escopo. https://t.co/1JBVKod9ga
@Walcoe1959df Pessoalmente, penso que não deveríamos perder o foco e nos afastar da decisão tomada há mais de 10 anos: nossa "Aeronave de Caça de primeira linha" deveria ser o Gripe E/F. Neste projeto devemos, penso eu, priorizar os recursos, para aquisição e suporte logístico.
🇸🇪🇺🇦 The Gripens are coming.
Russia tried to break Ukraine from the skies. Ukraine is now building air power with Swedish fighters: buying up to 20 Gripen E/F for its future air force, while Sweden will donate 16 Gripen C/D.
A new chapter for Ukraine’s air defence. (1/8)
I am in Sweden today on a working visit. We are preparing a major defense package for Ukraine and a strong step regarding Gripen fighter jets, which will definitely make our combat aviation more effective. Meetings are scheduled today with Prime Minister Ulf Kristersson, and representatives of the Swedish defense industry will also be present in the delegation format.
Thank you, @SwedishPM, for ensuring that our relations – between Ukraine and Sweden – are always substantive, and that our cooperation is strong.
Dizer que são 'párias' destoa completamente da realidade dos fatos. Por definição, pária é alguém rejeitado, excluído ou marginalizado pela sociedade.
Olhando para a trajetória de Ronaldo Caiado e Romeu Zema, o cenário é exatamente o oposto: ambos governaram seus estados por mais de sete anos e saíram pela porta da frente com um capital político gigantesco.
Zema encerrou seu ciclo em Minas Gerais com 61% de aprovação, e Caiado deixou Goiás com impressionantes 84% de aprovação — consagrando-se como o governador mais bem avaliado do país.
Líderes amplamente chancelados pelo voto popular e com entregas administrativas robustas na segurança, economia e gestão pública podem ser alvo de divergências políticas normais da democracia, mas chamá-los de 'párias' é ignorar os dados e a vontade dos próprios mineiros e goianos.