É interessante ver como o ser humano se acostuma com tudo.
Imigrantes ilegais começaram a chegar na Europa fugindo da guerra. O número de ilegais foi crescendo assustadoramente e não havia guerra nenhuma. Então disseram que recebê-los era um ato humanitário pois eles estavam sofrendo. Em seguida, eles começam a aparecer com roupas de marca, cabelos com cortes modernos e tingidos com manchas loiras.
As perguntas começam a surgir e vem a última desculpa: Eles estão fugindo da crise climática.
O assunto encerra e o fluxo aumenta cada vez mais. Sem guerra, sem miséria, sem nenhum motivo que justifique. Apenas invasão.
Uma vez eu estava conversando com um amigo, desses que tentam pegar esse atalho do "eu defendo a ciência" para sinalizar virtude ou intelectualidade que por óbvio não possui e, basicamente, parafraseei
este vídeo(excelente por sinal).
Qualquer um que não parta da premissa de que a tal ciência, o tal consenso científico, é em última análise e nas melhor das hipóteses, só um retrato do que se acredita saber até o momento, é um absoluto idiota ou um charlatão.
Não raro, os dois.
Enfim, Consequências da secularização. Divago.
Ps.: Recomendo demais que assistam.
Não é difícil escolher um lado. Nem precisa de muito conhecimento.
Basta ver o que dizem.
Ontem minha vizinha estava apavorada porque o telejornal disse que a temperatura chegaria a 45 graus devido a crise climática. Não passou de 32.
Os que tomaram a vacina, queriam que os não vacinados morressem. Aqui na Itália chegaram a falar em prender e fuzilar.
Também na Itália estão surgindo doenças já extintas. Mas não podemos falar que são os imigrantes, pois é racismo. Em uma cidade, um funcionário de um aeroporto morreu de malária. A culpa, segundo a imprensa, foi de um mosquito que chegou de avião. Nunca de um imigrante.
Estas pessoas são as que dizem que temos um discurso de ódio. Eles são angelicais.
Aqui vai uma dica. Discutir com pessoas favoráveis a vacina é perda de tempo. Os argumentos são fortes: Você não tem prova de que foi a vacina! Será? É fato que ninguém quer produzir provas disso. Mas temos estatísticas que mostram o aumento considerável de vários problemas depois da vacina, e também testemunhas que tiveram a vida destruida por causa delas.
No Brasil ninguém vai admitir que a vacina causou qualquer dano. Ao mesmo tempo, uma promotora foi indenizada em mais de 3 milhões de reais pela sua morte ligada a vacina.
Depende de quem é.
Este post me refiro a vacina Covid. Poderia até falar das outras, mas cairemos no mesmo buraco.
Ainda que nos EUA a verdade esteja surgindo, no Brasil, pouco importa. Uma pessoa com QI baixo, vai lutar para tomar algo que não funciona e pode prejudicar a própria saúde. Mas não só isso: Ela quer que você tome também, porque ela acha certo.
Quando o secretário de saúde dos EUA divulgou que estudos estavam associando o uso de tylenol na gravidez ao autismo, mulheres gravavam vídeos tomando o medicamento enquanto grávidas e rindo do secretário.
Se o Putin disser que Chernobyl tem radiação que faz mal a saúde, no dia seguinte milhares de pessoas estarão se mudando para lá, só porque foi o Putin que disse.
Estamos num momento crítico. Uma mulher matou 3 filhos e recebeu de uma vaquinha mais de 1 milhão de dólares. Outra mulher salvou o filho de incêndio e uma vaquinha lhe rendeu pouco mail de 40 mil dólares.
É só olhar em volta para ver o que está acontecendo.
Sobre aviões, vacinas e uma geração de pessoas emocional e intelectualmente frágeis que não tolera o contraditório
Coisa de 2 ou 3 dias atrás fiz uma postagem sobre um influencer de aviação que está com uma doença gravíssima e a possibilidade dela ter sido, turbinada, catalisada, pelas vacinas contra a Covid-19 da Pfizer.
Supostamente o rapaz teria tomado 5 doses.
Particularmente, gostava do seu canal, conteúdo técnico, de extrema qualidade, sobre um tema que sou apaixonado: Aviões.
O comentários ora foram ofensivos à minha pessoa, ora ofensivos à pessoa dele.
Particularmente, espero que ele não sofra e solidarizo com sua dor e de sua família; mas isso não apaga o fato de que ele chamou os não-vacinados contra a Covid-19 de vagabundos. Infelizmente não apaga.
Mas o que podemos aprender com isso:
1) Eu acredito na ciência.
Esta é a frase preferida de 10 entre 10 totalitários da vacina. Amigão, se você acredita mesmo na ciência você tem que - necessariamente - acreditar no contraditório.
A essência do método científico é o contraditório. A fórmula hiper resumida da construção da ciência se dá através do encadeamento de três significantes: TESE-ANTÍTESE-SÍNTESE.
Isto é, alguém propõe algo, em qualquer área do conhecimento humano (tese). Seus pares tentaram refutar, demonstrando porque aquilo está errado (antítese). Ao fim, se estabelecerá o que era e o que não era aproveitável daquela tese, chegando-se, numa junção entre as duas primeiras fases àquilo que se chama de (síntese). A síntese, então, passa a ser o novo conhecimento estabelecido o qual poderá ser desafiada por uma nova tese, contra a qual haverá uma nova antítese e assim sucessivamente.
Foi assim que, basicamente, em 10.000 anos o homem saiu de descobrir o fogo para fazer a fusão de um átomo de hidrogênio.
Isso sim é acreditar na ciência, ok. Qualquer outra coisa fora isso, ficar gritando, xingando quem expõe incongruências, chamar um grupo X e Y de "vagabundos" é coisa de gente histérica, gente que, na falta de argumentos, quer ganhar no grito.
Durante a pandemia, não podíamos falar contra as vacinas porque seria perigoso para a saúde pública. Agora, não podemos fazê-lo - e falar das consequências de uma campanha de vacinação atabalhoada, crimonosa e corrupta, pois estaríamos faltando com respeito a Fulano ou Beltrano.
Quer dizer, o que esse povo quer é - pura e simplesmente - interditar o debate.
2-Do Paralelo necessário com a aviação
O rapaz em questão tem um Canal de Aviação no YouTube. Pois bem, sabem o que é interessante da aviação? Sabem por que extensas investigações são feitas após um desastre áreo? Não é apenas para "buscar culpados", mas, principalmente para entender o que levou à queda daquela aeronave e se criar novos protocolos para evitar eventos análogos.
Vou dar um primeiro exemplo:
Voo 254, que teve pane seca (ficou sem combustível) e fez uma aterragem forçada na Floresta Amazônica em setembro de 1.989.
A aterragem foi um sucesso. Ocorre que só foi necessária porque o Comandante Cesar Garcez cometeu um erro monumental ao se confundir na rota e não solicitar ajuda à Torre de Controle do Aeroporto Val-De-Cans, o que o levou à pane seca.
Sim, este erro ocorreu, ele foi condenado criminalmente e banido da aviação comercial. Dito isso, as investigações concluíram que os instrumentos do Boeing 737-200 poderiam induzir em erro a tripulação, como de fato ocorreu, razão pela qual aquelas aeronaves passaram por um recall.
Caso 2: Comandante Sully, que fez uma amerissagem de emergência no Rio Hudson em 2.009, salvando TODAS AS 155 PESSOAS A BORDO.
Fizeram um filme sobre essa história, bom num certo nível, para pessoas leigas. Para quem conhece minimamente aviação, ainda que como diletante, há ali um festival de bobagens.
O filme faz toda uma dramatização como se Sully, que foi um herói, estivesse a ser perseguido pelo FAA. Nada mais errôneo. A função do processo, nestes casos, é a de descobrir se Sully foi um herói ou se foi apenas alguém que conseguiu a proeza de consertar uma cagada feita por ele próprio.
Em todas as áreas do conhecimento humano, inclusive no Direito, o que não faltam são profissionais especializados em resolver problemas que não existiriam se eles não os tivessem criado.
(Há mais ou menos uns 5 anos, eu e um grupo de mais de 10 Advogados fizemos um parecer para demitir por justa causa um motorista de uma carreta de 50ton - com carga. Qual fora a questão: motorista do caminhão na descida de uma serra perdeu os freios e conseguiu escorar-se na encosta do morro e em outros caminhões e conseguiu desviar de veículos, salvando vidas. Herói, não é mesmo? Nem tanto. A leitura do tacógrafo, posteriormente, demonstrou que ele descera a serra numa marcha maior que a usada na subida. Regrinha básica de quando você dirige um veículo de mais de 8ton. Você desce uma serra na mesma marcha que você a subiu. Resumindo, aquele motorista foi mais um que apenas corrigiu uma merda por ele próprio criada. Justa causa aplicada e mantida na Justiça do Trabalho. Curiosidade: é interessante como na Argentina e no Chile caminhoneiros e motoristas de ônibus respeitam a regra do descer a serra na marcha em que a subiu.)
2.1-Vamos aplicar o método usado na aviação para a questão das vacinas.
Primeiro, foram vacinas experimentais, que não foram devidamente testadas nas pessoas, tanto é que a Pfizer exigia dos Governos, para as vender, cláusulas de isenção de responsabilidade civil.
Segundo, Luc Montagnier, médico, vencedor do prêmio Nobel de Medicina, alertou em 2.021 que as vacinas poderiam desencadear doenças neurodegenerativas.
Há literatura médica e casos correlacionadas de vacinas mRNA, associando-as ao que se chama de "Câncer Turbo", que é o caso do influenciador em questão.
Cliente do meu escritório tomou as vacinas por imposição de seu chefe. Me confidenciou que não queria tomar, mas tinha 3 filhos para dar de comer. Descobriu um câncer numa terça-feira. Na quinta foi internado. 3 semanas depois estava morto.
Tomou 4 ou 5 doses da Pfizer.
Temos os casos dos cânceres-turbo, temos o aumento exponencial de males súbitos em atletas.
Temos o caso do Dr. Faucci que confessou em seu diário ter mentido sobre tratamentos eficazes contra a Covid19, para estimular a produção e venda de vacinas e invocou a 5a-emenda (de não autoincriminação) por 111 vezes em seu depoimento no senado dos EUA.
Será que não temos elementos suficientes para que sejam realizadas investigações. E, sim, com investigações, verdades desagradáveis podem ser descobertas. Mas é necessário que tenhamos coragem de conversar sobre isso, tal e qual se faz em acidentes aéreos, a fim de que eles não se repitam.
Falando em acidentes aéreos, nos anos 50, havia um avião chamado de Havilland Comet, que possuía janelas maiores que os habituais. Ocorre que além de grandes, as janelas eram quadradas (com cantos arredondados) o que, acima de X mil horas de voo, provocava fadiga de material e alguns aviões se desmancharam no ar, gerando a retirada de mercado daquelas aeronaves.
Nenhum engenheiro aeronáutico pensou e acusar os peritos engenheiros de negacionistas e/ou vagabundos. Ao que tudo indica, há indícios consideráveis que linkam as vacinas a doenças até então inusitadas (como casos de câncer de pâncreas em crianças).
Vamos lá, quem associou as vacinas a doenças neurodegenerativas não foi o Paulo Antonio Papini, que não tem conhecimento algum de medicina, mas um prêmio Nobel de Medicina. Será que tudo isso, não justificaria uma investigação profunda sobre o tema, até mesmo para que, eventualmente, descubram-se que elas são seguras?
A quem interessa interditar o debate?
@dr_francisco79@Maxcardoso@lordivan22@phvoxcanal@SouCrisCaiado@Andrew467624@CarlosH22760359@MarcioEngelberg@MafinhaBarba
Se a família do Lito quiser mesmo ajuda de tratamento experimental…
Em primeiro lugar: reconheça publicamente que a vacina da Covid possa ter provocado a doença.
Em segundo lugar: busque o dr William Makis @MakisMedicine
Estranho. Por que será que, em toda eleição, eu sempre me lembro da história do Lula tentando violar o tal Menino do MEP? Seria porque me parece uma aberração ver tantos jovens defendendo esse cara?
ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA
Aqui, na íntegra, reproduzo o artigo de César Benjamin [um dos fundadores do PT que rompeu com o partido na década de 1990], intitulado "Os filhos do Brasil", publicado na Folha de São Paulo desta sexta-feira e que é objeto da matéria em post abaixo deste. Leiam: https://t.co/zwsJZKhFky
Trecho que interessa:
São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.
Último post sobre Lito.
A questão é simples, e é este meu questionamento.
O Brasileiro não tem moral e nem ética. Quando surge um famoso, político ou influencer, o brasileiro abre mão do pouco que tem de amor próprio.
Vou citar dois casos que ninguém gosta de falar.
Fausto Silva e Norton Nascimento. Bastou falar que precisavam de órgãos que a ética foi para o saco. Não importa quem está na fila. O brasileiro quer que eles passem na frente porque eles são adoráveis. Um apresentador e outro ator. Não importa nem mesmo como os órgãos foram obtidos. Se mataram alguém, tudo bem!
As mensagens eram: Ahhh... eles fizeram tanta gente feliz, merecem ter prioridade. Entre outras besteiras.
Passar na frente significa deixar alguém que está tão necessitado de lado. No caso do Lito, pode atrapalhar estudos em andamento. E dai?
No caso dos transplantes, muitos que estavam na fila vieram as redes reclamar que estavam há meses ou até anos esperando por um órgão e Fausto e Norton conseguiram em tempo recorde. E foram calados, por adoradores dos artistas.
Você se orgulha disso. De ver o seu queridinho tendo privilégios. Você faz o mesmo com políticos. Se ele rouba, mas é da sua escolha, tudo bem!
Algumas mensagens em relação ao Lito, diziam que quem falava algo é porque é egoísta ou não tem amor. Ora, é justamente o contrário. Milhares de Litos morrem todos os dias sem qualquer esforço para salvá-los. Exigir que ele seja inserido em estudos, é exigir privilégios.
O mundo não funciona assim. E é o que estamos vendo.
Depois não sabem porque o Brasil é uma merda. A constituição diz que somos iguais perante a lei. Mas na prática, há um grupo muito específico que tem a lei assegurada ou, melhor dizendo, privilégios.
They buried the truth and punished the messenger.
Bernice Eddy stood in a lab in 1955 holding the evidence: live polio virus still active in the Cutter vaccine lots. She showed the paralyzed monkeys. Officials released the shots anyway.
Tens of thousands of doses were injected and children paid the price in iron lungs and graves.
Years later she uncovered SV40—a cancer-linked monkey virus already injected into millions through the same vaccines. She raised the alarm again. They stripped her of her lab and her career.
The ones who warned were erased.
The ones who greenlit the risk kept the titles, the funding, and the power.
This is not ancient history... this is the operating system of the vaccine cartel industry.
New Zealand whistleblower Barry Young: "They RAIDED my home & ARRESTED me for exposing deadly COVID vaccine batches."
Catastrophic death rate PFIZER batches:
🔴 Batch 1: 152 deaths out of 711 vaccinated → 21.4% dead
🔴 Batch 2: 38 deaths out of 221 → 17.2% dead
🔴 Batch 3: 48 deaths out of 310 → 15.5% dead
Normal background death rate in that period? Only 0.75%.
The statistical odds of this happening by chance? Roughly 1 in 100 BILLION.
His direct conclusion: “Statistically, there is no way this vaccine ISN'T killing people.”
Yet instead of launching an investigation… authorities raided his home and arrested him.